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Olheiro BnR | Manuel Ugarte

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O médio uruguaio, Manuel Ugarte, é o mais recente reforço do Sporting Clube de Portugal, para a época 2021/2022. O uruguaio chega ao clube de Alvalade, proveniente do FC Famalicão, numa transferência a rondar os seis milhões e meio por 50% do passe. O médio leonino rubricou um contrato válido até 2026, com uma cláusula de rescisão fixada nos 60 milhões.

Manuel Ugarte, natural de Montevideu, fez a sua formação nos uruguaios do Centro Atlético Fénix, clube que representou durante cinco anos. O médio fez a sua estreia em 2017 na equipa principal, com apenas 16 anos. Nas três épocas seguintes, na equipa na qual fez a sua formação, somou 57 jogos e dois golos. Deu nas vistas no futebol do seu país e, na última época, rumou ao futebol português, para representar o FC Famalicão, um negócio que rendeu pouco mais de quatro milhões aos cofres do CA Fénix.

Na última temporada no Minho, ao serviço do FC Famalicão, foi absolutamente preponderante para que os famalicenses conseguissem a manutenção. Manuel Ugarte disputou 20 partidas, nas quais apontou um golo. O uruguaio foi ainda utilizado, já na presente época, no jogo que opôs o Famalicão ao Estoril-Praia, a contar para a Taça da Liga.

O número 15 dos leões será assim uma alternativa enquanto médio para a posição “oito”, a Matheus Nunes e Daniel Bragança, no modelo 3-4-3 de Rúben Amorim, podendo formar dupla com o “seis” João Palhinha. Estamos perante um jogador que se destaca, pelo seu bom sentido de posicionamento, forte na antecipação, com boa reação à perda da posse de bola, com qualidade de passe e visão de jogo e – ainda – com capacidade de chegada a zonas de finalização e boa meia distância. Claramente um jogador que poderá encaixar no modelo de jogo do treinador leonino.

O mais recente reforço dos leões é ainda jovem – conta com apenas 20 anos – e, por isso, tem uma enorme margem de progressão: será um atleta que irá evoluir e será um ativo que o Sporting poderá rentabilizar no futuro. Manuel Ugarte representou as seleções do seu país, nos escalões sub-20 e sub-23, em 12 ocasiões e apontou um golo.

Que Manuel Ugarte seja mais um jogador para ajudar o Sporting Clube de Portugal, com Esforço, Dedicação e Devoção, para conquistar a Glória das vitórias e dos títulos.

#ondevaiumvãotodos

Maria Martins: uma ribatejana nas “pistas” do sucesso | Ciclismo

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Para muitos uma das surpresas mais agradáveis dos Jogos de Tóquio no ciclismo de pista, ao conseguir um sétimo posto na prova de Omnium e consequente obtenção de um 15º diploma olímpico para Portugal.

Hoje dou-vos a conhecer um pouco mais da atleta que aos 22 anos é já sinónimo de qualidade e um valor seguro no panorama velocipédico nacional.

Foto de capa: FPA

Tudo o que Sérgio não quer | FC Porto

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Este fim de semana, o FC Porto regressou às competições oficiais, sendo que os dragões realizaram uma boa exibição e a isso juntaram um bom resultado, por 2-0. A tudo isto, Sérgio Conceição deve ter ficado ainda mais satisfeito com o facto de Diogo Costa ter mantido a sua baliza a zeros, algo que na pré-época foi difícil de fazer.

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

De recordar que durante a pré-temporada poucas foram as partidas em que os azuis e brancos não encaixaram dois ou mais golos, como foi o caso contra o Moreirense FC, o Académico de Viseu FC, a AS Roma e o Olympique de Lyonnais.

A justificação deste facto parece ser a transição defensiva do FC Porto, pois parece muito vulnerável a saídas rápidas do adversário, deixando a sua defesa em sobressalto. Ainda na última partida, com o Belenenses-SAD, aos seis minutos de jogo, assistimos a um lance deste género, mas que não teve a conclusão desejada, para felicidade minha e de todos os adeptos da casa.

Situações recorrentes aconteceram na pré-época e ajudam muito a perceber alguns golos sofridos. Outro aspeto que deve ser analisado são as bolas paradas, pois também tem sido um dos fatores para este balanço negativo.

Tanto contra a AS Roma, como no encontro de apresentação, contra os franceses de Peter Bosz, a formação da invicta consentiu dois golos provenientes de um pontapé de canto, algo que ninguém estava habituado a ver no FC Porto.

Estes momentos de jogo, sempre foram uma das imagens de marca do FC Porto de Sérgio Conceição, no entanto, até ao momento, essa sina parece ter virado uma preocupação, mas algo que facilmente poderá a vir ser ultrapassado com trabalho diário no Olival. De realçar, ainda sobre este ponto, que jogadores preponderantes neste tipo de ação, Felipe, Soares, Militão já não residem no Olival, o que também faz a sua moça…

É verdade que as laterais também tem sido, frequentemente, apontadas como o calcanhar de Aquiles da formação nortenha, mas tirando a situação do lado esquerdo, que já foi debatida num outro artigo, não parece por aqui que passará a vulnerabilidade do grupo de trabalho de Sérgio Conceição.

Por fim, não esquecer a importância que a dupla de meio-campo tem nesta componente, pois poderá ter a utilidade de servir de tampão a eventuais contra-golpes durante os 90 minutos. Aqui temos de registar a ausência de Uribe, que é um jogador fundamental neste tipo de estratégia.

Além disso, Grujic está de contas com uma lesão, enquanto Sérgio Oliveira não parece ainda estar no topo da sua forma, o que poderá fragilizar mais o equilíbrio defensivo que Sérgio Conceição tanto aprecia e quer ver implementado no FC Porto.

Chelsea FC x Villarreal CF: Blues preparados para afundar o “Submarino Amarelo”?

ANTEVISÃO: INGLESES E ESPANHÓIS DISPUTAM TÍTULO EM WINDSOR PARK, NA IRLANDA DO NORTE

Chelsea FC, vencedor da Liga dos Campeões, e Villarreal CF, vencedor da Liga Europa, medem forças em Belfast para decidir quem leva o primeiro troféu oficial internacional da temporada. Como é apanágio, o vencedor da Liga dos Campeões parte como favorito principal. Resta saber se tal se irá traduzir em resultados dentro de campo.

EM NOITE DE ESTREIAS, BELFAST RECEBE O PRIMEIRO GRANDE EMBATE EUROPEU A CONTAR PARA UM TÍTULO. PODERÃO OS ESTREANTES LEVAR O TROFÉU OU OS BLUES REPETEM A CONQUISTA DE 1998/99?

Os resultados da pré-temporada nem sempre são bons indicadores, mas se tudo continuar como previsto o “Submarino Amarelo” terá de se reinventar e fazer bem melhor do que aquilo que tem feito. Os blues querem começar o ano com o pé direito e nada melhor que mais um troféu. Ainda assim, a bola é redonda e tudo pode acontecer.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. As duas equipas com mais Supertaças Europeias são o AC Milan e o FC Barcelona;
  2. O Chelsea FC conquistou a competição por uma ocasião, em 1998/99. O Villarreal CF nunca venceu;
  3. Já 24 equipas diferentes venceram a Supertaça Europeia: Cinco delas são espanholas e outras cinco inglesas;
  4. Ambos os treinadores nunca conquistaram a competição;
  5. O último treinador espanhol a vencer a competição foi Luis Enrique (2015/16); o último treinador alemão a vencer foi Hansi Flick (2020/21);
  6. O Villarreal CF não venceu nenhum dos seis jogos de pré-temporada que realizou;
  7. O Chelsea FC não perde há quatro jogos, tendo vencido dois dos três jogos de pré-época;
  8. Ambas as equipas sofreram golos nos últimos três jogos que realizaram;
  9. Paolo Maldini e Dani Alves são os dois jogadores com mais participações Supertaças Europeias, tendo vencido a competição por quatro ocasiões;
  10. Clubes de doze países diferentes já venceram a competição: curiosamente nenhum clube francês venceu.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Yeremi Pino (Villarreal CF) – O extremo de apenas 18 anos é uma das maiores atrações do conjunto espanhol, a quem, em teoria faltarão argumentos. A irreverência do pequeno avançado espanhol poderá marcar a diferença e surpreender a difícil defesa do Chelsea FC.

Kai Havertz (Chelsea FC) – O avançado alemão demorou a afirmar-se na equipa dos Blues, mas parece agora cada vez mais entrosado na máquina tão bem oleada de Thomas Tuchel. Com muito faro de golo e uma técnica incrível assume-se como um dos maiores talentos do futebol mundial.

 

XI’S PROVÁVEIS

Chelsea FC: Mendy; Zouma, Thiago Silva e Rüdiger; Reece James, Kanté, Kovacic e Marcos Alonso; Havertz, Ziyech e Werner.

Treinador: Thomas Tuchel

“Acho que eles (Villarreal) vão entrar para este jogo a sentir que não têm nada a perder. No entanto, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para levar o troféu para casa.”

Villarreal CF: Asenjo; Mário Gaspar, Raúl Albiol, Pau Torres e Pedraza; Manu Trigueros, Manu Morlanes, Capoue e Yéremi; Gerard Moreno e Fer Niño;

Treinador: Unai Emery

“Quero ganhar a Supertaça porque até agora não a tenho. Estive envolvido em duas (em 2014 e 2015 com o Sevilha) e perdi as duas. Seria uma ótima maneira de finalizar a última temporada. Poderíamos mais uma vez fazer história e conquistar algo fantástico antes da nova campanha. Este jogo vai mostrar do que somos capazes contra uma equipa de elite como o Chelsea, o atual campeão europeu e, para mim, a melhor equipa do mundo”.

 

PREVISÃO DE RESULTADO: CHELSEA FC 2-0 VILLARREAL CF

Os 5 melhores momentos de Messi no FC Barcelona

A cada segundo, novos adeptos apaixonam-se pelo desporto que denominamos “Futebol”. Mas o que faz um simples cidadão apaixonar-se por um jogo entre 11 jogadores e uma bola? Talvez seja a motivação de ver um desporto apaixonante e empolgante.

A ideia de ter uma inspiração que atravesse todos os obstáculos para alcançar o prestígio de todo o mundo. Ou apenas uma admiração pela habilidade que certo jogador pode exercer na sua função.

Seja qual for sua motivação, é inegável dizer que Lionel Andrés Messi é um ídolo no desporto praticado dentro das quatro linhas.

A sua história de vida, passando pelo tratamento fornecido pelo FC Barcelona. A motivação de ser o melhor jogador da sua época. E a honestidade em viver e sofrer os melhores e piores momentos de um clube que ele aprendeu a amar.

Estas e outras razões não tornam a transferência de Messi numa simples troca de clubes, mas também numa lacuna a ser preenchida pelo FC Barcelona.

Isto porque Messi não somente significou a passagem de um jogador fora de série num clube de ponta, mas também significou a troca de um ídolo que ajudou o FC Barcelona a atingir um novo patamar no futebol mundial, com os seus títulos e conquistas durante esses anos.

Assim foi a caminhada de Lionel Messi ao longo destes 16 anos no clube catalão. Durante estes anos, nós, espetadores e fãs de futebol, colecionamos momentos e jogos que vão ficar eternamente nas nossas memórias como uma era de ouro do futebol internacional. Dito isto, preparamos uma lista dos cinco momentos mais memoráveis de Lionel Messi jogando pelo FC Barcelona.

SL Benfica 2-0 FK Spartak Moscovo: Voo marcado para o play-off

A CRÓNICA: ÁGUIA DOMINA E VENCE COM NATURALIDADE

Respondendo em campo à provocação do FK Spartak Moscovo nas redes sociais, o SL Benfica mostrou‑se de saída da gaiola logo na primeira mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões. As águias traziam da Rússia uma vantagem de 2-0 que lhe dava conforto para o segundo desafio.

No entanto, qualquer ave de rapina deixada de asas abertas ao pairar do vento sobrevive cruelmente, menosprezando a honra da presa e novo 2-0 aplicado nesta segunda mão ao Spartak, no Estádio da Luz, foi o suficiente para manter a águia guarnecida e deixá-la continuar a voar até ao play-off.

Frente ao Moreirense, Jorge Jesus resguardara ao esforço de 90 minutos algumas das principais figuras do Benfica. É assim na vida, é assim no futebol: um passo mal dado hoje pode ter repercussões no amanhã.

Assim, o treinador dos encarnados preservou a frescura física de alguns jogadores, deixando clara a importância que dá à luta pela entrada na fase de grupos da Liga dos Campeões. Para este jogo frente ao Spartak, recuperou a tropa de elite, para quem a missão dada foi missão cumprida. Jogadores como Grimaldo, João Mário, Weigl, Rafa e Pizzi voltaram a ser balas apontadas às trincheiras inimigas. No lado do Spartak, Lomovitskiy e Ponce foram as grandes novidades.

Rui Vitória, antigo treinador do Benfica, recebeu tímidos aplausos antes do jogo e igualmente acanhada foi a entrada da equipa russa.

A equipa da casa entrou no jogo afirmativa, controlou a posse de bola e não deixou os moscovitas ousarem desenvolver uma jogada com pés e cabeça que pudesse gerar um golo que fizesse abanar a eliminatória.

Numa das muitas investidas que as águias foram fazendo, Pizzi tentou visar a baliza na ressaca de um remate que ele próprio tinha desferido e, com a colaboração das pernas da defesa, quase estreava o marcador.

Foi esta a melhor hipótese da primeira parte, para o marcador mexer. De resto, o caudal ofensivo que ia encantando os cerca de 20 mil espetadores não se traduziu propriamente em ocasiões claras de golo para os encarnados. No entanto, o Spartak, que era quem precisava de correr atrás dos erros cometidos na Rússia, só perturbou com remates inofensivos de fora de área.

O início da segunda parte confirmou o que a primeira vinha mostrando. Devo confessar, quando viajo de comboio, lanço o olhar pela janela e vejo uma paisagem. Noutro dia, faço a mesma viagem, mas sento-me no corredor oposto, a olhar para outra janela e, consequentemente, a paisagem muda tanto que parece que o trajeto não é o mesmo da primeira vez.

A minha experiência de viagem reflete aquilo que o Benfica sente com João Mário. A forma como se orienta quando recebe a bola fá-lo ver coisas que indicam rotas diferentes de chegada ao golo, com uma qualidade de passe e receção de quem estudou para ser cirurgião, mas acabou a usar o bisturi nos campos de futebol. Ainda assim, João Mário não precisou de mostrar nada a ninguém, ele próprio se encarregou do que até à hora de jogo não tinha sido feito, o golo.

Já com o 1-0 no bolso (3-0 na eliminatória), Jorge Jesus lançou Yaremchuk. Em ritmo de gestão, Everton ainda podia ter ampliado o desgosto do Spartak, mas atirou por cima. O Benfica seguiu no controlo das operações e não pôs em risco, em circunstância alguma, a vantagem. Aliás, ainda foi a tempo de fazer o segundo, com Gigot, central francês do Spartak a colocar a bola na própria baliza.

Rui Vitória é o segundo treinador que Jorge Jesus mais vezes defrontou. Entre mindgames e Ferraris, jogaram, a contar com o encontro de hoje, 23 vezes um contra o outro, e Jesus somou 15 vitórias, quatro empates e quatro derrotas.

Fazer glu glu glu pode não ser notícia, mas avançar para o play-off da Liga dos Campeões certamente que o é. Na próxima fase da prova, o Benfica vai encontrar os holandeses do PSV Eindhoven. O Spartak somou a quarta derrota em cinco jogos sob o comando técnico de Rui Vitória e caiu para a Liga Europa.

A FIGURA

João Mário – Weigl joga de retrovisores e controla tudo o que se passa à sua volta, João Mário joga de pantufas e mete técnica em tudo o que faz. Nunca pensei que partes de um carro e elementos do inventário do meu quarto ficassem tão bem num meio-campo. Que bem jogam estes dois lado a lado no Benfica. O golo pesou na hora de escolher João Mário como o elemento de maior destaque no jogo.

O FORA DE JOGO

Roman Zobnin – as exigências táticas que Rui Vitória deixa ao seu encargo exigem mais do internacional russo, que esteve no Euro 2020. Nem o conforto de ter Umyarov nas suas costas o soltou para que pudesse ser o fio condutor do jogo do Spartak, bem como também não conseguiu chegar ao último terço em apoio ao processo ofensivo.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Se da primeira vez surpreendeu, ao terceiro jogo oficial consecutivo a jogar da mesma forma, o espanto já não é tão grande. O Benfica quer amadurecer o 3-4-3 e a prova disso é que voltou a utilizar esse sistema.

Diogo Gonçalves e Grimaldo deram largura e muita profundidade à direita e à esquerda, respetivamente, compondo, no momento defensivo, uma linha de cinco junto de Lucas Veríssimo, Otamendi e Vertonghen. A dupla de médios contou com Weigl e João Mário, que conferiram à equipa segurança com bola e controlo dos ritmos do jogo. Na frente, tal como quase tinha prometido Jorge Jesus, Gonçalo Ramos apresentou-se como o homem mais adiantado, apoiado por Pizzi e Rafa nas faixas.

A equipa foi constantemente rigorosa na pressão que realizou à tentativa de saída baixa do Spartak. Deste modo, assumiu referências individuais para anular, à partida, os ataques dos visitantes. Na frente, não faltou mobilidade para ludibriar a defesa contrária.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas Vlachodimos (6)

Diogo Gonçalves (7)

Lucas Veríssimo (6)

Nicolás Otamendi (7)

Jan Vertonghen (6)

Álex Grimaldo (7)

Julian Weigl (8)

João Mário (8)

Rafa Silva (7)

Pizzi (6)

Gonçalo Ramos (6)

SUBS UTILIZADOS

Morato (6)

Everton (6)

Roman Yaremchuk (6)

Gilberto (5)

Adel Taarabt (-)

ANÁLISE TÁTICA – FK SPARTAK MOSCOVO

No jogo do Campeonato Russo, em que acabou derrotado por 2-1 diante do Nizhny Novgorod, o Spartak Moscovo apresentou, na fase final da partida, um sistema de 3‑4‑3 com que a equipa se deu bastante bem. Perante o 3-4-3 do Benfica, poderia fazer sentido nova aposta nessa fórmula. Ainda assim, Rui Vitória voltou a utilizar o 4-2-3-1.

O Spartak alinhou com uma linha defensiva de quatro elementos, constituída por Rasskazov, Gigot, Dzhikiya e Ayrton. Ao contrário do que costuma ser habitual, ambos os laterais, Rasskazov, pela direita, e Ayrton, pela esquerda, projetaram-se equilibradamente. Em circunstâncias normais, o brasileiro costuma ser quem mais sobe no terreno. No meio-campo, Umyarov foi o jogador mais recuado e com maior responsabilidade ao nível da construção.

Zobnin foi mais um elemento envolvido no processo ofensivo, fazendo, por vezes, o sistema confundir-se com um 4-3-3. Como criativo destacado, Larsson. Sem poder contar com a verticalidade de Victor Moses e Quincy Promes, apareceram descaídos nas alas Lomovitskiy e Bakaev na direita e na esquerda, respetivamente. A opção para referência ofensiva recaiu sobre Ponce que lateralizou muitas vezes a posição para fugir à marcação cerrada dos três centrais do Benfica.

Para tentar trancar a baliza, defendendo a largura com rigor, o que normalmente é um problema para esta equipa, o Spartak fez baixar os seus extremos no acompanhamento aos laterais benfiquistas, formando, em certos momentos, uma linha de seis atrás. O recuo de alguns homens que podiam ajudar a equipa no ataque reduziu muito o pendor ofensivo dos comandados de Rui Vitória.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Aleks Maksimenko (6)

Nikolai Rasskazov (5)

Samuel Gigot (7)

Georgiy Dzhikiya (7)

Ayrton Lucas (5)

Nail Umyarov (5)

Roman Zobnin (5)

Jordan Larsson (5)

Roman Bakaev (6)

Aleks Lomovitskiy (5)

Ezequiel Ponce (6)

SUBS UTILIZADOS

Alex Král (5)

Reziuan Mirzov (5)

Mikhail Ignatov (-)

Aleksandr Sobolev (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FK Spartak Moscovo

BnR: O Spartak acabou por baixar simultaneamente os extremos no acompanhamento aos laterais do Benfica, formando, por vezes, uma linha de seis elementos atrás para controlar melhor a largura (que vinha sendo uma dificuldade da equipa). Assim, os extremos estavam longe do local onde poderiam causar perigo ao Benfica. Sente que ao resolver um problema acabou por criar outro?

Rui Vitória:

Isso, às vezes, pode acontecer. Não queríamos ter essa linha de seis, queríamos ter uma linha, normalmente de cinco, com um dos alas a baixar mais e o outro ala a estar um bocadinho mais projetado. Era nesse momento em que baixávamos com uma linha de cinco que o outro ala tinha que estar um pouco mais projetado e quando ganhássemos a bola de um lado, ela tinha que sair para o lado oposto para atacarmos em contra-ataque. Não o conseguimos fazer.

Tínhamos dois jogadores alvo, o Ponce e o Larsson, para podermos ligar por dentro, para depois atacarmos pelo lado contrário. É evidente que o Benfica nos coloca esses problemas, porque projetou bem os seus laterais.

Queríamos ser agressivos nessa primeira saída de bola e atacarmos os três defesas e criarmos instabilidade. Essa ligação que é feita quando ganhamos o primeiro passe e o direcionamos para onde queremos para agredir o adversário era fundamental, e não o conseguimos fazer.

Às vezes, quando queres tapar de um lado, destapa-se do outro. Fundamental era também sermos uma equipa coesa não só para este jogo, mas para sentirmos a equipa ligada, com entreajuda e compacta como base para os próximos jogos.

SL Benfica

Não foi possível colocar questões ao treinador do Benfica, Jorge Jesus.

Artigo revisto por Joana Mendes

Messi no Paris Saint-Germain FC poderá marcar o início de uma nova era

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Lionel Andrés Messi é o novo jogador do Paris Saint-Germain FC. Depois de 21 anos a representar as cores do seu clube de sempre, o FC Barcelona, está confirmada a mudança do astro argentino para Paris, onde fará trio de ataque com o ex-companheiro Neymar e com o excitante Mbappé. Será o início de uma nova era no futebol mundial?

Os últimos anos dos “Blaugrana” não foram, de todo, o que Messi esperaria para os últimos anos da carreira. As deceções no plano desportivo, nomeadamente as eliminações frustrantes na Liga dos Campeões (muitas delas humilhantes), aliadas aos graves problemas financeiros, acabaram por inviabilizar a permanência do principal jogador do clube catalão.

É certo que Messi já tem 34 anos de idade, mas ainda tem muito para dar. Em condições normais de temperatura e pressão, continua a ser o jogador que melhor trata a bola no futebol mundial. Chega para jogar numa equipa recheada de estrelas e terá de sair da sua zona de conforto – muito embora seja melhor que qualquer jogador do PSG, vai vivenciar toda uma nova realidade.

Com as contratações já confirmadas do PSG – Donnarumma, Hakimi, Sergio Ramos e Wijnaldum – antevê-se uma época de grandes expectativas para a equipa parisiense, que, depois da derrota na final da Champions de 2019/20 diante do Bayern, decidiu investir (ainda mais) à séria. Naturalmente, com a grande deceção da época passada, perdendo o campeonato para o modesto Lille, o clube da capital francesa vai querer vencer tudo o que houver para vencer.

Não só trouxe o melhor guarda-redes do último Campeonato da Europa, como o melhor lateral direito da época passada, para além daquele que é provavelmente o melhor defesa central da década e um dos jogadores mais importantes do Liverpool de Jürgen Klopp. Agora, a cereja no topo do bolo é Lionel Messi, um dos melhores jogadores de todos os tempos.


Fala-se ainda na possibilidade da chegada de jogadores de classe mundial como Theo Hernández, Eduardo Camavinga ou Paul Pogba. Por enquanto são apenas rumores, mas dado que a fonte de dinheiro do PSG é quase infinita e que, para além disso, não serão aplicadas sanções ao clube até 2023, podemos estar perante a formação de uma autêntica “Dream Team”.

O sonho de conquistar a Europa já vem de há vários anos, mas até agora nunca se consumou. Será uma questão de tempo até acontecer, assim como acontece com o multimilionário Manchester City. O futebol atual é dos novos ricos e muitos clubes “tradicionais”, como o próprio Barcelona, cada vez mais estão a definhar, tanto a nível financeiro como institucional.

Em julho de 1984, Diego Armando Maradona trocou o Barcelona pelo Napoli, um clube com uma grande massa adepta, assim como o PSG, mas que nunca havia vencido um troféu importante na sua história, nomeadamente o Scudetto ou um troféu europeu relevante – algo que também falta ao PSG. Foi uma loucura de um dos grandes rebeldes, na altura com 24 anos.

Ora, não tendo Leo a mesma rebeldia de Diego, até porque se vivem tempos bem diferentes, aceitou assinar por um clube, ainda em crescimento, já nos últimos anos da carreira, quando podia experimentar a tão aclamada Premier League. Preferiu jogar num campeonato menos competitivo, num clube que nunca venceu um troféu de expressão a nível europeu.

Trata-se de um desafio diferente, mas que não deixa de ser bastante interessante. Conseguirá Messi tornar a Ligue 1 num campeonato tão atrativo como La Liga? Conseguirá Messi ser o “click” para o Paris Saint-Germain se tornar finalmente um grande clube no espectro europeu? Se a contratação de Neymar e Mbappé formalizou a candidatura a esse estatuto, a vinda do argentino poderá ser a consumação dessa realidade. É esperar para ver…

Foto de Capa: FC Barcelona

Artigo revisto por Joana Mendes

Sporting Olímpico de Portugal | Tóquio 2020

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Terminaram os Jogos Olímpicos de Tóquio e, mais uma vez, os atletas leoninos acrescentaram mais duas medalhas ao espólio nacional.

Ainda que eles estivessem a representar as cores de Portugal, não deixam de ser atletas leoninos que conseguiram as marcas de qualificação, representando o seu clube.

Qualquer sportinguista que se preze deverá gostar de seguir este tipo de eventos, que celebra o que mais distingue o nosso clube dos outros: a diversidade desportiva. E, por isso, vejo com muita pena o encerramento de mais uns Jogos Olímpicos, e mais uma chama que se extingue, iniciando a sua caminhada para Paris.

O Sporting Clube de Portugal, como um dos clubes mais ecléticos do mundo, teria que ter atletas com qualidade suficiente para estarem entre os melhores dos melhores a lutar por medalhar e, para isso, 23 atletas leoninos conseguiram qualificar-se para os jogos em terras nipónicas.

Um clube que teve em Francisco Stromp o primeiro atleta português a competir nos Jogos Olímpicos, tinha que ter também o primeiro atleta nacional a ganhar uma medalha de ouro para o nosso país. Falamos de Carlos Lopes.

O Sporting, como clube português com mais participações olímpicas (21 em 29 possíveis), teria que ser também o clube com mais medalhas conquistadas para a equipa das quinas (11 medalhas, sendo duas de ouro, sete de prata e duas de bronze).

A história é-nos contada pelas medalhas de ouro de Carlos Lopes e Emmanuel Amunike, as de prata de Armando Marques, Carlos Lopes, Andrzej Juskowiak, Francis Obikwelu, Ionela Târlea, Emanuel Silva e Patrícia Mamona, e as de bronze de Rui Silva e Jorge Fonseca.

Os medalhados olímpicos do Sporting, nestes últimos jogos, foram então Patrícia Mamona e Jorge Fonseca, no Triplo Salto e Judo, respectivamente, mas outros atletas leoninos como Auriol Dongmo (quarto lugar – Lançamento do Peso) e João Vieira (quinto lugar – 50KM Marcha) ficaram muito perto das medalhas e, por isso, lhes foi atribuído um diploma olímpico.

Mais uma vez, os atletas leoninos ficaram no livro olímpico nacional ao contribuírem para a melhor participação portuguesa de todos os tempos nos jogos.

Agora questiono: Se os nossos atletas conseguem estes resultados com o baixo investimento que o clube faz nas modalidades, pelo menos as que não são de pavilhão, o que aconteceria se investíssemos em dar melhores condições de treino?

Bem sei que temos um projeto olímpico (Sporting Olympics) de que ouvimos falar sempre que se aproximam mais uns jogos, mas não entendi muito bem ainda o que, na prática, isso ajuda os nossos atletas.

Somos o clube que mais ganhou neste campo e mais contribuiu para que o país seja bem representado, mas quero que continue a ser por muitos mais anos. E, por isso, peço que o nosso clube mostre mais carinho pelo Atletismo, que tanto nos dá. E isolo o Atletismo por achar que é a modalidade mais esquecida, ainda que as outras também precisem de ser apoiadas.

Peço então que o nosso gabinete olímpico comece já a trabalhar para dar condições aos nossos atletas, de modo a que possam chegar a Paris com ainda mais hipóteses de lutar por medalhas.

Quero terminar dando os parabéns a todos os atletas do Sporting CP que estiveram presentes em Tóquio a representar os seus países. Estão de parabéns por terem lá chegado, independentemente de uma prova mais ou menos bem conseguida. Mostraram que tinham qualidade para estar entre os melhores, mas, como sempre, só pode ganhar um.

Felicito então os 23 atletas leoninos pelos resultados obtidos, entre eles*:

  • Patrícia Mamona – Triplo Salto – Medalha de Prata
  • Auriol Dongmo – Lançamento do Peso – Quarto Lugar
  • João Vieira – 50 Km Marcha – Quinto Lugar
  • Tiago Pereira – Triplo Salto – 16º Lugar
  • Evelise Veiga – Triplo Salto – 19º Lugar
  • Lorene Bazolo – 200 m – Meias-finais (Sétima da série 1)
  • Cátia Azevedo – 400 m – Meias-finais (Sétima da série 3)
  • Irina Rodrigues – Lançamento do Disco – 25º Lugar
  • Carla Salomé Rocha – Maratona – 30º Lugar
  • Catarina Ribeiro – Maratona – 70º Lugar
  • Lorene Bazolo – 100 m – Primeira Eliminatória (Quarta da série 4)
  • Carlos Nascimento – 100 m – Primeira Eliminatória (Sétimo da série 3)
  • Salomé Afonso – 1.500 m – Primeira Eliminatória (13ª da série 1)
  • Sara Moreira – Maratona – dnf
  • Jorge Fonseca – Categoria -100Kg – Medalha de Bronze
  • Joana Ramos – Categoria -52Kg – Eliminada na 1ª Ronda
  • Francisco Santos – 200 m Costas – 22º Lugar
  • Francisco Santos – 100 m Costas – 28º Lugar
  • Alexis Santos – 200 m Estilos – 28º Lugar
  • Teresa Bonvalot – Shortboard – Eliminada na 3ª Ronda
  • Diogo Abreu – Trampolim Individual – 11º Lugar
  • Salvador Gordo – 100 m Mariposa – 54º Lugar
  • Igor Mogne – 400 m Livres – 31º Lugar
  • Cláudia Bobocea – 1.500 m – Primeira Eliminatória (11ª da série 2)
  • Dorian Keletela – 100 m – Primera Eliminatória (Oitavo da série 2)

*(Dados retirados do site sporting.pt e wikisporting.com)

 

Artigo revisto por Joana Mendes

ATP 500 de Washington 2021 | Sinner continua com o ano incrível de Itália

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Um dos principais torneios de Ténis dos Estados Unidos da América, o ATP 500 de Washington, regressou em grande! A prova contou com Rafael Nadal a ser o principal cabeça-de-série da prova e também a presença de tenistas como Alex De Minaur, Grigor Dimitrov e Kei Nishikori, os finalistas foram, de certa forma, surpreendentes: Jannik Sinner e Mackenzie McDonald.

O percurso de McDonald merece grande destaque. Por isso, a par do grande torneio de Lloyd George Harris, ambos foram as surpresas do torneio. Por outro lado, os desempenhos de Rafael Nadal e de Félix Auger-Aliassime ficaram aquém das expectativas e foram, sem dúvida, as desilusões da prova.

SL Benfica x FK Spartak Moscovo | Carimbar a passagem no regresso à Luz com adeptos

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Segunda Mão da 3.ª Pré-Eliminatória Liga dos Campeões: terça-feira, 20h00, 10 de agosto de 2021
ANTEVISÃO: UMA ÁGUIA EM ALTA ROTAÇÃO NO REGRESSO AO NINHO COM ADEPTOS

As águias estão de olhos postos na passagem da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões. A equipa orientada por Jorge Jesus defronta, novamente, a armada russa, liderada pelo conhecido Rui Vitória. Depois da vitória na primeira mão, em Moscovo, na passada quarta-feira, o SL Benfica parte em vantagem para o jogo na Luz.

DEPOIS DE UMA VITÓRIA TRANQUILA, PODERÃO OS ENCARNADOS REPETIR A DOSE EM SOLO PORTUGUÊS? SE JÁ TENS O TEU PALPITE, ENTÃO, APOSTA JÁ EM BET.PT!

Ir para o segundo duelo com vantagem é bom, jogar em casa é fantástico, mas fazê-lo com o apoio dos adeptos é fenomenal. Os benfiquistas querem a vitória, naquele que é o primeiro jogo da temporada na “catedral”. Resta agora saber como é que a equipa vai responder a este desafio.

 

10 DADOS RÁPIDOS
  1. O SL Benfica venceu o jogo da primeira mão por 2-0, com golos de Rafa e Gilberto.
  2. Os encarnados vêm de uma vitória frente ao Moreirense FC, ao invés dos russos que perderam frente ao FC Nizhny Novgorod.
  3. No que ao campeonato diz respeito, o SL Benfica venceu o jogo da primeira jornada. O FK Spartak Moscovo, até ao momento, conta com uma vitória e duas derrotas.
  4. Também no que concerne ao campeonato, as águias marcaram dois golos e sofreram um, já os russos marcaram dois e sofreram três.
  5. Esta é a quarta vez que as duas equipas se defrontam. Para além do jogo da semana passada, em 2012/2013, na Liga dos Campeões, também tiveram de medir forças. Na Rússia as águias tinham sido derrotadas, mas na Luz foram mais fortes.
  6. Nesses três jogos, o SL Benfica foi superior a nível de golos, tendo marcado cinco e sofrido apenas dois.
  7. O quarto duelo vai ser arbitrado por um velho conhecido dos encarnados – o inglês Anthony Taylor, que arbitrou os jogos SL Benfica 2-5 Arsenal FC (Emirates Cup 2017) e o SL Benfica 4-2 Eintracht Frankfurt (em 2019, para a Liga Europa).
  8. A equipa de Jorge Jesus vai ter de ter especial atenção a Ezequiel Ponce e Aleksandr Sobolev, uma vez que são os melhores marcadores do FK Spartak Moscovo, até ao momento (ambos com um golo no campeonato).
  9. Rui Vitória, para além de ter Rafa e Gilberto na mira, por terem marcado os golos na primeira mão, também vai ter de estar atento a Lucas Veríssimo e Luca Waldschmidt, os autores dos golos na primeira jornada do campeonato português.

10. Quem vencer este duelo, vai defrontar ou o PSV Eindhoven, ou o FC Midtjylland, sendo que a vantagem está em posse do PSV, que venceu a primeira mão, por 3-0.

 

JOGADORES A TER EM CONTA
Lucas Veríssimo custou 6,5 milhões ao SL Benfica
Lucas Veríssimo tem protagonizado um bom arranque de temporada
Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede

Lucas Veríssimo (SL Benfica) – Sim, não são só os avançados que fazem o jogo e Lucas Veríssimo que o diga. A época ainda agora começou e o central já está a dar cartas. Assistiu Gilberto para o segundo golo do SL Benfica no primeiro jogo frente ao FK Spartak Moscovo e, na primeira jornada do campeonato português, marcou o primeiro golo das “águias”. Para além disso, é um autêntico muro na defesa encarnada. Posto isto, os russos têm duas tarefas difíceis pela frente – travar o brasileiro e não deixar que ele trave os avançados.

Aleksandr Sobolev (FK Spartak Moscovo) – Na época passada marcou 14 golos em 22 jogos, tendo ocupado a quarta posição na lista de melhores marcadores da Liga Russa. Na pré-época faturou nos três jogos – PFC Sochi, FC Rubin Kazan e BC Khimki. No campeonato russo, marcou o golo da única vitória, até ao momento, frente ao PFK Krylia Sovetov.

Estes três exemplos são apenas uma amostra do que o ponta de lança russo é capaz de fazer. A qualidade é inegável e, para bem da equipa de Jorge Jesus, é bom que Sobolev não esteja nos seus melhores dias.

 

XI’S PROVÁVEIS

SL Benfica: Vlachodimos, Lucas Veríssimo, Otamendi, Vertonghen, Diogo Gonçalves, João Mário, Weigl, Grimaldo, Pizzi, Rafa, Gonçalo Ramos.

Treinador: Jorge Jesus

“Este jogo tem vários fatores associados, o desportivo e o dos adeptos que vão estar connosco. Estamos ansiosos para isso acontecer, espero que nos ajudem, como sempre, a passar esta eliminatória para irmos para o play-off. O nosso adversário perdeu o primeiro jogo, mas tem hipóteses no segundo. Esta equipa também pode pensar da mesma maneira que nós em Moscovo, vamos tentar que isso não aconteça, pois acreditamos no que fazemos e temos todas as condições para passar. Penso que com os nossos adeptos vai ser mais fácil”.

FK Spartak Moscovo: Maksimenko, Rasskazov, Gigot, Kupetov, Ayrton, Hendrix, Kral, Larsson, Ponce, Mirzov, Sobolev.

Treinador: Rui Vitória

“O SL Benfica tem dinâmicas muito interessantes. Os jogadores têm qualidade na receção e no passe. Mesmo a jogar sob pressão conseguiram sair bem. Na primeira mão, o primeiro golo teve muita importância. Perdemos lucidez, tranquilidade e isso deu vantagem ao SL Benfica. Este será um jogo diferente. Estamos a defrontar uma grande equipa, é a equipa mais forte deste grupo, como já tinha dito. Vamos fazer tudo para reverter a eliminatória”.

PREVISÃO DE RESULTADO: SL Benfica 2-0 FK Spartak Moscovo

 

Artigo revisto por Joana Mendes