É preocupante, mas as três últimas provas do WRC que Ogier não venceu devem-se ao facto de ele ter tido saídas de estrada. É preciso recuar até ao rali da Argentina para o francês ter sido derrotado na estrada e não por um erro seu. Já agora, aproveito para dizer que quem conseguiu derrotar Ogier foi Loeb, naquela que foi a última vitória do campeoníssimo francês. Numa prova que teve menos neve do que o habitual, o piloto mais rápido foi frequentemente Ogier, mas a saída de estrada, logo na primeira especial do segundo dia de prova, tirou-lhe a vitória.
Na Suécia, o vencedor foi Latvala, também num Polo WRC, o que mostra o grande domínio que estes carros têm no atual WRC, algo que parece que vai durar nos próximos tempos, pois o segundo lugar foi para Mikkelsen, no terceiro carro da equipa alemã.
Não vou falar mais da prova sueca, porque já terminou há uma semana. Vou, sim, focar-me no domínio de Ogier e da Volkswagem, desde que entraram no WRC, na temporada passada. Por exemplo, as duas equipas do construtor alemão estão no primeiro e terceiro lugares da classificação, estando a Citröen no segundo. O que se destaca aqui é que Mikkelsen tem mais pontos do que os dois pilotos da M-Sport (Mikko Hirvonen e Elfyn Evans) juntos.
Mas quem é que pode parar este domínio da VW? Pois, num futuro próximo, ninguém. A Hyundai tem-me desiludido neste seu regresso, quer a nível de carro, quer a nível de política de pilotos. Contudo, ainda estamos no início deste seu projeto. Hirvonen tem estado muito mal, e Evans ainda não está totalmente adaptado ao Fiesta WRC. Na Citroën, os pilotos ainda estão a adaptar-se ao carro, mas, apesar do seu valor, não acredito em que consigam dar grande luta a Latvala e Ogier.
Chardonnet, uma das maiores promessas dos ralis. Fonte: Rallye.automoto365.com
Temos alguns pilotos na forja para poderem lutar por vitórias, e, aqui, volto a falar de Sébastien Chardonnet. O piloto francês com ligações à Citroën começa, em Portugal, mais um passo na carreira, com a estreia do DS3 R5. Este, para mim, vai ser o próximo grande piloto mundial, mas vai ter de contar com a luta de Mikkelsen, Neuville e Evans. Estes quatro pilotos vão estar na mó de cima durante algum tempo, pelo menos assim penso. Uma geração de pilotos nascidos entre 1988 e 1989, que promete e muito, e refiro-me apenas a pilotos que estão, neste momento, no WRC. Lappi e Breen terão também uma palavra a dizer, mas, este ano, correm no ERC.
Antes de falar do tema fulcral desta crónica, espelhado no título, permitam-me que deixe uma ressalva sobre o Benfica – 2 Sporting – 0. Já tudo se disse, escreveu e falou sobre o derby da passada terça-feira. O Sporting foi uma equipa inábil, sem fio de jogo, nem pitada de aproveitamento, o que conduziu a uma vitória justa do arqui-rival, Benfica. Certo. Contudo, fazer uma análise meramente focada num só jogo induz ao erro. É preciso não esquecer que o Sporting tem vindo a realizar um campeonato exímio. Ponto final no assunto “Benfica-Sporting”. Amanhã volta a rolar a bola em Alvalade, e o jogo é para vencer.
Voltando à temática central da crónica: Nestes dias discutir-se-á uma plataforma que gera bastante interesse e curiosidade – a Sporting TV. Mais propriamente conhecer-se-á, no decorrer desta semana, que empresa ficará a cargo da produção do canal. Em cima da mesa restam três nomes: a Image In, representada por Pedro Jorge, antigo jogador de futebol de praia da equipa leonina; a World Channels, que tem como principal investidor José Manuel Alves e o Projecto USB, liderado por Pedro Luiz de Castro, outrora jornalista da área de desporto da televisão estatal.
Segundo números recentes do caderno de encargos, a Sporting TV terá um orçamento anual de 1,8 milhões de euros. A margem de manobra não parece, portanto, ser alargada. Mas os valores quantitativos pouco importam neste caso. De facto, o que merece atenção e louvor é a criação de um canal integralmente afecto ao clube, a Sporting TV. Bruno de Carvalho merece, igualmente, o mérito de estar, até ver, a cumprir uma importante promessa eleitoral.
Deve a Sporting avançar? Fonte: Foradejogo08.blogspot.pt
Pessoalmente, sou a favor da Sporting TV. Para um clube centenário e com um ecletismo abrangente, que é uma das maiores bandeiras do clube, ter um canal de televisão próprio faz todo o sentido. As modalidades leoninas só ganharão com a criação da Sporting TV. Os jogos de modalidades como o andebol, o hóquei em patins ou o futsal farão, certamente, parte da grelha do canal, o que fará com que os sportinguistas acompanhem de forma mais regular as modalidades do Sporting, parte importante da história do clube. Os jogos dos escalões de formação poderiam, também, ser visionados em directo. Num clube mundialmente conhecido pela formação de excelência, seria excelente ter a possibilidade de acompanhar todas as semanas os jogos dos futuros craques do Sporting.
De acordo com as intenções da direcção leonina, a Sporting TV iniciará as transmissões em Maio. Com efeito, esta é uma boa notícia e que deixa os adeptos e sócios dos leões na expectativa de ver o que será realmente a Sporting TV. A ideia em si é excelente e trará várias consequências boas ao clube, algumas já referidas anteriormente. Se a direcção de Bruno de Carvalho atuar com a mesma excelência com que pautado o seu mandato, o canal será um sucesso. Esperemos que assim seja.
Terminei a minha crónica da passada semana (ver AQUI) questionando se o sub-rendimento de alguns jogadores do FC Porto é, afinal, causa ou consequência da forma pálida como a equipa se tem exibido. Isto é, se a equipa não rende mais porque alguns atletas estão desmotivados e não dão o máximo pelas cores azuis e brancas ou se, por outra, é a própria equipa (e cada vez mais o contexto que a envolve) que está construída de uma forma que não possibilita que os jogadores se sintam confortáveis dentro dela e perfeitamente confortáveis para demonstrar e explanar todo o seu valor.
Sector paradigmático desta dúvida (cuja resposta, no fundo, até pode ter um bocadinho de cada uma) é o meio campo. Paulo Fonseca pensou a zona intermediária do seu FC Porto baseada num esquema de 2+1 e, desde o início da época, as experiências não param e, não parando, nunca se consolidou aquele que é – sem dúvida – o sector fundamental de um colectivo. Ainda mais quando se deseja que a equipa imponha o seu jogo e controle e/ou domine o adversário, consoante os diversos momentos do jogo.
Com a venda de João Moutinho e a saída de Castro, pensar-se-ia que Fernando, Defour, Josué, Herrera, Lucho, Carlos Eduardo e Quintero seriam suficientes para dar conta do recado. Recuperando a dúvida inicial, exceptuando pequenos flashs de jogos (essencialmente Zenit, na Rússia, e Braga, no Dragão), nunca como este ano o meio-campo do Dragão se mostrou tão frágil e inconsequente, tão pouco dinâmico e ameaçador. Com claros erros de palmatória, Fonseca já testou um pouco de tudo. Sempre e sempre sem consolidar uma base, sem descortinar um trio capaz de, com o decorrer dos jogos, se mostrar robusto e coeso.
Se Fernando é (e sempre será até ao fim dos seus dias no Dragão) indispensável, se Lucho partiu sem com isso se resolver qualquer problema (pelo contrário!), se Carlos Eduardo demonstrou até hoje maior capacidade do que qualquer outro para desempenhar o papel de ‘10’ (tão-só porque Quintero, mesmo com a sua genialidade que pode decidir um jogo, está ainda um pouco verde e acusa agora a falta de ritmo e confiança próprias de quem vem de uma lesão), a questão maior continua a ser o elemento que fará companhia a estes dois – Fonseca já aí experimentou Defour, Herrera, Josué, mesmo Lucho e até Carlos Eduardo.
Fazendo uma pequena radiografia das opções disponíveis – para mim, a dúvida passará por entre Defour, Josué e Herrera (isto se Quintero não demonstrar fibra para roubar o lugar a Carlos Eduardo e o brasileiro se assumir, então, como mais uma opção para ladear Fernando, desempenhando um papel semelhante ao cumprido na fase final da época passada, aí no Estoril) –, temos um belga que, motivado pela presença no Campeonato do Mundo, reclama frequentemente oportunidades mas que, a cada aparição, apesar da muita vontade, empenho e atitude (dos poucos, na realidade) evidenciadas, não consegue ser mais do que ‘certinho’, esforçado e com claras insuficiências ao nível da construção de jogo (incrível a forma como nunca arrisca, quer no passe ou no transporte de bola, lateralizando por demais); surge, por outro lado, Josué, sempre voluntarioso, colocando portismo em cada jogada, com excelente qualidade de passe, mas que se perde em quezílias e em confrontos físicos tantas vezes desnecessários, (des)focando-se em muito mais do que no jogo; por fim, o mexicano Herrera, que, em abono de verdade, se ergue como a maior esperança neste quadro – é certo que, por vezes, surge como que fora de jogo, alheado e desconcentrado, e apresenta uma qualidade de passe questionável (o que será sempre um ponto negativo num médio que se pretende de equipa grande); porém, é o único que da linha mais recuada – excluindo Alex Sandro e, ocasionalmente, Danilo –, fruto da sua elevada capacidade técnica, consegue transportar bola e surgir entre linhas, criando desequilíbrios e problemas diferentes aos adversários; em suma, arriscando!
Fernando e Enzo. ‘6’ e ‘8’ de excelência Fonte: Miamiherald.com
Respeitando a forma como Paulo Fonseca pensa o jogo do FC Porto – desde logo a forma como arquitectou o meio-campo -, o médio que acompanha Fernando na mesma linha, teria de ser, idealmente, alguém com grande amplitude de movimentos, um verdadeiro e intenso box-to-box, igualmente competente no processo defensivo quanto na capacidade de criar jogo ofensivo, quer através de passe com qualidade e critério, quer através de transporte de bola com rasgo (principalmente quando o adversário apresenta linhas baixas), permitindo a criação de desequilíbrios e juntando-se a Carlos Eduardo na segunda linha do meio-campo. Mas sabendo ser também inteligente, contemporizando e guardando a bola, se necessário for.
Olhando para os elegíveis do Dragão, jamais vejo Defour a fazer isto, acho Josué longe deste protótipo e apenas Herrera me parece com potencial para interpretar o lugar desta forma. É a solução imediata e perfeita? De todo! Mas é o único que, no seu íntimo, tem as potencialidades que o podem aproximar deste médio de eleição, tornando a equipa ligada e compacta. Um médio de que o FC Porto (ainda) não dispõe mas que não habita tão longe assim do Dragão. 300 Km a sul, vemos Enzo Peréz a interpretar, hoje, como poucos, esta casa táctica (assim lhe chama Freitas Lobo).
O argentino, perto do Porto, longe do FC Porto, agarra o espaço central, com intensidade e rasgo, coração e emoção, e serve de elo de ligação do jogo do Benfica. De Fejsa até Gaitán, Marko ou Rodrigo. De Fernando a Carlos Eduardo (e Varela e Quaresma)? Tens a palavra, Herrera – és o meu desEnzo.
Não pense quem ler este artigo que estou já a começar a construir o caminho para os festejos do título. Pelo contrário. Sempre gostei de manter o maior distanciamento possível dessa situação até que a matemática confirme aquilo por que o coração tanto anseia. E mesmo assim, até o mais cauteloso adepto não se livrou de uma valente lição na época passada no que a esse capítulo diz respeito. Mas não foi só em 2012/2013 que o Benfica deixou fugir a liderança. Vejamos também 2011/12.
Cumprida que está a 18ª jornada da presente temporada, o Benfica veste a camisola amarela e encontra-se a quatro pontos do FC Porto e a cinco pontos do Sporting. Olhando em retrospectiva, na época 2011/2012, ao fim de precisamente 18 jornadas, o Benfica encontrava-se no primeiro lugar a cinco pontos do FC Porto. De uma vantagem de cinco pontos, o campeonato terminou com o FC Porto campeão com seis pontos de vantagem. A página virou-se e um 2012/2013 quase perfeito pelos lados da Luz viu uma fuga à 23ª jornada e um primeiro posto então assegurado a quatro pontos do rival do norte. Conta a história aquilo que foi uma recta final de temporada mascarada de um autêntico desastre desportivo – não de exibições, mas de resultados. Esta é a terceira vez consecutiva que o topo da tabela classificativa sorri ao clube encarnado e em que uma margem semelhante à dos últimos dois anos nos faz olhar para o segundo lugar com um distanciamento que deveria oferecer confiança.
A praticar um futebol cada vez mais coeso, afirmo de forma peremptória que o Benfica é neste momento a equipa com mais armas para chegar ao título. Se, por um lado, um Sporting rejuvenescido surpreendeu tudo e todos com uma entrada fulminante no campeonato e com uma luta incessante pelos lugares cimeiros, também é verdade que – e não querendo estar a concluir a partir de um caso isolado – o jogo na Luz mostrou as fragilidades de um leão em reconstrução. Um factor-surpresa que surpreendeu pouco e uma perda de William Carvalho mal colmatada não esconderam uma equipa com uma estrutura tremida, o que não deveria surpreender ninguém: a campanha 2013/2014 do Sporting está muito acima do que seriam as minhas expectativas para o clube de Alvalade. Por outro lado, este é decerto o FC Porto mais fragilizado dos últimos anos. Ao contrário do que é habitual, este FC Porto não tem conseguido esconder aquilo que são problemas entre direcção e balneário: seja pela partida de Lucho, seja pelo tremido episódio de Fernando, seja pelo próprio Paulo Fonseca, treinador atípico em comparação com os técnicos a que o FC Porto nos tem habituado no seu comando. Ricardo Quaresma foi, sem dúvida, uma contratação inteligente e em tempo útil, mas resta saber até que ponto este FC Porto não se terá descaracterizado.
No entanto, o Benfica vai entrar num ciclo de jogos que quase não vai dar espaço para respirar. Para além de embates na Taça da Liga e na Taça de Portugal, que vão exigir cuidados especiais pelos adversários que se apresentam ao clube da Luz, é já no final deste mês que o Benfica volta à Liga Europa, frente ao PAOK. Na perspectiva daquilo que é a minha principal preocupação e que me motivou a escrever este artigo – a capacidade de gestão deste primeiro lugar no campeonato –, o calendário encarnado pode interferir e muito com as dinâmicas de jogo. Como é natural, terão de ser dadas prioridades, e de falta de banco o Benfica não se pode queixar. No entanto, a orientação que Jorge Jesus vai dar aos seus pupilos não pode deixar de parte, pelo terceiro ano consecutivo, aquilo que é a obrigação de não mais largar o posto mais alto da tabela.
E Garay? Fonte: strettynews.com
Outra nuance poderá ser a saída de Garay. Se é certo que neste momento a falta de Matic não é colmatada na sua totalidade por Fejsa, também é verdade que, apesar disso, o ex-Olympiakos tem cumprido com eficácia e Ruben Amorim também é solução. No entanto, pior do que despir a equipa de uma peça-chave é despir de duas, e a possível saída de Garay não oferece soluções tão risonhas. Eu diria mesmo que a partida do argentino é extremamente evitável nesta altura e que, a acontecer, pode ser um peso enorme naquilo que são as pretensões do Benfica e naquilo que é a necessidade de garantir tranquilidade e consistência de um primeiro lugar que, repito, não soubemos gerir nos últimos dois anos.
Nesta perspectiva, e sumariando aquilo que acima referi, o Benfica tem mais opções, o Benfica é o candidato mais forte ao título, o Benfica tem um técnico que conhece a casa e que passou pelos desaires dos últimos três anos, o Benfica tem de fazer uma boa gestão do calendário, o Benfica tem obrigação de ser campeão nacional.
Esta sexta-feira, começam as festividades, todas as celebrações que marcam o início do mais mediático fim de semana da época regular da NBA. Nos três dias que se seguem, preparem-se para dar saltos de entusiasmo, para gritarem, para se rirem e para, basicamente, apreciarem o basquetebol de espetáculo no seu estado mais puro.
Sessenta e três anos depois da sua primeira edição, o fim de semana dos jogos dos All-Stars continua a juntar fãs de todas as equipas para assistirem a coisas que, num jogo normal, nunca seriam experimentadas.
Antes de mais, vamos, rapidamente, distinguir o que acontece em cada dia. Na sexta-feira, há três jogos: um que envolve confronto entre celebridades, que podem estar ligadas, ou não, ao desporto; uma partida entre jogadores de primeiro e segundo ano; e, para acabar, demonstrações de espetáculo por parte da D-League (Development League), onde podemos assistir a concursos de afundanços e triplos. Por norma, sexta-feira serve para “abrir o apetite” dos fãs. Neste dia, já podemos assistir a brilhantes performances ofensivas por parte dos atletas, e até de celebridades que nunca pensámos que pudessem jogar bem, como é o caso de Kevin Hart. O ator, com 1,63 metros, foi considerado o melhor jogador nos últimos dois anos.
Estes foram os cinco jogadores com mais votos na conferência Oeste Fonte: @NBA
Sábado é um dia muito virado para jogos de perícia, desde o concurso de triplos ao de afundanços. Basicamente, no sábado, tiram-se as dúvidas sobre quem, teoricamente, afunda com mais força e seria capaz de fazer mais espetáculo, e de quem é o atirador furtivo mais perigoso de trás da linha de três pontos. A D-League faz o seu jogo neste dia, também.
Será no domingo que se realiza “O” jogo. Aqueles minutos que têm sido antecipados desde meados de dezembro. Pessoas que viajam milhares de quilómetros, esperam extremamente ansiosas para ver afundanços absolutamente fenomenais, dignos de fazer frente ao de Michael Jordan no filme “Space Jam”.
Quem for fã de basquetebol defensivo não é aconselhado a ver este jogo. Já lá vão 41 anos desde que uma equipa fez menos de 100 pontos. Mas o que é que isso interessa? Afinal, quem vir o jogo, de certeza não ficará arrependido. Estamos a falar dos melhores jogadores da NBA a jogar uns contra os outros, divididos pelas suas respetivas conferências e fazendo-nos vibrar a cada jogada fenomenal que fazem.
Neste ano, os jogadores com mais votos foram Lebron James, dos Miami Heat, com 1 416 419 votos e, de seguida, Kevin Durant, dos Oklahoma City Thunder, com 1 396 294. Destaque para o facto de haver seis estreantes selecionados para o confronto entre Este e Oeste. Stephen Curry, um desses “caloiros”, é o primeiro jogador dos Warriors desde 1995. Kobe Bryant foi votado para o jogo, mas, como estava lesionado, foi substituído por Anthony Davis, dos New Orleans Pelicans, sendo um dos seis estreantes.
Uma das grandes críticas por parte dos analistas é o formato para os votos das equipas, que divide os jogadores em bases e, depois, o resto das posições, negligenciando, por exemplo, os postes. Tanto na conferência Este como na Oeste, não começará nenhum no cinco inicial, tendo de haver uma adaptação dos jogadores. Enquanto Oeste tem Blake Griffin e Kevin Love, que podem fazer essa posição, o lado Este tem Paul George, Carmelo Anthony e Lebron James; nenhum destes jogadores tem tamanho ou peso para fazer essa posição.
Estas são as estrelas selecionadas do lado Este Fonte: @NBA
Não quero alargar-me muito nesses assuntos, pois adoro este jogo e, de um modo muito faccioso, não quero, sequer, admitir que tenha falhas. O máximo que posso dizer é que vai ser um fim de semana estupendo, durante o qual espero ficar com dor de pernas de tanto me levantar com as mãos na cabeça, depois de um afundanço em cima de alguém. Sim, bem sei que parece idiota, mas o basquetebol é um desporto espetacular, e os All-Stars celebram isso da forma mais direta possível.
Agora, a título de curiosidade, não tínhamos três jogadores selecionados para o jogo no domingo, no concurso de afundanços, há 26 anos, altura em que Dominique Wilkins, Clyde Drexler e o grande Michael Jordan o fizeram. Damian Lillard participa em cinco competições diferentes, divididas pelos três dias. Kile Korver, jogador dos Atlanta Hawks, que já vai em 120 jogos consecutivos a fazer pelo menos um triplo, é a grande baixa do concurso de triplos.
Mais não posso dizer porque, muito sinceramente, nem consigo imaginar o que vai acontecer, pois isso é o que caracteriza, não só a beleza deste desporto, mas também a deste fim de semana. Adivinhar vencedores nos jogos de perícia é algo complicadíssimo. Não tenho ideia de quem irá vencer, tanto nos triplos, como nos afundanços, como no jogo entre rookies e jogadores de segundo ano. No grande confronto de titãs, aposto numa vitória da equipa de Oeste.
Por fim, os reservas de ambas as equipas. Nota: Anthony Davis foi adicionado posteriormente. Fonte: @NBA
Começou o Australian Open of Surfing, evento de 6 estrelas do WQS masculino e feminino. Como não podia faltar,os surfistas lusos Tiago Pires, Frederico Morais, Marlon Lipke, José Ferreira, Vasco Ribeiro e Carina Duarte rumaram à Austrália para honrar a bandeira portuguesa. Infelizmente, dos seis surfistas só Vasco Ribeira continua em prova.
Com o mar super pequeno e com pouca força, José Ferreira não conseguiu chegar ao round 3, sendo assim eliminado no segundo round. Também o campeão nacional e vencedor da memorável bateria com Kelly Slater em Portugal não foi além do 2º round, no qual perdeu com um score de 11.30 pontos em 20 possíveis.
Tiago Pires, um dos melhores surfistas do mundo e surfista que incorpora o “elenco” do WCT, também acabou eliminado no round 2 em último lugar na sua bateria, com um total de 13.80 pontos. Marlon Lipke, tal como Saca, também acabou a sua bateria em 4º lugar, com um score total de 9.07 pontos. Por fim, Carina Duarte saiu-se muito bem no seu primeiro heat, ao ter acabado em 2º lugar. No round seguinte esperava-a a grande Sally Fitzgibbons, uma das melhores surfistas do mundo. Carina, apesar de ter lutado até ao fim, não conseguiu alcançar um lugar que lhe desse apuramento para a fase seguinte.
Vasco Ribeiro é o único surfista português que ainda se mantém em prova. Depois de o surfista da Praia da Poça ter tido uma excelente prestação no primeiro heat, com um score de 14.76 pontos, Vasco passou também o segundo heat, desta vez em segundo lugar. Desta forma eliminou Kai Otton, surfista do WCT. Agora, Vasquinho vai enfrentar no terceiro round Mitch Crews, Connor O’Leary e Hiroto Ohhara.
Vasco Ribeiro Fonte: Redbull.com
O evento Capítulo Perfeito está prestes a começar. Com um período de espera entre 13 de Janeiro e 13 de Fevereiro, a organização decidiu que o evento se vai realizar já dia 15 de Fevereiro. Depois de várias tempestades, os organizadores viram que as previsões apontam para condições perfeitas na praia de Carcavelos. Importante frisar que a manobra objectiva é o tubo. Sendo assim, quanto melhores forem os tubos, mais altas serão as notas.
Marlon Lipke, Frederico Morais e Vasco Ribeiro não vão entrar em prova porque se encontram na Austrália. Desta forma serão substituídos por Miguel Blanco, Tomás Fernandes e Pedro Boonman.
Sendo assim, os 16 atletas que irão competir são: Francisco Alves, Filipe Jervis, Ruben Gonzalez, Miguel Blanco, Tomás Fernandes, Pedro Boonman, João Guedes, Alex Botelho, António Silva, Tomás Valente, José Gregório, Rodrigo Herédia, Manuel Cotta, Nicolau Von Rupp, Edgar Nozes e Paulo do Bairro.
A primeira edição do Dubai Tour, que se realizou nos dias 5, 6, 7 e 8 do corrente mês, caracterizou-se pelas suas etapas planas propícias à vitória de sprinters, algum vento, e, como consequência, até alguma areia no ar, em determinados momentos.
Neste contexto, o prólogo veio a tornar-se decisivo para a vitória final na volta, que sorriu ao ciclista americano da BMC, Taylor Phinney. Este venceu a etapa com 9,9km, deixando o seu colega de equipa Steven Cummings a 14 segundos, e Lasse Hansen (Garmin Sharp) a 16. Saliente-se que o pódio não se alterou até ao final da prova.
O vencedor do Dubai Tour, Taylor Phinney Fonte: Praquempedala.com
No entanto, o outro grande vencedor foi Marcel Kittel, da equipa Giant-Shimano, que venceu três das quatro etapas, todas elas com chegadas ao sprint. O corredor alemão mostrou-se numa forma notável sem dar quaisquer hipóteses a nomes como Peter Sagan ou Mark Cavendish. Kittel, com 25 anos, evidencia-se como um dos melhores sprinters da atualidade, senão mesmo o melhor. Quem não se lembra do último grande Tour de France que ele correu, vencendo quatro etapas… Parece que temos Kittel para continuar a vencer.
Em relação à participação portuguesa, é de realçar que tivemos Rui Costa a pedalar pela primeira vez pela equipa da Lampre e a ficar no 15º lugar. A prova não reunia as condições mais favoráveis para o nosso campeão do mundo de estrada, sendo que este utilizou a prova para dar quilómetros às pernas e começar a encontrar a sua melhor forma para a nova temporada.
A equipa do Banco Bic, só com portugueses, também esteve presente na prova, com uma participação algo discreta mas com o ciclista Diogo Nunes a alcançar o 3º lugar na classificação geral dos sprints intermédios.
Assim, apesar de esta edição inaugural se ter revelado pouco aliciante, comparada com o espetáculo a que o ciclismo mundial nos tem habituado, pareceu-me ter sido uma prova que serviu para os ciclistas se começarem a preparar fisicamente para as grandes voltas da temporada.
Noite de terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014, clima surpreendentemente agradável para se jogar futebol. Cobertura do Estádio da Luz a salvo, grande ambiente nas bancadas, duas equipas rivais em campo para discutir o primeiro lugar do campeonato. Benfica de aço, com futebol de grande qualidade; Sporting feito de lã de rocha, a tal substância que foi mais falada em dois dias do que no resto da história da Humanidade.
Para mim, que fui à Catedral, esta partida foi uma delícia. Vi um Benfica, em muitos momentos, de sonho, tal foi o dinamismo e envolvência da equipa. Enzo Pérez foi assombroso, sempre em permanente correria, jogando e fazendo jogar. Por momentos, dei por mim a olhar para aquele homem como que o admirando (não, não tirem daí segundas ideias…), ficando mais uma vez em êxtase por perceber que o meu clube do coração tem nas suas fileiras um atleta deste nível. Na baliza, Oblak bem que podia ter tido junto de si uma cadeirinha e uma bandeja repleta de imperiais, tal foi a tranquilidade que sempre viveu ao longo do jogo. Nas laterais, Siqueira foi bastante competente, enquanto Maxi Pereira ainda deu espectáculo ao assistir para o primeiro golo, num cruzamento que descreveu uma curva digna de um qualquer traçado de Fórmula 1. Depois, no meio-campo, além do já falado Enzo Pérez (jogas tanto, Enzo!), surgiu um Fejsa muito eficaz, em todo o lado, qual Pelé sempre presente nas galas da Fifa. Este internacional sérvio não é um portento de técnica, mas defende muito bem, jogando sempre na antecipação, sendo que já se notam claras melhorias no capítulo do passe. Dará um bom substituto de Matic? Como diria o outro, não sou bruxo, mas cada vez me sinto mais confiante com Fejsa no nosso miolo.
Passando para terrenos mais avançados, Gaitán voltou a provar porque é o mago do Benfica, o mago do campeonato, o homem que leva as bancadas ao rubro. Aqueles pés são poesia, são musicais de sonho, são peças de teatro de classe, são exposições de pintura de encantar. Nico, não deixes esta instituição! Markovic rebelde em campo, algo imaturo nalgumas situações, mas sempre um perigo à solta. Está ali um diamante que ainda pode ser muito lapidado, um miúdo que já faz suspirar muita gente. Na dianteira, Lima e Rodrigo, sempre em movimentações, com Rodrigo a mostrar algumas lacunas no campo da finalização. Mas há que lhes dar mérito, porque se entendem muito bem, porque arrastam defesas nas suas desmarcações, porque são autênticas carraças. Perdoem-me os jogadores do Benfica que entraram neste clássico no decorrer do desafio, mas o texto está a ficar longo, e eu tenho de ir rever jogos do Benfica da época 1993/1994.
Momento de pura classe, o do golo de Enzo Pérez Fonte: sportalentejo.pt
E as duas chapas metálicas que entraram nas redes da baliza do Sporting? A primeira caiu depois de uma excelente jogada entre Fejsa, Maxi e Gaitán, enquanto a segunda saiu do génio de Enzo Pérez (não sei se já disse isto, mas este homem joga que é uma coisa louca). E as outras chapas metálicas que podiam ter batido Rui Patrício? Só à conta de Rodrigo, ficámos a dever um terço da cobertura do estádio. E forma como o Sporting não conseguiu introduzir nenhuma chapa metálica na baliza do Benfica, nem sequer ficando perto de o conseguir? Pois é, pois é, grande Benfica!
Se fiquei preocupado com os acontecimentos do passado domingo? Sim, fiquei. Para já, e enquanto cidadão, fiquei um pouco apavorado quando me apercebi, após ter saído do estádio, de que a situação era complicada. Se fiquei chateado, como adepto do Benfica, por ser a segunda vez que se passou algo do género no Estádio da Luz? Sim, fiquei, porque acho que o Benfica deveria ter tratado prontamente do assunto, aquando dos incidentes em Janeiro de 2013, antes de um Benfica B vs Feirense. Se fiquei preocupado, enquanto adepto do Benfica, com a forma como a Uefa poderia ter reagido, após ter assistido a este imbróglio? Sim, fiquei um pouco, mas depois fiquei contente com o voto de confiança dado pelo organismo máximo do futebol europeu, sendo que assim teremos mesmo a final da Champions na fabulosa catedral; se me deu muito gozo ter ganho ao Sporting? Deu, e muito! Foi fantástico porque sabe sempre bem ganhar a um rival, porque o Benfica jogou muito bem, porque o Sporting foi completamente dominado, e porque me parece que os nossos “amigos” da 2ª Circular ainda não entenderam que o futebol é para ser jogado no relvado, e não com comunicados patetas. Aí, caros leitores, o Sporting Clube de Portugal é imbatível.
Para terminar, umas pequenas notas:
– Espero que o Benfica continue na senda das vitórias, sempre com a consciência de que há muito trabalho pela frente;
– Quero dar os meus parabéns a todos os adeptos do Benfica que, tal como eu, se deslocaram à Luz para assistir ao derby;
– Quero dar, de uma forma sincera, os meus parabéns a Bruno de Carvalho, pela extraordinária análise que fez ao jogo;
– Quero, desde já, disponibilizar-me para doar um rim a Eric Dier, após a maldade de que ele foi acometido;
– Quero referir que é com agrado que escrevo este artigo com muitas referências a materiais de construção civil, após na semana passada ter abordado a engenharia automóvel (tentarei abordar a área da engenharia alimentar, na próxima semana);
– Adoro-te, Enzo Pérez.
E agora, até logo, caros leitores. Tenho de me deitar cedo porque amanhã, logo às 8 horas, tenho de ir a uma loja de materiais de construção, para comprar lã de rocha…
Numa altura em que se inicia mais uma edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, tendo como anfitriã a Rússia, nada melhor do que usar um termo bastante conhecido do mundo do futebol e que tem origem num desporto de inverno, neste caso, o Esqui Alpino.
Para os menos informados, a palavra Slalom refere-se a uma categoria do Esqui Alpino que consiste em percorrer um determinado percurso (marcado com estacas vermelhas) em zig-zag, no menor tempo possível. O desporto é famoso entre os amantes da modalidade porque, obviamente, permite aos esquiadores, durante a descida acentuada, atingir grandes velocidades, enquanto vão ultrapassando os obstáculos do percurso.
Na passada quarta-feira, em San Sebastián, houve um Slalom merecedor de uma medalha de ouro – e não, não foi feito em esquis.
Lionel Messi recebeu a bola, na linha do meio campo, graças a um corte deficiente do defesa José Ángel, e percorreu, literalmente, todo o meio campo contrário entre cinco defesas da Real Sociedad e, já em cima da linha da grande área, rematou para o fundo da baliza de Zubikarai, fazendo o 1-0 para o Barcelona. O encontro acabaria por terminar empatado (1-1), com o clube catalão a garantir a presença na final da Copa del Rey.
A verdade é que Messi, ao longo da sua curta carreira, já nos presenteou com vários golos em Slalom, capazes de fazer levantar do sofá até o mais fleumático dos apaixonados pelo futebol.
Quem não se recorda daquele golo ao Zaragoza? Ou do outro, com apenas 19 anos, frente ao Getafe? Todos eles têm algum em comum: Messi numa “descida” até à baliza adversária, tirando obstáculos pelo caminho a uma velocidade estonteante.
Apesar de o esqui ser um desporto individual e de o futebol ser praticado em equipa, o Slalom é, de facto, a individualização do futebol. É aquele momento em que percebemos a diferença entre o bom e o genial.
Não tenho qualquer duvida de que Lionel Messi é o rei dos Slaloms. O argentino alia a velocidade à técnica como muito poucos o conseguiram até hoje – o futebol de Diego Armando Maradona talvez tenha sido o exemplo mais idêntico daquilo que o astro do Barcelona consegue atualmente fazer.
Depois da lesão contraída no ano passado, que o deixou vários meses fora de competição, Messi está de volta e dá sinais de ser o mesmo que sempre conhecemos. O Barcelona agradece e o futebol também – ok, os adeptos do Real Madrid talvez não tenham ficado muito agradados com o regresso do argentino.
E, por falar em Real Madrid, tal como esperado, os merengues vão acompanhar o Barcelona na final da Copa del Rey (a sétima entre os dois colossos espanhóis).
Não sei se vamos ter Slalom de Messi na final e também não sei quem teve a arte e o engenho de roubar o termo associado ao Esqui Alpino para o futebol. No entanto, seja ele(a) quem for, deixo aqui o meu sincero elogio, pois não me recordo de uma palavra fazer tanto sentido comparativo entre uma corrida de esqui e uma corrida pelo golo.
Se quiserem ver o slalom de Messi frente à Real Sociedad vejam AQUI
Slalom de Messi frente ao Zaragoza, considerado o melhor golo do argentino:
O campeonato parou mas nem por isso as emoções pararam. Foi um fim-de-semana de provas europeias e foi uma jornada que trouxe bastantes alegrias ao hóquei português.
Na Liga Europeia, F. C. Porto e Benfica passearam e golearam os seus adversários. Os portistas, já com o apuramento garantido, golearam o Viareggio por 10-2, com Hélder Nunes a marcar quatro golos, e continuam o seu percurso só de vitórias. Na próxima jornada, o Porto discutirá o primeiro lugar com o Barcelona e até pode perder, desde que seja por uma desvantagem de até três golos. Já o campeão europeu foi à Suíça vencer, também por uma grande vantagem, e selar o apuramento. O resultado foi de 11-2 ao Diessbach, sendo que todos os elementos da equipa encarnada marcaram.
André Girão tem sido peça fundamental no Valongo Fonte: Besthoquei.blogspot.com
Mas o sonho também continua vivo para os outros clubes portugueses. O Valongo já deixou de ser surpresa, na Europa, para começar a ser visto com outros olhos. Os homens do Norte foram a França vencer o Saint Omer por 4-2, com golos de João Souto, Nuno Araújo, Hugo Azevedo e Telmo Pinto. Mas o grande destaque vai para André Girão. Depois do jogo frente ao Benfica, o jovem guarda-redes voltou a estar em grande, salvando, por várias vezes, o Valongo e mostrando que é cada vez mais o futuro da baliza portuguesa. Esta vitória deu o apuramento ao Valongo e a possibilidade de continuar a sonhar com o primeiro lugar, que está a um ponto de distância. O líder não poderia ter melhor regresso às provas europeias.
A única equipa portuguesa que não tem o apuramento garantido é a Oliveirense. Contudo, foi dado um passo importante. No jogo decisivo frente ao Valdagno, os homens de Oliveira de Azeméis arregaçaram as mangas e combateram até ao fim para manterem vivo o sonho de se apurarem. O resultado de nunca desistir foi uma vitória por 5-2, frente ao líder do grupo, algo que mantem a esperança viva. O próximo jogo será no Pavilhão do Réus, onde as duas equipas vão lutar pelo segundo lugar.
João Simões, o líder do Turquel Fonte: Desportoleiria.com
Na Taça CERS, o Turquel carrega a esperança portuguesa na prova e não desiludiu. Frente ao Forte dei Marmi, o clube português venceu por 5-3. Não foi uma vitória fácil, visto que os italianos estiveram a ganhar por 3-1. Mas, sem nunca baixar a cabeça, o Turquel conseguiu dar a volta, levando para Itália dois golos de vantagem, que, no entanto, não é de todo segura. Mas para se ter ideia da reviravolta e da frande vitória que foi, o Forte dei Marmi é o líder do campeonato italiano e conta nas suas fileiras com Pedro Gil, um dos melhores jogadores da actualidade.
Foi uma jornada 100% vitoriosa para as cores portuguesas e que abre grandes expectativas para o resto das provas europeias. É possível acreditar noutro sucesso português como o do ano passado.