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Muitos nomes ficaram de fora por falta de espaço e não de mérito: Ansaldi ou Santíago Garcia, por exemplo, novelas de verão intermináveis e que não se chegaram a consumar no SL Benfica.

Seguem-se, então, onze representantes máximos das peripécias do mercado de transferências, sempre prodigioso na Luz, de ritmo acelerado, onde os nomes se sucedem em catadupa e nunca há certezas até pisarem o relvado de camisola vestido – e mesmo assim.

Em jeito de 2-3-5, voltando ao primórdios do futebol jogado, obrigados pela acumulação de pontas de lança – pois há sempre mais para contar sobre os homens do golo que sobre aqueles que os evitam. Pelas naturais barreiras que o tempo impõe, não nos afastámos mais do que 1994, com 26 anos a separar o exemplo mais antigo do mais recente.

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