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GP dell’Emilia Romagna: “Imperador Max, o Impiedoso” mostra fibra de campeão

A CORRIDA: RED BULL E MERCEDES COM UMA GARAGEM AO SOL E OUTRA À CHUVA

Depois de Lewis Hamilton (Mercedes) conseguir a sua 99ª “pole” da carreira e Sergio Pérez (Red Bull) bater o seu novo companheiro de equipa Max Verstappen para se estrear na primeira linha da grelha, o domingo na região italiana de Emilia Romagna começou húmido e assim permaneceu até à hora de início da corrida. Isto levou os pilotos a alterar as suas estratégias e colocar pneus molhados para o arranque, que se antevia atribulado nesta pista “à antiga”, particularmente técnica e estreita.

Sebastian Vettel (Aston Martin), inicialmente posicionado no 13.º lugar da grelha, é forçado a começar das boxes, enquanto Charles Leclerc apanha um susto na volta de aquecimento ao perder momentaneamente controlo do seu Ferrari, ainda assim sem consequências de maior.

A corrida começa, então, com os pilotos em pneus molhados e intermédios e imediatamente Max Verstappen ataca Hamilton, “alargando os cotovelos” e forçando o heptacampeão largo na primeira curva para assumir a liderança. Ainda durante a primeira volta, mais dois pilotos (Carlos Sainz e Nicholas Latifi, Ferrari e Williams respectivamente) ensaiam piruetas na curva Acque Minerali, onde Leclerc perdera controlo. O canadiano Latifi acaba por ser mesmo o primeiro abandono da corrida, após contacto com Nikita Mazepin (Haas) logo após voltar ao asfalto. Contacto com quatro superfícies diferentes em menos de trinta segundos nunca é bom sinal para um piloto de F1.

Fonte: Formula 1

“Safety Car” em pista, alguns pilotos a recolher às boxes para pneus novos e Mick Schumacher (Haas) também ele a perder controlo do carro perto da saída das boxes enquanto aquecia os pneus, sem consequências de maior além de uma asa dianteira a menos para o “stock” de partes aerodinâmicas da Haas. A equipa americana, para além do andamento inferior, a mostrar-se também sem sorte este ano.

Recomeço de corrida à sétima volta, com Verstappen, Hamilton, Leclerc, Pérez e Daniel Ricciardo (McLaren) no Top 5, mais chuva e uma luta acesa pelo sexto posto, com Pierre Gasly (AlphaTauri), Lando Norris (McLaren), Sainz e Lance Stroll (Aston Martin) todos “roda com roda”. Valtteri Bottas, no segundo Mercedes, ia acompanhando a luta com vista privilegiada e a fechar o Top 10. Verstappen era líder, fazendo voltas mais rápidas da corrida e criando uma distância saudável de quase cinco segundos para Hamilton que, após o contacto na primeira volta, ia tendo dificuldades em controlar o seu danificado Mercedes.

Más notícias para Pérez à viragem da volta 12, ao ser penalizado com um “Stop & Go” de dez segundos por ultrapassar dois carros durante o período de “Safety Car”. Nesta altura, o destaque ia para George Russell, que aos comandos do Williams ia ultrapassando os rivais para se colocar no décimo lugar, último dos pontuáveis. Mais lutas entre os dois AlphaTauri de Gasly e Yuki Tsunoda e os dois Alpine de Fernando Alonso e Esteban Ocon, enquanto Sainz ia fazendo a sua terceira excursão à gravilha com menos de 25% da distância de corrida cumprida, mas ainda assim mantendo o sétimo posto.

À vigésima volta, a corrida estabilizava e os pilotos e engenheiros de corrida iam ponderando a mudança para pneus secos. Vettel foi o primeiro a “morder a bala”, colocando pneus médios para avaliar a aderência da pista numa altura em que pouco tinha a perder – sobretudo após receber, também ele, uma penalização de dez segundos nas boxes por uma infracção pré-corrida. Schumacher, muito atrasado, foi o segundo a tentar pneus “slick” mas, apesar de se começar a formar uma linha de trajectória seca, um “comboio” de paragens parecia ainda precoce nesta altura.

No final da volta 27, e só após muitos protestos por parte do holandês, a Red Bull permite a Verstappen parar para pneus secos. A iniciativa do líder da corrida traz muitos outros pilotos para as boxes nesta mesma volta. Hamilton fica em pista para tentar cobrir a paragem de Verstappen, mas sem sucesso; o britânico reemerge da sua paragem (lenta) ainda em segundo, com a desvantagem de cinco segundos inalterada.

Pouco depois, desastre para Hamilton. O britânico, tal como Max Verstappen, vê-se no meio de uma cacofonia de outros carros e acaba na gravilha ao tentar ultrapassar Russell, caindo para o sétimo lugar e em necessidade de mais uma paragem após danificar a sua asa dianteira. Desastre maior ainda para Bottas e Russell logo de seguida – em luta pelas últimas posições pontuáveis, os dois pilotos têm um acidente violento na travagem para a curva Tamburello (aparentemente sem culpa evidente) e que dita o abandono de ambos. Intervenção imediata, mais uma vez, do “Safety Car”, que depois se transforma numa bandeira vermelha à volta 34. Nesta altura, Max Verstappen, Leclerc e Norris compunham o pódio, enquanto Hamilton e Tsunoda fechavam os lugares pontuáveis.

Oportunidade para trocar de pneus (Max Verstappen e Leclerc em médios, Norris em macios), voltas de atraso apagadas (menos para os dois Haas, que já estavam a duas voltas do líder), derrapagem e susto para Max Verstappen durante o aquecimento e recomeço em pista seca atrás do “Safety Car”. Tsunoda visita a gravilha após luta com Hamilton pelo oitavo posto, enquanto Norris passa Leclerc e Max Verstappen vai marcando o ritmo da corrida. Pérez sai largo por duas ocasiões e cai também ele para fora dos pontos, enquanto Hamilton vai recuperando lugares e aproximando-se outra vez do Top 5, que alcança ao passar Ricciardo no início da volta 42.

Os veteranos Alonso, Vettel e Pérez iam lutando pelo “primeiro dos últimos” 11.º lugar, durante um período de relativa tranquilidade na corrida e com pouco mais de dez voltas para o final. Max Verstappen ia acelerando para uma liderança de 15 segundos sobre a concorrência, ao mesmo tempo que Hamilton “dava tudo” para tentar chegar ao pódio e salvar uma corrida muito atribulada para a Mercedes.

Depois de “despachar” Leclerc e de uma luta intensa com Norris, Hamilton consegue mesmo chegar ao segundo lugar e consumar uma boa recuperação, depois de se ter visto no nono posto e uma volta atrás de Max Verstappen antes da bandeira vermelha. Vettel abandona com problemas de caixa já muito perto do final e bandeira de xadrez, então, para Max Verstappen, que se coloca a um ponto apenas de Lewis Hamilton no campeonato. Pódio também para um muito eficaz Norris, à frente dos dois Ferraris. No campeonato de construtores, a Mercedes continua na frente, mas vê a sua vantagem sobre a Red Bull reduzida para sete pontos. Na perseguição estão McLaren, a 19 pontos, e Ferrari, a 26, com o restante pelotão ainda em “dígitos únicos”.

A próxima corrida está agendada para dia 2 de Maio, e irá marcar o regresso da Fórmula 1 ao traçado de Portimão – uma corrida que Hamilton venceu em 2020. Para a Mercedes, e Hamilton em particular, será vital repetir o sucesso de Outubro se quiser manter-se à frente de uma Red Bull, e Verstappen, em claro momento ascendente de forma. Seja como for, e tendo em conta os primeiros sinais de 2021… a luta promete!

Foto de Capa: Red Bull Racing

FC Penafiel 2-2 CD Cova da Piedade: Equipas anulam-se em jogo de emoções fortes

A CRÓNICA UM PONTO SABOROSO PARA O COVA, UM PONTO AMARGO PARA O PENAFIEL

Com a 29.ª jornada da Segunda Liga já em andamento, o primeiro duelo da tarde deste domingo contou com as forças do FC Penafiel e do CD Cova da Piedade em confronto.

Pese embora a tabela classificativa não corrobore o momento de forma das duas equipas, o Cova da Piedade chegava ao Municipal 25 de Abril com sete pontos conquistados em nove possíveis – desde que Miguel Leal assumiu o cargo -.  Já o Penafiel, estabilizado na oitava posição e com mais sete pontos do que o seu adversário, não conhecia o sabor da vitória há cinco jogos consecutivos.

As equipas encaixaram rapidamente, fruto também de uma disposição tática semelhante. A explicação para os raros desequilíbrios pode partir daí, no entanto, o 4x4x2 padrão das duas equipas foi sofrendo mutações de forma a ultrapassar a organização do oponente.

Entre aproximações tímidas de ambos os lados da barricada, foram os pupilos de Miguel Leal os primeiros a traduzir a ameaça em algo factual. João Vieira apontou o seu décimo golo da época à passagem do minuto 25, colocando os forasteiros no caminho dos pontos.

O equilíbrio pautou a maior nota sobre o encontro, mas a expulsão de Alex Freitas, em cima do intervalo, veio trazer novos ingredientes à partida. O Cova da Piedade viu-se obrigado a recuar e sofreu o golo do empate no pior momento possível: logo a abrir a segunda parte e com a assinatura de Capela, depois da marcação de um pontapé de canto.

Com grande nota artística, o Penafiel colocou-se na frente do marcador depois de uma enorme jogada coletiva, finalizada pelo recém-entrado Wagner. No espaço de 10 minutos, o Penafiel virou o encontro e viu-se numa posição confortável da partida, isto até à expulsão de Rui Pedro.

Em igualdade numérica novamente, a formação caseira sofreu do mesmo mal dos seus oponentes, perdendo a capacidade emocional para gerir a partida nos momentos após a expulsão do atacante português. Os visitantes chegaram ao empate por intermédio de Oliveira, a cara de uma excelente jogada de ataque dos sulistas.

Seguiram-se 20 minutos de emoções fortes, com o Cova da Piedade a acreditar e com o Penafiel, numa única ocasião, pertíssimo de acabar com a seca de jogos sem vencer. Da marca de grande penalidade, as intenções de vitória de Wagner e dos seus companheiros acabaram nas mãos de Adriano.

Um ponto para cada lado após um empate a duas bolas. Miguel Leal e o seu Cova da Piedade somaram mais um ponto na luta pela permanência, estando à condição cinco pontos acima da linha de água. O Penafiel continua sem saber o que é vencer há mais de um mês, sendo sétimo classificado ao fim de 29 jornadas disputadas.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Adriano Facchini – Não teve muito trabalho, é certo. Nos momentos de maior aperto, somou ações interessantes, mas o facto de ter defendido o penalti de Wagner no final da partida catapulta-o para uma posição de destaque.

Com uma palmada, segurou uma série tremendamente positiva da sua equipa na luta pela manutenção. O Cova da Piedade soma 8 pontos em 12 possíveis, respira cada vez melhor e, desta vez, bem pode agradecer o ponto ao experiente guarda-redes brasileiro.

O FORA DE JOGO

Expulsões – Hipotecaram a estratégia de ambos os treinadores. Alex Freitas e Rui Pedro destacaram-se pela negativa. As equipas, como seria de esperar, ressentiram-se em desvantagem numérica e em muito podem culpabilizar as atitudes mal calculadas dos seus jogadores num resultado comum: momentos de aperto no jogo, golos sofridos e incapacidade para pôr em prática os planos trabalhados em laboratório.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PENAFIEL

A estrutura penafidelense para este desafio contemplou um 4x4x2. Apesar da ausência de Bruno César, Pedro Ribeiro montou um sistema ofensivo de elevado gabarito: Ronaldo Tavares e Pedro Soares, auxiliados por Robinho e Rui Pedro a jogar a partir das alas.

É verdade que no papel impunha respeito, mas a formação ressentiu-se das dificuldades conhecidas em momentos de aflição, como por exemplo na transição defensiva e no controlo da profundidade. Apesar disso, o Cova da Piedade não foi extremamente eficaz a explorar essas debilidades, criando perigo sobretudo a partir de cruzamentos teleguiados.

Pedro Ribeiro, sempre interventivo na partida, reagiu logo ao intervalo depois de se ver em superioridade numérica. Sem uma superioridade animalesca, a equipa viu-se em vantagem e com o controlo do desafio até à expulsão de Rui Pedro. Sobrou um jogo ditado a um ritmo lento e com alguns calafrios impulsionados por uma equipa forasteira acabada de empatar a partida e com a pretensão de vencer o encontro.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Luís Ribeiro (4)

Paulo Ribeiro (4)

Capela (4)

Denis (-)

Franco (4)

João Amorim (5)

Robinho (4)

Coronas (5)

Rui Pedro (3)

Ronaldo (5)

Pedro Soares (3)

SUBS UTILIZADOS

Vini (4)

Gustavo Henrique (5)

Wagner (5)

Mateus (-)

Leandro (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD COVA DA PIEDADE

O desenho tático que Miguel Leal preparou no seu regresso a Penafiel consistiu num 4x4x2, sem fugir muito às dinâmicas apresentadas dentro do bom momento em que os de Almada chegavam a esta partida. Uma equipa sólida, organizada e que raramente concedeu tempo e espaço para o Penafiel colocar em prática o seu ideal ofensivo. Em contrapartida, teve rasgos de competência no momento do ataque rápido, não realizando uma exibição por aí além, claramente influenciada pela expulsão de Alex Freitas ainda na primeira parte.

Sobrou a primazia pela estabilidade defensiva durante todo o segundo tempo, ainda com espaço para criar alguns momentos ofensivos dignos de nota. Essa ambição esbarrou com a rápida situação de desvantagem em que a equipa se encontrou. Apesar da notável eficácia do Penafiel na missão de dar a volta ao resultado, fazer menção para a forma coesa e organizada com que Miguel Leal tentou chegar ao golo do empate – com sucesso e já numa situação de 10 para 10 – sempre com a norma urgente do equilíbrio no pensamento.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Adriano (5)

João Amorim (4)

João Meira (5)

Simão Jr. (5)

Filipe Maio (5)

Bruno Alves (4)

Cele (4)

Shimabuku (5)

Alex Freitas (3)

Hugo Firmino (5)

SUBS UTILIZADOS

João Vieira (6)

Arnold (4)

Oliveira (6)

Clebinho (4)

Patrão (-)

Pepo (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC PENAFIEL

BnR: O Penafiel não vence há mais de um mês. Pegando na questão amímica, sente que esta incapacidade para matar o borrego, digamos assim, está mais relacionada com a questão emocional do que com aspetos técnico-táticos?

Pedro Ribeiro: Sim, repare que é transversal a quase toda a época. Tudo nos tem acontecido enquanto equipa. Muitas vezes por algum demérito nosso e não tanto por mérito da equipa adversária. Há sempre mérito da equipa adversária, mas mais por situações que são muito penalizadoras. Portanto, se isto é uma questão mental? É tudo junto. Naturalmente quem está numa fase em que sente que tudo nos vai acontecendo, naturalmente que ficamos mais intranquilos no jogo, nomeadamente naquelas fases do jogo mais emocionais. Com naturalidade e com trabalho diário, com a mesma ambição e com o foco que caracteriza esta equipa, vamos voltar às vitórias.

CD COVA DA PIEDADE

BnR: O mister referiu que em igualdade numérica não tinha dúvidas de que poderia vencer o jogo. Pergunto se sai satisfeito com o resultado perante essa grande condicionante?

Miguel Leal: O jogo tem 90 minutos e mediante o que se foi passando durante o jogo só tenho que sair satisfeito. Não era o que eu queria, porque nós temos o objetivo da manutenção e se ganhássemos os três pontos era quase a nossa salvação. Tem a ver com o nosso momento e um ponto é melhor do que nenhum e nesta altura um ponto pode decidir a classificação e por isso tenho de estar satisfeito.

GP Portugal: É o chamado domínio à la Quartararo

A CORRIDA: LEVARAM À LETRA O “E SE A CASA CAIR… DEIXA QUE CAIA” E QUARTARARO APROVEITOU

Numa união entre MotoGP e Formula 1, os autódromos de Imola e do Algarve respeitaram um minuto de silêncio em memória de Fausto Gresini. O antigo campeão do mundo nas 125cc (a antiga categoria mais baixa) em 1985 e 87 não resistiu à COVID-19. É o adeus de uma figura importante no paddock cujo nome integra uma equipa de MotoGP, a Aprilia Racing Team Gresini.

Fica também a nossa homenagem e uma referência a um momento incrível. Contudo, estava na hora de as luzes se apagarem e os pilotos correrem. O arranque não correu muito bem a Fabio Quartararo e foram muitos que aproveitaram como Johann Zarco (Pramac Racing), Alex Rins, Jack Miller e Marc Marquez (Repsol Honda). A Suzuki a mostrarem que o circuito de Portimão era muito favorável a um bom resultado para as suas motos.

Se nos treinos livres e nas qualificações foram muitos os pilotos que acabaram por cair, primeiro foi Jack Miller (Ducati), que está a ter um início de mundial desastroso. Logo de seguida, também Miguel Oliveira acabou por perder o controlo da sua KTM. Apesar da queda, o português conseguiu voltar à corrida sem grandes perspetivas de um grande resultado.

A 17 voltas do fim, Fabio Quartararo passou por Alex Rins e, a partir daqui, a corrida ficou encarregue à Yamaha do francês. A Suzuki de Rins mostrava-se muito competente no setor dois e três, mas nas curvas onde exigiam mais velocidade a Yamaha era mais forte. Por isso, Rins voltava a sofrer do mesmo problema que tinha enfrentado na última corrida no Qatar. Numa altura em que lutava-se para perceber quem era o mais rápido no circuito: Quartararo, Rins ou Bagnaia (Ducati).

O espanhol da Suzuki, que ia puxando ao máximo a sua moto para acompanhar Quartararo, acabaria por entrar demasiado rápida na curva cinco e deslizar para a gravilha. O fim que Rins não queria. Porém, o grande sortudo do dia era o francês da Yamaha que agora liderava com uma vantagem considerável.

Johann Zarco, que está a fazer um belo início de temporada, ia aproveitando que Rins tinha saído de cena para mais um pódio. Todavia, mais um erro na pista de Portimão e o francês da Pramac acabou por também ele não terminar a corrida. Um erro que custou caro no GP de Portugal e também no mundial.

Com Quartararo já com a vitória no bolso, quem se ia mostrando na luta pelo segundo lugar era Pecco Bagnaia. Apesar dos resultados da Ducati, uma época muito interessante e com uma moto também competente para conseguir melhores posições. O italiano saiu de 11.º lugar, após ter feito a melhor volta da qualificação duas vezes e terem sido anuladas, e conseguiu fazer uma corrida espetacular, terminando em 2.º lugar.

A posição mais baixa do pódio ficou para o atual campeão do mundo, Joan Mir, que ainda sentiu o aproximar de Franco Morbidelli (Petronas Yamaha STR). De destacar, as excelentes prestações de Brad Binder (Red Bull KTM Factory), Aleix Espargaró (uma grande homenagem a Gresini) e também de Marc Marquez! O português Miguel Oliveira terminou em 16.º lugar, numa corrida muito complicada depois de ter caído.

Mais uma vitória para o foguete Quartararo e esta mostrou o domínio que pode ter se estiver nos seus dias. Após o término da corrida, na curva 1, o francês fez uma celebração “à Ronaldo” e gritou bem alto um “SIIII” de mais uma vitória. É a terceira vitória de uma Yamaha, depois de no Qatar terem vencido Viñales e também o próprio Quartararo, e é na mesma moto que se senta agora o líder do campeonato.

CD Nacional vs FC Porto | Madeirenses combalidos encontram Dragões com um só foco

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Primeira Liga, 27.ª jornada: domingo, 17h30, 18 abril de 2021
ANTEVISÃO: DRAGÕES PROCURAM CURAR RESSACA DA CHAMPIONS

O Estádio da Choupana prepara-se para receber um encontro que promete influenciar as contas finais do campeonato. O CD Nacional, último classificado, mas na luta pela fuga da despromoção, vai defrontar o FC Porto que se encontra na segunda posição da Primeira Liga e mantém-se na perseguição ao primeiro lugar.

Os insulares vêm de uma série de resultados negativos e nas últimas oito jornadas apenas conheceram o sabor da derrota. Após a rescisão de Luís Freire, Manuel Machado assumiu o leme da equipa, mas entrou com o pé esquerdo – nos dois jogos que a equipa disputou com o novo técnico saiu derrotada por 5-1, frente ao Portimonense SC e CD Santa Clara. Ainda assim, a manutenção é possível, pois apenas três pontos separam o CD Nacional do 16.º lugar.

NUM CAMPO TRADICIONALMENTE DIFÍCIL PARA TODOS OS CLUBES, OS DRAGÕES VÃO CONSEGUIR PASSAR OS MADEIRENSES NA LUTA PELO TÍTULO? APOSTA JÁ EM BET.PT!

Quanto ao clube nortenho, regista cinco vitórias nos últimos cinco encontros do campeonato e chega a este jogo com as baterias totalmente apontadas para o campeonato. Os azuis e brancos caíram nos quartos de finais da Liga dos Campeões frente ao Chelsea FC, ainda que tenham saído vencedores do jogo da segunda mão. Com o líder Sporting CP a perder quatro pontos na jornada 25 e 26, o FC Porto aproximou-se do primeiro lugar e os índices de confiança na conquista do título dispararam ainda mais. Os azuis e brancos não vão arredar a pé e a conquista destes três pontos é fundamental para a reta final de temporada.

Este vai ser a terceira disputa da época desportiva entre madeirenses e portistas. O FC Porto saiu vitorioso em ambos os jogos – para o campeonato, em dezembro de 2020, venceu por 2-0 no Estádio do Dragão; em janeiro de 2021, a contar para a Taça de Portugal, os dragões ganharam por 2-4 após o prolongamento. A última vez que o CD Nacional roubou pontos ao FC Porto remete-nos a março de 2015 – um jogo que terminou 1-1 na ilha da Madeira. O Estádio da Choupana, em determinadas condições atmosféricas, é um terreno habitualmente difícil, mas prevê-se bom tempo para o jogo de amanhã e uma luta acesa por um lugar ao sol.

 

10 DADOS RÁPIDOS
  1. Nos últimos dez encontros entre CD Nacional e FC Porto, os azuis e brancos saíram vitoriosos por nove vezes;
  2. A última vez que os insulares venceram os portistas no Estádio da Choupana foi em março de 2014 (2-1);
  3. Brayan Riascos é o melhor marcador do CD Nacional com dez golos na sua conta pessoal;
  4. Sérgio Oliveira, por sua vez, é quem mais fez balançar as redes nesta temporada no FC Porto (19 golos);
  5. A maior vitória do FC Porto frente ao CD Nacional foi em 2016/2017 por 7-0;
  6. Em 35 jogos disputados com os dragões, Manuel Machado saiu vitorioso por três vezes;
  7. Em 15 jogos oficiais como treinador contra o CD Nacional, Sérgio Conceição ganhou cinco (quatro pelo FC Porto e um pelo SC Braga);
  8. Nos últimos oito encontros, os madeirenses sofreram 23 golos, menos um que o FC Porto em todo o campeonato;
  9. Os últimos cinco jogos do FC Porto resultaram em cinco vitórias com exatamente dois golos marcados.
  10. Em 45 partidas entre as duas equipas, o FC Porto venceu 34, o CD Nacional sete e o empate prevaleceu em quatro ocasiões.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Brayan Riascos (CD Nacional) – Um verdadeiro panzer no ataque do CD Nacional. Fisicamente é muito forte, rápido a sair na pressão e a jogar com ou sem bola e ostenta um pé direito canhão. Na Liga Portuguesa tem cinco golos marcados e na Taça de Portugal fez uma campanha exímia, ao marcar outros tantos. Há quem diga que o colombiano de 26 anos faz lembrar Marega pelas suas semelhanças nas caraterísticas físicas e técnico-táticas. Apesar de não fazer golos há cinco jornadas, já sabe o que é marcar ao FC Porto – foi um dos marcadores na derrota por 2-4 para a Taça de Portugal.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Mehdi Taremi (FC Porto) – Voltou a fazer gosto a pé frente ao CD Tondela como suplente utilizado e na terça-feira, com o Chelsea FC, candidatou-se ao Prémio Puskás depois da execução perfeita de um pontapé de bicicleta. O ponta de lança iraniano deverá estar nas nuvens e com os níveis de confiança restabelecidos depois da seca de jogos sem marcar. A grande questão é se Sérgio Conceição alinhará Taremi no onze inicial ou vai entrar em campo a partir do banco de suplentes.

 

XI’S PROVÁVEIS

CD Nacional: Riccardo Piscitelli; Kalindi, Pedrão, Rui Correia, João Vigário; Larry Azouni, Nuno Borges, Éber Bessa, Bryan Róchez, Marco Matias, Brayan Riascos.

Manuel Machado: “Este plantel com a anterior equipa técnica já conseguiu fazer um bom jogo contra o FC Porto, nomeadamente na Taça de Portugal aqui, onde chegaram ao final dos noventa minutos com o resultado de 2-2 e a jogar com um homem a menos na parte final do jogo e é com esse catalisador, não com um passado mais distante, que se trabalha para que a equipa acredite que pode fazer um jogo dentro desse nível de qualidade e com um resultado condizente.”

FC Porto: Agustín Marchesín; Wilson Manafá, Pepe, Mbemba, Zaidu; Otávio, Uribe, Sérgio Oliveira, Tecatito Corona; Taremi e Marega.

Sérgio Conceição: “Qualquer jogo do campeonato é complicado. Do último classificado, que é o Nacional, para o 10.º há sete pontos de diferença, se não estou em erro. Faltam alguns jogos e a diferença não é muito grande. A dificuldade é sempre grande, as equipas são competentes. A nossa Liga é sempre difícil, jogar na Madeira é sempre complicado.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: CD NACIONAL 0-2 FC PORTO

Matisse Thybulle vs Tyrese Maxey: Quem trocar? | NBA

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Os Sixers, atualmente detém o melhor recorde na Conferência Este da NBA, mas é cada vez mais evidente a cada jogo que passa que os Sixers precisam de outro craque, alguém para ajudar a tirar a carga de Joel Embiid durante a sua campanha de MVP. Eles conseguiram trocar por George Hill, um base talentoso, mas já fora do seu auge e que não vai fazer a diferença significativa no caso dos Sixers na Conferência Este, especialmente com as recentes aquisições dos Brooklyn Nets.

Apesar da trade deadline já ter passado, os Sixers na próxima época vão ter que tomar uma decisão complicada, caso não consigam chegar às finais da NBA. Caso queiram outro jogador de alto perfil para juntar a Simmons e a Embiid, eles provavelmente serão forcados a trocar Matisse Thybulle ou Tyrese Maxey. A questão é: qual deles?

Tyrese Maxey foi escolhido este ano pelos Sixers e já mostrou o seu potencial enorme, no pouco tempo que está na liga. Claramente o melhor marcador dos dois, ele conquistou um lugar na 2ª unidade do Sixers como o organizador de jogo principal. Este ano, ele já postou um jogo de 39 pontos contra Denver, juntamente com outros desempenhos que captaram a atenção da NBA.

Maxey usa a sua rapidez e agilidade para chegar ao cesto e é um finalizador surpreendentemente bom para a sua altura. Se Maxey conseguir desenvolver mais o seu arsenal atacante e melhorar um pouco a sua defesa, imaginou-o como um sexto homem bastante talentoso no futuro ou até o base de seleção, caso os Sixers queiram colocar Ben Simmons noutra posição.

Já Matisse Thybulle não poderia ser mais o contrário, pois brilha bastante na parte defensiva do jogo e já se consolidou como um dos melhores defesas da NBA. Embora a defesa de Maxey não seja um problema, ela está longe de estar ao nível da de Thybulle, o que lhe permite ter muito mais minutos do que Maxey, já que muitas vezes ele recebe a tarefa de defender o melhor jogador da equipa adversária e também recebe muitos minutos de final de jogo, já que a sua defesa é um ativo valioso.

Se Thybulle pudesse desenvolver mais o seu jogo ofensivo, dado que ainda é um pouco limitado, ele seria reconhecido, facilmente, como um dos melhores jovens talentos da liga, já que sua defesa agressiva pode parar quase qualquer um.

Já Matisse Thybulle não poderia ser mais o contrário, pois brilha bastante na parte defensiva do jogo e já se consolidou como um dos melhores defesas da NBA. Embora a defesa de Maxey não seja um problema, ela está longe de estar ao nível da de Thybulle, o que lhe permite ter muito mais minutos do que Maxey, já que muitas vezes ele recebe a tarefa de defender o melhor jogador da equipa adversária e também recebe muitos minutos de final de jogo, já que a sua defesa é um ativo valioso. Se Thybulle pudesse desenvolver mais o seu jogo ofensivo, dado que ainda é um pouco limitado, ele seria reconhecido, facilmente, como um dos melhores jovens talentos da liga, já que sua defesa agressiva pode parar quase qualquer um.

Eu gostava que os Sixers mantivessem os dois, mas se tivesse que trocar um, seria o Maxey. Embora Maxey possa ser mais novo e mais desenvolvido ofensivamente, acho que Thybulle é mais importante para os Sixers e tem muito mais potencial se puder desenvolver um jogo ofensivo e também pode contribuir mais agora para uma equipa competitiva como o Sixers, que valorizará sua habilidade defensiva na altura dos playoffs.

Foto de Capa: Philadelphia 76ers

Super Adán, o leão que não se importa de salvar o dia | Sporting CP

Na última jornada, António Adán vestiu a capa de super-herói e garantiu mais três pontos para a equipa leonina. Chegou no início da época a Alvalade, a custo zero, vindo do Atlético de Madrid e assumiu a titularidade da baliza verde e branca. Tem sido um dos elementos mais constantes do plantel do Sporting CP e exibe-se sempre a bom plano. Saiba mais sobre António Adán.

O espanhol foi formado em Madrid, no Real. Passou pelos vários escalões de formação e por todos passou com distinção e com muitos minutos acumulados. No entanto, quando ascendeu à equipa sénior dos Los Blancos a sua carreira sofreu uma estagnação. Nas cinco temporadas que realizou pela equipa principal, fez apenas 18 jogos e foi na última época, com José Mourinho, que fez mais partidas pelo clube, foram oito partidas, em 2012/13, a defender as redes madrilenas.

O relacionamento entre o jogador e o clube não estava saudável e, no fim dessa mesma época onde jogou mais, acabou por rescindir o contrato com o Real. Seguiu-se a primeira aventura fora de solo espanhol, no Cagliari. Chegou a Itália no início de dezembro, jogou dois jogos e voltou a sair. Uma curta passagem por Itália que terminou no mercado de janeiro, com o regresso a Espanha.

No começo da temporada, Antonio Adán representava uma incógnita para Rúben Amorim
Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede

De novo em terras de “nuestros hermanos”, desta vez para representar o mais modesto Real Bétis. Foi nos verde e brancos de Espanha que o guardião, na altura com 27 anos de idade, alcançou a titularidade que sempre quis. Ao todo, em cinco épocas, foram 165 jogos com o símbolo do Bétis ao peito. As boas exibições do guardião permitiram ao clube ascender na tabela e conseguir chegar aos lugares que dão acesso ao futebol europeu. Como os bons jogos não passavam despercebidos a ninguém, despertaram o interesse aos olheiros do Atlético de Madrid.

Se antes era suplente de Iker Casillas, passou a ser suplente de Jan Oblak, ou seja, a situação, para Adán, não melhorou muito. Outros dois anos em que, apesar de ser uma opção de confiança quando saltava do banco, o jogador não era uma opção regular e só fez sete jogos.

Até que o Sporting CP entra em cena. Os leões procuravam um bom guarda-redes, experiente e com provas dadas e Adán, para além de preencher todos estes requisitos, era apenas suplente e procurava mais tempo de jogo. Juntou-se o útil ao agradável e o casamento entre leões e Adán acabou por se concretizar.

Diante do SC Farense, no último embate dos leões, Adán foi considerado o melhor em campo
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Agora, Adán volta a fazer uma temporada onde é a escolha habitual e está a desempenhar um papel fundamental no Sporting CP, apresentando-se como um dos melhores guarda-redes do campeonato português. A temporada ainda não acaba e o espanhol já conta com 32 jogos, 19 partidas sem ter de ir buscar para falar ao fundo das redes (menos golos sofridos) e com 2880 minutos.

Como já foi possível verificar, Adán é extremamente forte entre os postes, pois apresenta sempre elevados índices de concentração e tem grandes reflexos. Para além disto, sente-se bastante confortável nos ares, quando sai a cruzamentos. Apesar dos seus 33 anos, mesmo contando apenas o curto espaço de tempo que esteve em Alvalade, nota-se evolução nas suas prestações. Por fim, é também um elemento importante sobretudo na passagem de conhecimento e de experiências para as gerações mais novas de guarda-redes de Alcochete.

Em suma, apesar de, às vezes, nem se dar por ele e não ser o principal foco, Adán é uma das figuras desta caminhada sportinguista. Com muita experiência, traz o que uma equipa jovem como o Sporting precisa, ou seja, segurança e eficiência.

SL Benfica 5-4 OC Barcelos: Barcelenses caem para o terceiro lugar

A CRÓNICA: UMA PARTIDA “CONTRA O VENTO”  

O SL Benfica conseguiu levar a melhor sobre o OC Barcelos e deixou uma imagem positiva, no final da fase regular.

Os encarnados começaram mais ativos no ataque e chegaram cedo ao 1-0, numa bola jogada concluída por Ordoñez. O OC Barcelos tentou equilibrar a partida e conseguiu, através de um remate de meia distância de Luís Querido.

A segunda parte acabou por ser mais animada do que a primeira. O OC Barcelos teve boas oportunidades para completar a cambalhota no marcador no início do recomeço da partida, só foram os encarnados a marcar. Num lance algo confuso, com vários ressaltos, Ordoñez voltou a ser eficaz.

O SL Benfica ficou mais ativo no jogo e teve vários lances de perigos para alargarem a vantagem e até desperdiçaram uma grande penalidade. Contra a corrente do jogo, foram os visitantes a finalizarem, numa boa incursão de Gimenez que, rodopiou e fez o 1-2.

As equipas tiveram ambas oportunidade de um livre direto por chegarem à décima falta, mas nenhuma aproveitou. A partida acabou por ficar numa toada mais morna e o marcador voltou a mudar outra vez perto do final da partida. Na sequência de uma boa jogada de envolvência coletiva, Luís Querido bisou e colocou o OC Barcelos, pela primeira vez, em vantagem.

Mais uma contradição no jogo, quando o SL Benfica estava a jogar com menos um pelo cartão azul dado a Diogo Rafael, foi a equipa da casa a marcar. Numa perda de bola do adversário, o Benfica lançou um contra-ataque rápido concluído por Ordoñez.

Rocha ainda colocou o OC Barcelos novamente em vantagem, mas o Benfica conseguiu a reviravolta no último minuto da partida. Perdas de bola dos visitantes com os encarnados a aproveitarem para conseguirem garantir a vitória nos segundos finais.

A FIGURA

Fonte: SL Benfica Modalidades

Ordoñez – Importantíssimo e decisivo no desfecho do jogo. Quatro dos cinco golos dos encarnados foram marcados pelo internacional argentino, que esteve sempre muito ativo e dinâmico no ataque.

O FORA DE JOGO

🍀Resultado final.

🤜🤛Não era o que pretendíamos, mas seguimos juntos e determinados.

🌟Olhos postos já no playoff.💙🤍

Pubblicato da Óquei Clube de Barcelos su Sabato 17 aprile 2021

Perdas de bola em movimento ofensivo do OC Barcelos – Erros na gestão da posse debola na segunda parte permitiram ao Benfica transições rápidas perigosas, com alguns dos lances a serem decisivos para a partida.

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O SL Benfica conseguiu, através de uma gestão de posse, criar desequilíbrios na defesa barcelense através do ataque apoiado na primeira e de transições rápidas na segunda. Ordoñez era o elemento que recebia a bola sempre que esta chegava à área adversária

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Pedro Henriques (7)

Valter Neves (7)

 Diogo Rafael (5)

Gonçalo Pinto (7)

Lucas Ordoñez (9)

SUBS UTILIZADOS

Marco Barros (-)

Edu Lamas (6)

Miguel Vieira (6)

Aragonèz (6)

Rampulla (6) 

ANÁLISE TÁTICA – OC BARCELOS

A equipa de Rui Neto tinha de lutar pela vitória para garantir o segundo lugar. No entanto, a reação à perda de bola esteve bastante abaixo do esperado e a equipa ficou exposta às transições rápidas do Benfica. No ataque, tentou fazer uso dos remates de meia distância perante a muralha encarnada.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Conti (7)

Zé Pedro (5)

Luís Querido (7)

Dario Gimenez (6)

Miguel Rocha (7)

SUBS UTILIZADOS

Joka (-)

Tomás Pereira (5)

Joca Guimarães (6)

Rafa (6)

Rafael Lourenço (5)

Foto de Capa: SL Benfica Modalidades

Athletic Club 0-4 FC Barcelona: Catalães conquistam Taça do Rei com exibição categórica

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A CRÓNICA: UMA AUTÊNTICA AULA DE FUTEBOL OFENSIVO

O Estádio de La Cartuja, em Sevilha, foi o palco da final da Taça do Rei de Espanha da presente temporada entre o FC Barcelona e o Athletic Club. Os bascos, que perderam a edição da época transata que foi jogada há cerca de duas semanas, viam aqui uma oportunidade de se “vingarem”, enquanto os catalães procurariam regressar aos títulos.

O FC Barcelona entrou a todo o gás na partida, criando a primeira grande oportunidade de golo à passagem do minuto 4’, quando Frenkie De Jong enviou uma bola ao poste esquerdo da baliza defendida por Unai Simon. O Atlethic tentou responder e teve nos pés de Iñigo Martínez uma grande oportunidade para faturar mas a bola não entrou. Com o decorrer do tempo, as chances de golo foram diminuindo, mas o domínio do Barça foi avassalador e apenas faltou o golo para coroar uma grande primeira parte da equipa catalã.

No começo do segundo tempo, os blaugrana voltaram a entrar com tudo, mas Unai Simón negou o golo primeiro a Griezmann, e depois a Busquets, com estrondosas defesas. Completamente encostado às cordas, seria uma questão de tempo até o Bilbao ceder, e assim foi, quando Griezmann inaugurou o marcador a favor do Barcelona, ao minuto 60’. Três minutos depois, foi a vez de de Jong aumentar a vantagem, fazendo também ele o gosto ao pé, deixando os catalães mais perto de erguer o troféu. Com o pé no acelarador, foram precisos apenas mais cinco minutos para a formação orientada por Ronald Koeman, desta feita por Lionel Messi. O astro argentino não se contentou, e voltou a faturar volvidos apenas quatro minutos.

Com tamanha vantagem no marcador, bastou ao Barcelona controlar o jogo à sua maneira até ao apito final, com o resultado a manter-se nos quatro golos sem resposta. Posto isto, com este triunfo, os blaugrana voltam a festejar a conquista de um título, adicionando ao seu palmarés a 31ª Taça do Rei.

 

A FIGURA


Lionel Messi – O astro argentino mostrou-se no seu melhor nesta partida, realizando uma exibição espantosa, que foi premiada com um bis, o que lhe permitiu tornar-se no melhor marcador da história da competição.

 

O FORA DE JOGO


Estratégia do Athletic Bilbao – A formação basca pecou no lado estratégico, no sentido em que entrou para este encontro numa clara dinâmica de contenção, acabando por não criar qualquer perigo ao adversário a nível ofensivo. Foram castigados com uma goleada.

 

 

ANÁLISE TÁTICA – ATHLETIC CLUB

A formação orientada por Marcelino García Toral apresentou-se organizada num sistema tático em 4-4-2 clássico, claramente de contenção face ao estilo de jogo ofensivo e de pressão alta que o FC Barcelona conseguiu imprimir no encontro. Sem muitos argumentos para contrariar o adversário, a postura defensiva assumida pela formação basca custou-lhes caro, acabando por ser goleados, numa partida em que praticamente não incomodaram o guarda-redes adversário.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Simón (6)

De Marcos (6)

Yeray (6)

Martínez (6)

Balenziaga (6)

Berenguer (6)

García (6)

López (6)

Muniain (6)

Williams (6)

García (6)

SUBS UTILIZADOS

Lekue (5)

Vesga (6)

Nunez (6)

Villalibre (6)

Berchiche (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BARCELONA

Os catalães organizaram-se num dispositivo tático de 3-1-4-2, numa linha defensiva que contou com o regresso de Gerard Piqué. Os catalães dominaram o jogo em todas as suas vertentes, sendo avassaladores no momento ofensivo, com um troca de bola deslumbrante, que baralhou por completo o adversário. Com 78% de posse de bola e com quatro golos sem resposta a seu favor, é caso para dizer que foi um resultado justíssimo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

ter Stegen (7)

Mingueza (7)

Piqué (7)

Lenglet (7)

Busquets (7)

Dest (6)

de Jong (8)

Pedri (7)

Alba (8)

Messi (7)

Griezmann (9)

SUBS UTILIZADOS

Araújo (6)

Roberto (6)

Moriba (6)

Dembelé (-)

Braithwaite (-)

 

Rio Ave FC 0-0 SC Braga: Maré de inoportunismo e desinspiração

A CRÓNICA: COM DALA, O RIO AVE FC PODIA TER IÇADO A BANDEIRA VERDE

O mar, essa longínqua esfera que assume dimensões e simetrias bem planas ordenava, sob o Estádio dos Arcos, uma brisa amena e débil em intensidade.

Filipe Augusto e Galeno levantaram as primeiras ondas, mas os guarda-redes, enquadrados e atentos, mergulharam no cimo das respetivas cristas.

Borevkovic foi molhar os pés, levou um balde furado, levantou-o sobre próprio corpo e – respeitando os trâmites da gíria – meteu água (23′): Ricardo Horta aproveitou a falha, colocou em Fransérgio e este disparou para defesa apertada de Kieszeck.

Realizada a aritmética concernida aos livres diretos, F. Geraldes arremessou para o interior da grande área minhota e Carlos Mané, oriundo da término do areal, dispara às malhas laterais (31′).

O naufrágio espreitou, mas redundou apenas em susto: após perda de bola de Filipe Augusto, A. Ruiz conduz a bola até à grande área vilacondense e deposita em Galeno; este simula o remate e permite que Borevkovic lhe beije os pés, remata na diagonal e é travado pelo movimento da luva do polaco (38′). Gera-se, posteriormente, um imbróglio na área, mas a equipa de arbitragem assinala fora-de-jogo.

Do outro lado, contemplou-se – por momentos – o afundar de uma jangada de papel. Rolando, após fazer ressaltar a bola num companheiro de equipa, perde terreno para a desmarcação de G. Dala (44′): este atira contra o corpo de Matheus e, na sobra, o literato F. Geraldes constituiu-se um óbice ao outorgar da fatalidade e vantagem vilacondense.

A primeira metade primou pela acalmia da maré. Esperava-se, de parte a parte, que a bandeira verde ou vermelha fosse içada.

Guga correu exasperadamente e cruzou dois corredores, deixou a bola à guarda de G. Dala (52′), mas a prancha apresentou uma brecha na altura de ludibriar a igualdade.

O Rio Ave FC brotava entusiasmo e sentia que podia aplicar o golpe misericordioso volvidos os minutos do relógio. Contudo, Gelson Dala comprometeu as aspirações da equipa e viu o vermelho direto (80′). Cabia, ao SC Braga, aproveitar a situação e tirar proveito da superioridade numérica.

João Novais (87′) e Zé Carlos (90′) ainda investiram em equipamento para domar as ondas, mas Kieszek e a má abordagem do lateral direito não chegaram a bom porto.

O SC Braga recupera um ponto na desvantagem que mantém em relação ao SL Benfica e manteve o quarto lugar na tabela classificativa.

A FIGURA

Meio-campo do Rio Ave FC – Podia, neste parâmetro, constar o nome de P. Kieszek. O miolo dos vilacondenses, em superioridade numérica, criou e causa muitas dificuldades à equipa bracarense. Guga, com espaço, gerava e produzia iniciativas atacantes; Filipe Augusto combatia mais atrás, juntamente com Tarantini, encurtava espaços e era o responsável pelo prólogo de jogadas ofensivas. Com 11 até ao fim, a história podia ter sido distinta…

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Definição e critério no último passe do SC Braga – Não compareceu em jogo. Ricardo Horta e Fransérgio, em dias normais, costumam ser exímios na aplicação. Galeno, num dia sim, idem aspas. Abel Ruiz, quando inspirado, a mesma história. Além disso, pecaram a ausência de triangulações e “tabelinhas” entrelinhas, a busca pelo movimento interior e o ataque à recuperação de segundas bolas.

 

ANÁLISE TÁTICA – RIO AVE FC

Defronte do Boavista FC, no Estádio do Bessa, Miguel Cardoso montou o habitual 4-3-3 com F. Geraldes subido no terreno para urdir o apoio necessário a Gelson Dala e com um meio campo musculado, utilizando uma linha de três composta por Tarantini, Pelé e Gonçalo Rodrigues. Hoje, diante da formação bracarense, apostou em dois médios mais recuados (Tarantini e F. Augusto) e mais três responsáveis pelas investidas ofensivas (Guga, C. Mané e F. Geraldes) tendo em mente o suporte a profundidade de Gelson Dala.

Durante a primeira metade, registaram-se algumas falhas e tumultos do ponto de vista defensivo face a uma pressão em zonas altas do terreno, imediatamente realizada ao portador da bola. Gelson Dala e Carlos Mané, quando solicitados na profundidade, faziam crescer água na barba do quarteto defensivo do SC Braga. O controlo do meio-campo esteve, maioritariamente assegurado pelo facto de a equipa dispor de superioridade numérica nesse setor.

A segunda parte trouxe, do balneário do Rio Ave FC, resquícios de temeridade e atrevimento: os vilacondenses cresceram no terreno e ambientaram-se às anotações e estratégias dos oriundos de Braga. Guga era um dos motores da equipa e Filipe Augusto compensava e colmatava possíveis situações de perigo adversário. A nível defensivo, o quarteto reduziu as preocupações e anulou as investidas quer na profundidade, quer na demanda das entrelinhas e movimentos interiores.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

P. Kieszek (7)

I. Pinto (7)

T. Borevkovic (6)

A. Santos (7)

P. Amaral (7)

Tarantini (6)

F. Augusto (7)

C. Mané (6)

G. Rodrigues (8)

F. Geraldes (7)

G. Dala (6)

 

SUBS UTILIZADAS

N. Monte (-)

Costinha (-)

Anderson (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

Face ao empate caseiro que opôs os guerreiros ao Belenenses SAD, Carlos Carvalhal alterou algumas peças no xadrez, quer defensiva, quer ofensivamente: no setor mais recuado do terreno, R. Esgaio e R. Silva deram lugar a Z. Carlos e Rolando; no miolo, Castro rendeu A. Elmusrati; na frente atacante, o técnico português invocou a presença de João Novais no apoio a A. Ruiz e preteriu A. Sporar e N. Gaitán.

Nos primeiros 45 minutos, defensivamente, regista-se o lapso provocado por Rolando e corrigido por Matheus. Várias e vãs foram as investidas ofensivas na cata da profundidade de Galeno, R. Horta e A. Ruiz. Castro e Fransérgio perderam, inúmeras vezes, o controlo e a batuta do miolo, facto comprovado pela inferioridade numérica nesse setor. Zé Carlos e N. Sequeira, a nível ofensivo, não corresponderam ao nível exibido em alguns jogos da temporada. Parte do perigo criado surgiu a partir de bolas paradas.

No segundo tempo, o SC Braga acionou o “complicómetro” e não personificou a vingança nem esvaziou o espírito perdulário característico da primeira parte. Até à expulsão de G. Dala, escassas foram as vezes nas quais chegou com perigo à baliza adversária. A gestão da posse, quando feita, circunscrevia o último terço do terreno, mas o último passe e a definição não compareceram. Permaneceu a incontinência defensiva e a criação a partir da linha mais recuada. Além disso, as substituições não surtiram o efeito devido: Sporar apenas marcou presença na ala, faltou o génio de Gaitán e Piazón limitou-se a afunilar o jogo pelo lado esquerdo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Matheus (7)

Z. Carlos (6)

V. Tormena (7)

Rolando (7)

N. Sequeira (6)

R. Horta (7)

Fransérgio (6)

Castro (6)

Galeno (6)

João Novais (7)

A. Ruiz (6)

 

SUBS UTILIZADAS

N. Gaitán (4)

L. Piazón (4)

A. Sporar (4)

A. Horta (-)

C. Borja (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Rio Ave FC

BnR: Boa noite, mister. Fica a sensação de que, de igual para igual, o resultado poderia ter sido diferente? Pergunto-lhe isto porque, principalmente na segunda metade, houve – digamos – um controlo do meio campo por parte da sua equipa, até à expulsão.

Rui Santos: Exatamente! Uma interpretação muito inteligente da sua parte. E eu comungo da mesma. O SC Braga só começou a criar oportunidades a partir do momento da expulsão, ou seja, em superioridade numérica.

 

SC Braga

BnR: Boa noite, mister. No cômputo geral, faltou definição e critério no último passe. As substituições que realizou tinham em mente a resolução desse fator? Pergunto-lhe ainda se o facto de a profundidade, em grande parte dos lances, ter sido travada prejudicou aquela que seria a estratégia previamente delineada?

Carlos Carvalhal: Sinceramente, não sei o que responder. Não vi o jogo dessa forma. Gostei da prestação da equipa. Não tínhamos essa estratégia delineada. Penso que exploramos a profundidade. Inclusive existem um ou dois jogadores isolados defronte do guarda-redes. Tivemos situações de ataque pela direita, pela esquerda, pelo meio. Estou mais satisfeito com os jogadores do que com o resultado. Encontramos pela frente um Rio Ave que também precisa de pontos e que também fez pela vida para tentar vencer a partida. Eles também tiveram mérito na forma como abordaram o jogo. No jogo contra o Belenenses SAD, tivemos menos oportunidades claras de golo. Quanto ao critério, concordo em parte. Nós definimos bem, penso é que, no momento da concretização, não soubemos dar a melhor resposta.

Belenenses SAD 2-0 CS Marítimo: Jogo dos “gritos”, mas quem venceu foram os da casa

A CRÓNICA: O ÚLTIMO A MEXER GANHOU

O Belenenses SAD venceu o CS Marítimo por dois a zero. Os golos do encontro foram apontados por Miguel Cardoso e Francisco Teixeira.

Numa primeira parte em que as duas equipas se encaixaram, foram os desequilíbrios individuais que fizeram a diferença. A primeira ameaça foi do CS Marítimo. Ali Alipour podia ter inaugurado o marcador aos dois minutos, mas Kritciuk conseguiu defender junto ao poste direito. Aos 34 minutos, Cassierra mostrou como neste tipo de jogos a qualidade individual faz a diferença. Lucas Áfrico cometeu grande penalidade e Miguel Cardoso inaugurou o marcador no Jamor.

O segundo tempo foi o tudo ao nada para o CS Marítimo. Foram várias as oportunidades flagrantes. Primeiro, Joel Tagueu esteve muito perto de marcar, mas Kritciuk defendeu o cabeceamento. De seguida, Ratif Guitane falhou uma oportunidade flagrante depois da defesa de Kritciuk ao cruzamento de Alipour. A entrada de Ramires equilibrou mais o jogo para os lados da equipa da casa e Francisco Teixeira acabou por fazer o xeque-mate final já no cair do pano.

Com este resultado, a equipa do Belenenses SAD dá um importante passo na fuga pela linha de água. Já o CS Marítimo fica numa posição muito desconfortável na tabela classificativa da Primeira Liga.

 

A FIGURA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Entrada de Bruno Ramires – O jogo estava claramente descontrolado para o Belenenses SAD e só a entrada de um médio defensivo para uma zona muito ofensiva do terreno deu estabilidade para travar a primeira fase de construção do CS Marítimo.

O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Incapacidade de resposta do CS Marítimo – Face à substituição de Bruno Ramires, a equipa do CS Marítimo ficou sem argumentos para criar o mesmo perigo que tinha criado no início da segunda parte. Talvez uma tentativa de um 4-4-2 com Joel e Rodrigo Pinho na frente pudesse surpreender de novo.

 

ANÁLISE TÁTICA – BELENENSES SAD

O Belenenses SAD apresentou-se no habitual 3-4-3, com o principal destaque a dupla Afonso Sousa e Afonso Taira no meio campo e o trio ofensivo constituído por Varela, Cassierra e Miguel Cardoso. A verdade é que a equipa ressentiu-se da pressão e garra do CS Marítimo para tentar marcar o primeiro. O golo da equipa mostrou como neste tipo de jogos, a qualidade e criatividade individual fazem toda a diferença. Na segunda parte, a surpresa no esquema tático de Júlio Velázquez obrigou Petit a surpreender também Só com a entrada de Bruno Ramires mais na zona ofensiva do terreno (o jogador é médio-defensivo de origem) é que a equipa da casa conseguiu segurar o resultado final e pôr fim ao ímpeto da equipa maritimista no inicio da segunda parte.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kritciuk (8)

Tiago Esgaio (6)

Tomás Ribeiro (6)

Henrique Buss (7)

Gonçalo Silva (6)

Rúben Lima (6)

Afonso Taira(6)

Miguel Cardoso (7)

Cassierra(7)

Afonso Sousa (5)

Silvestre Varela (6)

SUBS UTILIZADOS

Cafú Phete (6)

Bruno Ramires (7)

Francisco Teixeira (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – CS MARÍTIMO

A equipa insular apresentou-se num 3-5-2 com a dupla ofensiva a ser constituída por Joel Tagueu e Alipour. As bolas aéreas, o jogo muito direto e os pontapés de meia-distância foram as armas do CS Marítimo para ferir a equipa da casa. Na segunda parte, a mudança tática de Júlio Velázquez quase saiu na perfeição com Rodrigo Pinho, Joel e Alipour a formarem um trio num 4-3-3. Contudo, a equipa estagnou com a entrada de Bruno Ramires pelo Belenenses SAD.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Amir (5)

Cláudio Winck (5)

Lucas Áfrico (4)

Renê Santos (5)

Andreas Karo (5)

Marcelo Hermes (5)

Jean Irmer (5)

Pedro Pelágio (5)

Edgar Costa (5)

Ali Alipour (6)

Joel Tagueu (7)

SUBS UTILIZADOS

Rodrigo Pinho (6)

Ratik Guitane(6)

Jorge Correa (-)

Rúben Macedo (-)

Fumu Tamuzu (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Belenenses SAD

BnR: O esquema tático apresentado pelo Marítimo no início da 2.ª parte acabou por trazer algumas dificuldades à sua equipa. Sente que foi muito pela entrada de Bruno Ramires que conseguiu estabilizar a equipa e ficar mais perto da vitória final?

Petit: Sim, também fruto de estar a ganhar 1-0, é normal que houvesse uma reação do CS Marítimo mudando o seu sistema, passando para dois avançados numa linha de quatro. Soubemos sofrer, mas com a entrada do Bruno depois acertámos e depois tivemos uma ou outra situação em que pudemos fazer golo.

CS Marítimo

BnR: O Marítimo entrou muito bem na 2.ª parte até pela surpresa na formação tática apresentada, mas a equipa do Belenenses SAD colocou Bruno Ramires e estabilizou mais o jogo. Faltou mais um fator surpresa da sua equipa para conseguir lutar por outro resultado?

Júlio Velázquez: Podíamos ter surpreendido com Pellé entrelinhas mas Pellé não estava. Que maior surpresa do que as modificações que fizemos ao intervalo… Tentámos acumular jogadores dentro para explorar os corredores de fora. Criámos ocasiões de bola parada, tivemos jogo dinâmico.