Início Site Página 11238

Força da Tática: Como jogas, menino Félix!

A retoma da Liga Espanhola não trouxe novidades para os lados do Club Atlético de Madrid e, especificamente, para o menino dos colchoneros, João Félix. Após eliminarem o campeão europeu e agora campeão de Inglaterra, o Liverpool FC, da Liga dos Campeões, e com uma atuação de alto nível de João Félix, eis que no regresso à competição, o craque português voltou a deliciar os apaixonados do jogo com duas exibições de qualidade. No primeiro jogo marcou dois golos, no entanto foi no segundo jogo que mostrou toda a sua categoria enquanto jogador.

Quase sempre posicionado entre a linha média e a linha defensiva adversária, João mostra pormenores que são verdadeiros “pormaiores” na forma como eleva a fluidez do jogo dos colchoneros.


João joga com uma liberdade e leveza completamente anormal no mundo do futebol, ainda para mais num jogador com apenas 20 anos. Cognitivamente, é um jogador do mais elevado patamar! Identifica constantemente o meio que o envolve através de “fotografias” que tira por cima do ombro, procura por soluções, busca o espaço livre e antes de receber já tomou a decisão da ação seguinte.

Quando recebe fá-lo como poucos! É raro encontrar jogadores com a noção de receção orientada tão bem vincada como o avançado português. Seja para acelerar, seja para pausar, a receção tem sempre uma intencionalidade e um propósito. Até em momentos em que a receção é de dificuldade máxima, João faz parecer fácil e mantém a posse em condições que seriam impossíveis para outros.

Após receber, tem um critério e uma criatividade com bola do mais alto nível. Em espaços curtos inventa as suas próprias linhas de passe, as suas próprias jogadas e simplifica as ações para os colegas. A cada toque, a cada receção, a cada passe cria condições para que a equipa e colegas tenham sucesso. Escrevi à uns tempos um artigo onde falava do “passe que fala”, o passe que induz ao colega a próxima ação; João faz isso parecer fácil. Uma naturalidade em cada gesto!

Em transição ofensiva é também diferenciado, mostrou isso, por exemplo em Anfield. Pela sua capacidade de definição, destreza motora e pelos argumentos técnicos absurdos, consegue encontrar sempre soluções para dar continuidade ao contra-ataque.

A forma como se move e procura os buracos da linha média para receber entre-linhas, a sua habilidade motora que lhe permite enquadrar de frente, virar-se, mudar de direção, rodar…, é impressionante, e tudo isso num intervalo de tempo limitadíssimo,

Depois a aparecer em zonas de finalização é também superlativo, seja em remates a médias e curtas distâncias ou mesmo na frente do guarda-redes. Mesmo assim, a finalização é um aspeto a melhorar, nomeadamente nas movimentações dentro da área e no jogo aéreo.

Vê antes de todos os outros e executa melhor que os restantes, um verdadeiro diamante…, só de pensar que o seu atual rendimento ainda não se aproxima do real potencial, faz-me acreditar que estará aqui mais um Bola de Ouro português no período pós-Ronaldo.

Luís Castro| Um bom homem do futebol

O técnico português é bastante carismático, não por situações polémicas ou atitudes antidesportivas, mas sim pelo seu profissionalismo, paixão pelo futebol e por ser um exemplo na promoção de um desporto saudável, combatendo as hostilidades. Aos 58 anos, conquista o primeiro grande título da sua carreira, após 23 anos de carreira como treinador.

Na sua época de estreia em palcos internacionais conquistou o campeonato ucraniano ao serviço do FC Shakhtar Donetsk. O treinador luso conseguiu assegurar o quarto título consecutivo de campeão para o colosso ucraniano. Num estádio sem massa associativa, o Shakhtar sagrou-se vencedor da liga, algo que significa muito para os seus adeptos, devido aos conflitos político-sociais que se vivem em Donetsk, e pela forma como vibram pelas conquistas do clube. Desta forma, Luís Castro continua o legado deixado por Paulo Fonseca, que se havia sagrado campeão ucraniano pelo mesmo clube nas três épocas anteriores, entre 2017 e 2019.

Chegou ao principal escalão do futebol nacional em 2004/05, pela mão do FC Penafiel, que representou por duas temporadas. Na segunda época não evitou a descida de divisão, e acabou por sair. Posteriormente, na época 2006/07 assumiu a função de coordenador de formação no FC Porto, cargo que ocupou durante sete temporadas. Em 2013/14 assumiu o comando técnico da equipa B do FC Porto, na Segunda Liga, mas nessa mesma época subiu para a equipa principal dos “Dragões” para substituir Paulo Fonseca.

Após um terceiro posto na tabela classificativa ao serviço da equipa principal do FC Porto, na temporada seguinte voltou à equipa B, onde permaneceu por mais duas épocas e meia, e conquistou a Segunda Liga, um feito inédito para uma equipa secundária. Seguiram-se Rio Ave FC (sétimo lugar no campeonato), GD Chaves (sexto lugar no campeonato) e Vitória SC (quinto lugar no campeonato), realizando sempre épocas positivas, praticando um futebol atrativo e de qualidade. As suas excelentes prestações na liga portuguesa captaram a atenção do FC Shakhtar Donetsk, que procurava um sucessor para ocupar a vaga deixada por Paulo Fonseca, algo que havia sucedido anteriormente no FC Porto.


Após vencer o campeonato, o Shakhtar ainda pode alcançar voos maiores. A 19 de julho vai defrontar o VfL Wolfsburg, num encontro a contar para a segunda mão dos oitavos de final da Liga Europa. Os ucranianos estão em vantagem na eliminatória, após terem vencido a primeira partida por duas bolas a uma, na Alemanha, e com o campeonato ganho, o foco atual recai sempre a competição europeia.

Luís Castro tem contrato válido até junho de 2021, apesar do seu futuro a curto prazo ser ainda uma incógnita. O técnico luso mostrou estar pronto para os grandes palcos do futebol europeu, depois de uma prestação mediana na Liga dos Campeões, mas que lhe garantiu a presença na fase a eliminar da Liga Europa.

Os 6 futebolistas cujas renovações são urgentes para o FC Porto

0

O tema das renovações tem sido um dos assuntos em incidência no dia-a-dia do FC Porto nos últimos anos. Vários foram os jogadores que já abandonaram os dragões com o seu passe na mão sem que os azuis e brancos recebessem qualquer tipo de contrapartida financeira pelas suas saídas. De cor, saltam logo à vista os nomes de Brahimi, Herrera, Reyes ou de Marcano, que entretanto regressou, mas outros atletas como Hernâni ou Adrián López  também seguiram as pisadas dos seus colegas.

Grande parte dos adeptos tem atribuído estas sucessivas saídas à incompetência da direção portista, que não tem conseguido levar a bom porto as negociações dentro de um prazo considerável, ou então de iniciarem estes processos tarde demais. Porém, parece que estes casos recentes não têm servido de exemplo, uma vez que o FC Porto vai entrar neste mercado de verão com vários ativos a entrarem no seu último ano de contrato. Desta forma, entram neste lote Pepe, Sérgio Oliveira, Aboubakar, Otávio, Soares e Alex Telles, ou seja, seis futebolistas que o clube da invicta corre o sério risco de os ver sair como “jogadores livres”. Como se sabe, é sempre prejudicial para as finanças de um emblema de futebol quando está numa situação de risco como esta porque perde a oportunidade de realizar um encaixe financeiro razoável, assim como perde força negocial perante os atletas ou perante os clubes rivais que evidenciam interesse nos jogadores em questão. Assim, passarei a validar quais são as renovações que o FC Porto deve ver como prioritárias.

LNFS: Teremos um português campeão em Espanha

0

Não havendo retoma do campeonato português de Futsal, há, no entanto, boas notícias para os nossos jogadores presentes no principal escalão de Espanha (LNFS). A pandemia obrigou à realização de um play-off entre os oito primeiros classificados disputadas a apenas uma mão, em terreno neutro. Esta solução deixaria antever muitas surpresas no que concerne ao apuramento para o jogo final pela imprevisibilidade de apenas um encontro e pela longuíssima paragem enfrentada.

À partida, não olhando para a tabela classificativa aquando da paragem, os maiores candidatos, a par do Inter Movistar FS, eram os clubes que na época anterior se tinham qualificado para a final do campeonato, o FC Barcelona e o ElPozo Murcia FS. Pois bem, os representantes espanhóis na Liga dos Campeões de Futsal foram logo eliminados na fase inicial (os quartos-de-final), baralhando – e de que maneira! – as contas para apurar os representantes nacionais na versão 2020/21 da principal competição continental de clubes.

O empate bastava ao Barça, porém, a três segundos do final acabou surpreendido pelo UD Levante

Voltando ao foco principal deste artigo, é certo que teremos um português a festejar no final, pois os apurados são o Inter Movistar FS (Ricardinho) e o Viña Albali Valdepeñas (Edu Sousa), numa final marcada o próximo dia 30, em Málaga. Olhando para a situação da tabela quando o campeonato foi interrompido, cumpriu-se o que a classificação ditava, com a exceção do segundo classificado, o FC Barcelona, surpreendido pelo sétimo posicionado UD Levante.

O Inter Movistar FS e o Viña Albali Valdepeñas eram, respetivamente, primeiro e terceiro classificados na fase regular da LNFS. Este final de temporada fica claramente manchado pela ausência de Ricardinho destes últimos jogos, já com clube para a próxima temporada (ACCS Futsal Club) e com troca de acusações entre o jogador e o presidente do clube com o qual ele tem contrato até ao último dia deste mês.

Por isso, é uma despedida triste e injusta para um elemento fundamental nos muitos títulos conquistados ao serviço do emblema madrileno. Por isso, irei torcer pela equipa de Edu Sousa, que está pela primeira vez numa final, e acho que era um prémio justo para coroar uma temporada brilhante do mais que provável presente e futuro das redes portuguesas, pois ele apenas tem 23 anos!

O guarda-redes português continua em grande forma e já tinha “prometido” dar luta neste play-off da LNFS

Mas teremos que esperar até terça-feira para saber quem será o campeão espanhol. Não teremos logo os representantes da UEFA Futsal Champions League – que à partida seriam os finalistas – pois esta decisão está dependente dos resultados na edição deste ano, ou seja, caso uma equipa espanhola ganhe o troféu, aí só o campeão espanhol se qualifica juntamente com o campeão continental.

Foto de Capa: RFEF

Melhor 11 de ingleses que passaram pelo campeonato português

Marcus Edwards está a ser uma das revelações da Primeira Liga. O extremo inglês, de 21 anos, chegou ao Vitória SC vindo do Tottenham Hotspur FC e leva já sete golos em 30 jogos nos vimaranenses. No entanto, Edwards não é o primeiro inglês a brilhar em Portugal, por isso o Bola na Rede mostra-te um onze com os melhores jogadores ingleses que cá jogaram.

Final da Taça de Portugal – 5 “pequenos” que venceram os “grandes”

 

Foi anunciado há pouco tempo que a final da Taça de Portugal de 2020, se realizará a 1 de Agosto. Já sabemos que o vencedor será um dos dois candidatos ao título, FC Porto ou SL Benfica. No entanto, a magia da Prova-Rainha reside nas surpresas que ela nos dá; apesar dos ditos clubes “grandes” coleccionarem estes troféus, às vezes caem com estrondo perante “pequenos”. E ainda bem.

Numa final que tem como palco o histórico estádio do Jamor, quando um clube modesto ultrapassa todos os obstáculos para chegar à final, tem em si todos os sonhos do mundo e precisamente por causa disso, merece vencer. Recordemos, portanto, os jogos em que David derrotou Golias, nos últimos 15 anos.

O papel dos alas no Sporting CP

0

Desde que chegou a Alvalade, Rúben Amorim implementou, de imediato, a sua tática de eleição. Jogar com três centrais já não é sinónimo de um jogo defensivo e de atitude de expetativa em relação ao adversário. A estrutura tática do Sporting CP privilegia a construção a partir dos centrais, a posse de bola e o elevado número de jogadores em zona de finalização. Muitas destas dinâmicas são possíveis devido ao trabalho executado pelos alas, que atuam como extremos e dão largura no momento ofensivo (3x4x3) e como defesas laterais na organização defensiva (5x2x3). Vejamos, então, as soluções que o jovem treinador português tem para esta posição, e quais os aspetos que poderiam ser melhorados.

No primeiro jogo de Rúben Amorim ao serviço do Sporting CP, os alas escolhidos foram Ristovski e Acunã. No entanto, não deu para observar aquilo que o internacional macedónio poderia dar ao jogo. Com a expulsão de dois jogadores do Aves, e de modo a dar mais projeção ofensiva ao lado direito, o treinador lançou Jovane Cabral, que ficou responsável por fazer o corredor todo.

Analisando esta primeira dupla de alas (não incluindo Jovane), parece-me que só um dos atletas será titular na formação verde e branca. Marcos Acunã é ideal para esta posição, pois tem como principais características a sua qualidade técnica e o bom cruzamento, a acrescentar a entrega que deixa em campo. Não sendo um extremo que desequilibre uma formação fechada a sete chaves, nem um lateral exímio no trabalho defensivo, parece-me que o papel de ala lhe assenta que nem uma luva, pois é um jogador com capacidade de fazer todo o corredor esquerdo, dá largura ao ataque e não fica tão exposto aquando o seu movimento ofensivo, devido à presença dos três centrais.

O argentino pode ser um dos mais beneficiados com o sistema de Amorim
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Já Stefan Ristovski não apresenta, na minha ótica, estas qualidades acima descritas, sendo que é um jogador com várias lacunas técnicas, mais adequado para a posição de lateral direito.

Nos jogos que se seguiram, após a paragem causada pela Covid-19, Rafael Camacho e Nuno Mendes surgiram como novas opções. Rafael Camacho tem um histórico como extremo durante a sua formação, e como defesa lateral nas duas partidas que desempenhou ao comando de Jurgen Klopp. Dotado tecnicamente e muito rápido, peca muitas vezes na tomada de decisão no último terço. É um atleta que necessita urgentemente de ganhar algum peso, pois é fraco no confronto físico. Poderá ser utilizado como ala direito ou extremo/médio interior. Porém, ainda não o considero como uma aposta segura para titular.

Com a ausência de Acunã devido a lesão, eis que surge mais um menino vindo da Academia de Alcochete. Nuno Mendes fez a sua estreia na Primeira Liga Portuguesa com apenas 17 anos de idade, e, durante toda a sua prestação, demonstrou grande qualidade e maturidade. Fez uma exibição sólida, tendo estado diretamente envolvido no lance da grande penalidade convertida por Sporar e em várias ações defensivas. Num artigo em que falei do regresso da equipa B, também aqui no site do Bola na Rede, defini Nuno Mendes como um lateral com uma projeção ofensiva muito boa, sendo que friso também as competências defensivas que possui. É muito cedo para avaliar se será uma aposta certa para titular nos próximos anos. Avaliar um jogador nesta idade é sempre arriscado. Porém, o potencial está todo lá.

Um outro jogador que poderá ser aposta na ala direita é Valentin Rosier. O lateral francês ainda não foi aposta desde a chegada de Rúben Amorim. A situação é similar à de Ristovski. Ambos são atletas que se adequam mais à posição de defesa direito. Porém, a sua maior qualidade técnica pode ganhar pontos em relação ao macedónio.

Os alas têm uma grande influência na forma como Rúben Amorim põe as peças no tabuleiro, antes da cada partida. O Sporting CP necessita de pensar muito bem nas opções que tem do lado direito, visto que não existe nenhuma opção segura. Ir ao mercado é uma das soluções mais prováveis. Do lado esquerdo, Acuña é merecedor da titularidade, enquanto que Nuno Mendes é uma aposta para continuar. Estes dois parecem-me as melhores apostas, até ao momento, porque possuem tanto a técnica para dar largura ou para ir a zonas mais interiores do terreno como as competências defensivas que não os deixam comprometer a equipa.

5 dos melhores rematadores do SL Benfica no século XXI

0

O futebol português nunca teve a tradição física de outros, tornando-se famoso pelo futebol aveludado, mas inconsequente. O remate de longe, solução habitual noutras ligas do Norte europeu, nunca teve a mesma preponderância em Portugal, num futebol cheio de anões tecnicistas onde a procura do golo se fazia por trocas rápidas rumo à baliza adversária.

Houve claras excepções à regra, a mais vincada Eusébio da Silva Ferreira, mas nunca o futebol luso se desenvolveu nesse sentido; antes guiou a evolução técnica do futebol europeu, que abandonou as concepções do kick ‘n rush e se aproximou das ideologias ibéricas, com a bola no solo e circulação sem pressas.

No caso do SL Benfica, houve inúmeros rematadores de renome – Eusébio, Vítor Baptista, Carlos Manuel, até… Calado –, mas que foram escasseando em número e qualidade diferenciada na execução dos remates exteriores, num futebol cada vez mais descodificado e com preferência por outro tipo de acabamento.

O remate exterior era tentado muito mais regularmente no futebol de outrora, assistindo-se hoje quase à segregração do remate de meia distância como último recurso ou pronta solução quando a criatividade se ausenta. Os especialistas de bola parada escasseiam também, o que leva a que se assista cada vez menos a lances antológicos à distâncias, momentos primordiais no espectáculo da bola.

Por exemplo, em 2018-2019, a Primeira Liga portuguesa teve apenas 86 golos de fora da área em… 826, o que representa 10,4%; esta temporada, o número é ainda menor, com apenas 38 em 621, até ao fecho da jornada 28ª, o que representa apenas 6% do total.

Nesta lista, são relembrados cinco dos melhores rematadores deste século do SL Benfica. Desde 2000 e com direito a taxa de golos apontados de fora da área em relação aos golos totais, apresentamos os seus perfis e algumas das suas melhores bombas. De fora ficou Jonas, pela proximidade temporal, mas os seus números em relação ao tema aqui ficam: dos 137 golos apontados de águia ao peito, o brasileiro converteu 15 de longe, ou seja, 11%.

BNR LIVE: SL Benfica 2003 vs. SL Benfica 2020

0

O BnR Live é o programa de debate desportivo oficial do Bola na Rede TV. Nesta emissão de estreia, falamos da crise no SL Benfica e no que terá mudado entre 2003 e 2020, momento em que Luís Filipe Vieira assumiu a presidência do clube. Nesta emissão, temos também como comentadores o antigo jogador dos encarnados Armando Sá e o diretor do siteZeroZero“, Luís Rocha Rodrigues. ⚽📝

Com Carolina Neto, Armando Sá, Luís Rocha Rodrigues, Mário Cagica e Miguel Ferreira de Araújo.

Artigo revisto

O melhor 11 da Liga Alemã sem repetir clubes

A Bundesliga é uma competição repleta de jogadores de qualidade. Selecionar 11 dentro de um lote tão vasto é um exercício que implica escolhas difíceis, certamente não consensuais, e que detêm, muito possivelmente, uma dose involuntária de injustiça.

11 jogadores, 11 clubes diferentes. O filtro aplicado nesta seleção faz com que só exista um jogador de equipas como FC Bayern de Munique ou Borussia Dortmund, dando visibilidade a jogadores de outros clubes, também eles de grande valor, que contribuem para a competitividade da liga alemã.

Vamos imaginar esta equipa, construída para acabar com a série de títulos do Bayern de Munique na Bundesliga, montada num 4-2-3-1.