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Sporting CP 1-0 Vitória SC: Leões de volta às boas exibições

A CRÓNICA: UM SPORTING CP MAIS CONSISTENTE CARIMBA MAIS TRÊS PONTOS

Este duelo começou vivo. Ainda que com argumentos diferentes, tanto Sporting CP como Vitória SC entraram bem na partida. Os leões estavam a dominar e, ao contrário dos últimos duelos, entraram incisivo e com o pé no acelerador desde o apito inicial. Aos 15 minutos, e face ao ímpeto verde e branco, houve aviso de João Mário, mas Bruno Varela respondeu à altura do remate e defendeu a primeira oportunidade flagrante da noite.

O Sporting estava a ter mais posse de bola, a ter mais agressividade, intensidade e sobretudo vontade. Estava a ser um jogo de sentido único. A equipa de Rúben Amorim estava a ter bastante fluxo ofensivo e a impor o seu jogo no meio-campo mais avançado. Uma exibição até à altura sem espinhas e que fez com que se chegasse festejar golo em Alvalade por volta dos 26 minutos de jogo. Ainda assim, a equipa de João Henriques pôde respirar de alívio. O lance acabou por ser invalidado depois de análise do VAR pelo facto de a bola ter saído. Apesar de não ter valido, destaque para a grande jogada de envolvimento dos leões.

Já o Vitória SC ia mostrando sérias dificuldades para ligar o seu jogo e criar perigo. Uma tendência que se inverteu à passagem do minuto 30. Dois lances de perigo na baliza verde e branca em que a bola bateu no ferro. Apesar deste “acordar” vimaranense, os leões voltam a afundar a bola para o fundo das redes. E desta vez valeu. Não logo, é verdade, mas valeu. O lance foi novamente anulado, mas posteriormente foi dado o golo a Gonçalo Inácio que carimbou assim de cabeça o primeiro golo dos leões que manteve o resultado intacto até ao intervalo.

O regresso dos balneários trouxe um Sporting menos intenso, veloz e agressivo. O que permitiu a que o Vitória conseguisse ter maior caudal ofensivo. Aos 52′, Óscar Estupiñán ameaça Adán. O colombiano apareceu bem nas costas da defesa leonina depois de assistência de Marcus Edwards, fez o remate, mas este saiu ao lado. Depois deste aviso, o conjunto de Rúben Amorim voltou a equilibrar um pouco as contas daquilo que estava a ser esta segunda parte. O Sporting tentou tomar novamente as rédeas da partida, mas desta vez sem velocidade e verticalidade. Teve uma posse de bola de maior contenção e sobretudo de paciência. Mas mais na fase final, o Vitória continuava a dar o ar da sua graça nesta segunda parte. Ainda que não fosse um domínio perigoso, os Conquistadores iam criando cada vez mais desequilíbrios. O que, ao mesmo tempo, ia dando a sensação de que poderia surgir, a qualquer momento, um dissabor aos de verde e branco. Sobretudo depois da apatia verificada nos minutos finais. Mas nada se alterou. O Sporting arrecada mais três pontos numa conquista construída sobretudo na primeira parte.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

João Palhinha – Tem sido a âncora desta equipa do Sporting. Palhinha é inevitavelmente sinónimo de qualidade e estabilidade. É como que uma “tampa” no centro do terreno leonino. E hoje foi mais uma vez importante nessa vertente. Para além disso, tem evoluído muito a níveis ofensivos e tornar-se um jogador ainda mais completo.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

André André – Não foi um jogo ao nível daquilo que nos tem habituado. Faltou mais “André André” neste meio-campo do Vitória. Qualidade ninguém a nega, mas hoje ela esteve um pouco mais esmorecida. E a sua equipa sentiu também um pouco esta exibição mais apagada do médio.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Fora as ausências já esperadas, a grande novidade no onze inicial dos leões foi mesmo Daniel Bragança: o jogador que impingiu novas dinâmicas neste Sporting: Daniel Bragança jogou pelo meio, enquanto João Mário atuou mais pelo lado esquerdo. Apesar disto, o trio composto por estes dois jogadores e por Pedro Gonçalves, esteve em trocas constantes. Uma dinâmica que estava a resultar e a dificultar a tarefa aos Conquistadores num jogo em que, ao mesmo tempo, Tiago Tomás conseguiu ganhar várias bolas na frente e conseguiu também entender-se às mil maravilhas com Pote.

Na segunda parte, o Sporting baixou um pouco o ritmo. Inclusive, os vimaranenses começaram a ter mais bola e chegaram até a ameaçar a baliza de Adán. Depois desse ascendente do Vitória, os leões voltaram a ter mais posse. Mas uma posse bem diferente daquela que se viu no primeiro tempo. Houve menos velocidade, menos verticalidade, mas ainda assim, estava a ser uma posse eficaz: os leões estavam a conseguir atrair os jogadores vitorianos para um corredor, para depois, de seguida, e com bastante eficiência, conseguirem virar o flanco de jogo e tentarem gerar desequilíbrios. Já nos minutos finais, o Sporting baixou substancialmente o seu rendimento e acabou por jogar mais com o coração do que com a cabeça. Isto num momento em que o Vitória ia crescendo na fase final de jogo.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES

Adán (6)

Feddal (6)

Palhinha (8)

Neto (6)

João Mário (6)

Tiago Tomás (6)

Pedro Porro (5)

Pedro Gonçalves (5)

Gonçalo Inácio (7)

Daniel Bragança (6)

SUBS UTILIZADOS

Tabata (5)

Paulinho (5)

Matheus Reis (-)

Dário Essugo (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC 

João Henriques também não pôde contar com Mumin e Suliman. Em relação às novidades, destaque para a estreia do menino de 18 anos – o central André Amaro. O Vitória SC apresentou um bloco muito subido e a querer condicionar o portador da bola logo na primeira fase de construção (aquela que tem sido, na minha opinião, uma das maiores lacunas neste Sporting que tem tido exibições mais apagadas nos últimos jogos). Os vimaranenses jogaram com três defesas, com Rúben Lameiras a fazer a ala esquerda. Na frente, o Vitória SC tentava explorar (ainda que poucas vezes) a velocidade de Edwards e o físico de Óscar Estupiñán. Ainda assim, o conjunto de João Henriques ia mostrando imensas dificuldades para construir desde trás e chegar à frente com perigo na primeira parte. A pressão alta do Sporting estava a surtir efeito. No segundo tempo, o Vitória esteve melhor, mas ainda assim, não conseguiu contrariar a desvantagem.

 

11 INICIAIS E PONTUAÇÕES 

Bruno Varela (6)

Marcus Edwards (5)

André André (4)

Rochinha (5)

Falaye Sacko (5)

Pepelu (5)

Lameiras (5)

Mikel (6)

Oscar Estupiñán (5)

Jorge Fernandes (6)

Amaro (6)

SUBS UTILIZADOS 

Bruno Duarte (5)

André Almeida (6)

Ricardo Quaresma (-)

Miguel Luís (-)

Noah (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Sporting CP

BnR: Volto a pegar no que falou há pouco sobre os três médios. Peço-lhe uma análise à dinâmica de hoje em que o Bragança foi muito importante no jogo interior e às trocas posicionais que iam surgindo. Pergunto ainda se sente que este pode ser o “ar fresco” de que o Sporting estava a precisar tendo em conta os últimos jogos da equipa. 

Rúben Amorim: É uma questão de mudar de referências. Depende de jogo para jogo. Podemos fazer duas semanas assim e depois ter que voltar ao que fazíamos. Temos de observar o adversário e também jogar com aquilo que os jogadores nos dão e também com aqueles que estão disponíveis. E vamos gerindo por aí.

A lufada de ar fresco é um pouco subjetivo. O Vitória que normalmente defende com uma linha de quatro, hoje meteu uma linha de cinco a pensar nos nossos três da frente. Ao tirar de lá um, é normal. Não inventámos nada. Mas como é diferente, e eles estavam à espera de outra coisa, criámos dificuldades. Mas agora temos jogado sempre com três na frentes, às vezes com um falso nove, e temos ganho os jogos.

Vitória SC

BnR: Claro que a derrota ocorre por erros conjuntos e não individuais. Ainda assim, pergunto-lhe se não acha que hoje faltou um André André nos seus dias, como nos tem habituado, para tentar assumir um pouco mais o controle no meio-campo?

João Henriques: Hoje, pela primeira vez, o André André e o Pepelu estiveram sozinhos os dois apenas. Lá está, são as adaptações necessárias e que tivemos de fazer. O André André vem de uma sequência de jogos muito boa. Como capitão, esteve como devia estar: a ajudar a equipa. O André hoje não teve num nível exibicional extraordinário, mas também não esteve aquém daquilo que era esperado. Principalmente tendo em conta as dificuldades que sabíamos que íamos atravessar. Todos nós temos de melhorar, porque quando o coletivo é forte as individualidades começam a sobressair.

 

 

 

Portimonense SC 1-2 FC Porto: Primeira parte gelada, segunda a escaldar

A CRÓNICA: DRAGÕES CONSEGUIRAM ULTRAPASSAR MURALHA ALGARVIA

Portimonense SC e FC Porto encontraram-se pela 39.ª vez, a dez jornadas do fim do campeonato, numa partida com uma carga elevada de importância para os dois clubes, apesar das diferenças entre ambos na tabela de classificação. Os dragões conseguiram manter a série de vitórias frente aos algarvios, somando assim o 13.º triunfo consecutivo e mantendo seguro o segundo lugar. O familiar onze inicial em 4-4-2 de Conceição tremeu ao intervalo, mas não arredou pé e somou mais três pontos num jogo que foi verdadeiramente polarizado.

Uma primeira parte muito murcha de ambas as equipas com o vento a ser provavelmente o elo mais interventivo. Koki Anzai ainda ameaçou a baliza de Marchesín após desatenção do setor defensivo azul e branco, mas foi caso único na primeira meia hora. O FC Porto dominou na posse de bola e instalou-se no meio campo dos aurinegros, mas o Portimonense SC apresentou-se muito sólido e atento quando foram chamados a intervir cá atrás.

Sentiu-se um FC Porto muito nervoso após as sucessivas tentativas falhadas para transpor a muralha de cinco homens do Portimonense SC. Faltava profundidade, largura e alguém que pudesse desequilibrar ofensivamente. Porém, o setor defensivo da equipa de Portimão deu uma verdadeira aula de como estancar o caudal atacante do FC Porto, mas só até sofrerem o 0-1.

Um golo às três pancadas e que reflete a vontade e a insistência dos visitantes para se superiorizarem no marcador. Faltou agressividade e intensidade, num primeiro momento, em Boa Morte para travar Corona na faixa lateral e, depois, num segundo momento e já na pequena área, um deslize de Lucas Possignolo marcando na própria baliza após tentativas falhadas de Sérgio Oliveira e Marega.

O início da segunda metade foi mais apelativo do que na primeira parte, muito por culpa do maior atrevimento do Portimonense SC no processo ofensivo, mas também do maior espaço que os dragões deram para jogar. Beto encarregou-se de criar oportunidades para a equipa da casa e apanhou o FC Porto várias vezes em contrapé, ainda que tenha falhado na hora da concretização.

Apesar do 0-1 do FC Porto, sentia-se que o jogo estava em aberto e que a equipa de Paulo Sérgio ainda tinha uma palavra a dizer na partida. E a palavra acabaria por ser dita. Minuto 64, passe para a desmarcação de Fali Candé e de frente a baliza prefere deixar em Beto que remata contra Marchesín. Na recarga após a defesa do guardião portista, Candé, sozinho e de frente para a baliza cabeceia para o golo do empate.

E se o jogo esteve murcho nos primeiros 45 minutos, na segunda parte foi totalmente o oposto em todos os sentidos. Após falta sofrida no meio campo ofensiva dos dragões, Sérgio Oliveira assumiu, como habitualmente, o papel de marcar o pontapé de livre. Do pé direito do centrocampista português saiu um verdadeiro golaço que fez o 1-2 para o FC Porto (minuto 67). Reações quentes ao golo por parte de Sérgio Conceição e Paulo Sérgio que lhes valeu a expulsão e acabou por despoletar momentos de tensão no túnel do Portimonense SC.

Após a temperatura ter subido no Algarve, o jogo, dentro das quatros linhas, acabou por resfriar. Sentia-se um Portimonense SC mais combalido e com menos confiança para recuperar o empate, oferecendo aos Dragões o leme da partida que através de Toni Martínez e Sérgio Oliveira ainda ameaçaram a baliza de Samuel Portugal. Terminada a partida, o FC Porto soma a 16ª vitória no campeonato e aguarda por um deslize do Sporting CP, mas também por uma perda de pontos do SC Braga e SL Benfica que defrontar-se-ão ainda nesta jornada.

 

A FIGURA

Top peças fundamentais no clássico porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Sérgio Oliveira – Mais uma grande exibição para o médio português. Foi o homem que mais fez jogar, principalmente na primeira parte através dos passes longos pelo ar. Na segunda parte, tira as medidas à baliza e consegue mais um grande golo através da execução de um pontapé de livre. Cada vez mais crescido o 27 do FC Porto.

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Mehdi Taremi – Esteve praticamente desaparecido em todo o jogo, aparecendo apenas numa situação de perigo do FC Porto em que poderia ter feito muito melhor. O iraniano segue para o sétimo encontro sem faturar e pode-se dizer que não está a viver o melhor dos momentos na equipa portista.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTIMONENSE SC

Os aurinegros entraram em campo com uma linha de cinco defesas e quatro médios, sendo que um deles, Aylton Boa Morte, aparecia por vezes em terrenos mais ofensivos. Beto era homem só na frente de ataque do Portimonense SC e a falta de um parceiro ofensivo acusou na estratégia de jogo após sofrerem o 1-2. Pedro Sá era responsável por ser o médio mais recuado e ajudar a equipa a travar as paradas ofensivas do FC Porto de forma a evitar golos sofridos.

Apesar da adoção de uma postura totalmente recuada nos primeiros 45 minutos do encontro, após o intervalo assistimos a outra versão do Portimonense SC que optou por jogar com maior profundidade e mais ofensivamente. Acabou por lhes valer um golo e não fosse também a infelicidade de Samuel Portugal no lance do golo de Sérgio Oliveira o resultado poderia ser outro. Após o 1-2 o Portimonense SC não se conseguiu levantar e reagir ao resultado e acabou por perder totalmente a organização e a estratégia delineada no intervalo da partida. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Samuel (6)

Fahd Moufi (6)

Maurício Antônio (7)

Willyan (6)

Lucas Possignolo (6)

Fali Candé (7)

Dener (7)

Pedro Sá (6)

Koki Anzai (6)

Aylton Boa Morte (6)

Beto (6)

SUBS UTILIZADAS

Luquinha (6)

Anderson Oliveira (6)

Fabrício (6)

Jafar Salmani (-)

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O FC Porto teve sérias dificuldade em conseguir colocar em prática a filosofia de jogo habitual e na primeira metade houve uma grande escassez de profundidade e desequilíbrio no processo ofensivo. Isto porque depois de se depararem com a linha de cinco defesas do Portimonense SC, deu-se uma sucessão de tentativas falhadas de colocar a bola pelo ar na frente de ataque portista.

O FC Porto, apesar de ter sempre assumido o controlo da partida, acabou por acumular algum nervosismo, mas o autogolo de Possignolo, que reflete o decurso da primeira parte, veio acalmar a equipa portista e refrescar os ânimos para o intervalo. No início da segunda parte o FC Porto subestimou o Portimonense SC e perdeu o foco na partida, principalmente no setor ofensivo, acabando por conceder um golo. A tirada de Sérgio Oliveira no pontapé de livre veio gelar o Algarve e deu mais confiança aos dragões, que seguraram a partida até ao fim do encontro.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marchesín (6)

Manafá (6)

Mbemba (6)

Pepe (6)

Zaidu (6)

Sérgio Oliveira (8)

Uribe (7)

Otávio (7)

Tecatito Corona (7)

Taremi (5)

Marega (6)

SUBS UTILIZADAS

Diogo Leite (7)

Grujíc (-)

Luis Díaz (7)

Toni Martínez (7)

Francisco Conceição (6)

CD Santa Clara 1-1 CD Tondela: O Justo Empate

A CRÓNICA: O FESTIVAL DE CARTÕES VERMELHOS

 Tarde de Sábado, no Estádio de S. Miguel, abriu portas para a 24.ª Jornada onde se defrontam CD Santa Clara e o CD Tondela. Ao contrário do que aconteceu nas últimas duas jornadas, devido à situação epidemiológica do concelho de Ponta Delgada, não pude haver público na bancada. Nas duas últimas partidas, em casa, o clube açoriano conseguiu arrecadar seis pontos na tabela classificativa assegurando, assim, o sétimo lugar na tabela. Por outro lado o Tondela, nos últimos dois jogos, não conseguiu conquistar nenhum ponto ficando assim, em 12º.

A primeira parte da partida ficou marcada pela falta de oportunidades de golo. Viu-se um jogo muito partido e centralizado a meio campo no primeiro quarto de hora. Apesar disso, a equipa da casa conseguia chegar com maior facilidade à baliza e a destacar-se não só na percentagem de posse de bola como na melhor exibição. A grande surpresa desta primeira parte seria, sem dúvida, a inauguração do marcador antes do cair do pano. Numa tentativa de corte falhada de Rafael Ramos, João Pedro aproveita a oportunidade e cruza para Mário González que dá origem ao golo da vantagem. Num jogo em que dificilmente o Tondela chegava à baliza de Marco Pereira, os bravos açorianos vão para intervalo com um sentimento agridoce.

Numa segunda parte que parecia manter-se calma e com o Santa Clara a destacar-se acabou por se tornar um festival de cartões vermelhos. Numa tentativa de corte, Fábio Cardoso, que mais cedo na partida tinha visto um amarelo, acaba por atingir na perna o adversário e vê o segundo amarelo e, consequentemente, o vermelho levando a sua expulsão. Para além do capitão da equipa açoriana, Allano é expulso por um comentário feito ao árbitro.

Tondela recuou no campo desnecessariamente, e acaba por oferecer o golo do empate, através dum auto golo de Tavares, aos bravos Açorianos. Terminando assim, uma emocionante partida.

A FIGURA
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Carlos Júnior – O Bravo Açoriano foi dos que acreditou no empate do Santa Clara e foi bafejado pela sorte no final ao estar presente no lance do jogo do empate.

 

O FORA DE JOGO
Fonte: CD Tondela

Yohan Tavares – Jogo desastrado do central beirão. Cometeu inúmeras falhas, mostrou algumas dificuldades nos duelos e acabou por comprometer a sua equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA

 

A equipa de Daniel Ramos apresentou-se com o esquema tático em 4-2-1-3. O Santa Clara a jogar com um duplo pivot defensivo e Lincoln mais solto na frente. Na frente três homens muito móveis que deambularam constantemente entre posições. Apesar das expulsões a equipa manteve-se segura.

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

 

Marco (4)

Rafael Ramos (4)

Mikel Villanueva (5)

Fábio Cardoso (4)

Mansur (5)

Allano (5)

Lincoln (Ukra 79’) (5)

Carlos Jr. (6)

Hide (4)

Anderson Carvalho (Costinha 66’) (5)

Rui Costa (Cryzan 66’) (4)

SUBS UTILIZADOS

Cryzan (Rui Costa 66’) (4)

Costinha (Anderson Carvalho 66’)(4)

Ukra (Lincoln 79’) (3)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD TONDELA

 

O Mister Beirão, Pako Ayestáran,  apresentou-se também com o esquema tático 4-2-1-3. O Tondela jogo com um duplo pivot defensivo no meio campo, aproveitando a velocidade dos homens da frente para aturar na profundidade. Após as expulsões, a equipa beirã teve a tendência para se encostar em demasia atrás e, este erro, acabou por dar origem ao golo do empate.

ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES

 

Trigueira (4)

Jaquité (3)

João Pedro (Jaume Grau 81’) (4)

Jhon Murrillo (Barbosa 90+2’) (4)

Mario Gonzalez (5)

Olabe (Salvador Agra 81’) (3)

Tiago (3)

Filipe Ferreira (4)

Yohan Tavares (2)

Mohamed Khacef (Enzo Martinez 76’) (3)

Ricardo Alves (4)

SUBS UTILIZADOS

Enzo Martinez ( Mohamed khacef 76’) (3)

Jaume Grau (João Pedro 81’) (3)

Salvador Agra (Olabe 81’) (3)

 

BnR NA CONFERÊNCIA

 

CD SANTA CLARA

BnR: Qual a análise que faz da partida?

Daniel Ramos: Começámos a partida com o Santa Clara a dominar e um Tondela a tentar controlar a tentar entrar em contra-ataque. Fomos uma equipa dinâmica mas não tão rápidos como queríamos, a equipa pecou ao não escolher o melhor corredor. Tivemos bem no jogo e com algumas oportunidades e possibilidade de chegar à vantagem. Sabíamos que o Tondela queria a vantagem e o golo tornou a tarefa mais difícil. A Equipa tentou manter-se na sua essência. Como equipa e com uma ideia de jogo boa.

Os momentos de expulsão, quase de seguida, levou-nos ao tapete mas levantamo-nos cedo. Mas somos uma família, é um por todos e todos por um. Fomos equipa com olhos para a baliza. Era justo o empate. Havia uma equipa a querer ganhar que era o Santa Clara e uma a querer pontuar, o Tondela.

 

CD TONDELA

BnR: Qual era a motivação para esta partida?

Pako Ayestáran: Sabíamos que o santa era uma equipa muito forte e a vitória podia ser possível através de transições. Na segunda parte, tivemos mais oportunidades mas não foi possível. Mesmo ao jogarmos com mais dois jogadores, por trezes minutos, não conseguimos aproveitar essa oportunidade.

Gonçalo Ramos | A ocasião divina para se mostrar a Jesus

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Gonçalo Ramos confirma ser, pela segunda temporada consecutiva, um símbolo da possível mudança de paradigma que acaba por nunca se concretizar. Com a lesão de Rafael Leão e a consequente chamada em sua substituição para o Europeu sub-21, terá oportunidades para brilhar o que ainda não brilhou durante a temporada – onde foi ostracizado e quase ignorado, passando mais minutos na bancada da equipa principal do que a completá-los pela equipa B (ou por outra equipa), como seria desejável.

O rendimento no Europeu sub-21 servirá como diagnóstico na avaliação da temporada 2020/21: caso repita as façanhas do Europeu de sub-19, onde foi o melhor marcador, tornar-se-á num dos argumentos primordiais na contestação a Jorge Jesus – o papel secundário num ataque recheado de boas valias será visto como natural, por uns, e final prova quanto à normalidade do seu talento por aqueles que ainda esperam de Darwin a explosão que demora em acontecer.

Já muito depois do brilharete na Arménia, onde marcou quatro golos na campanha portuguesa até à final perdida com a Espanha, Gonçalo estreia-se na equipa principal dos encarnados numa vitória por 4-0 frente ao CD Aves, no tal jogo em que bisou em seis minutos. As soluções que oferecia (e oferece) dentro de campo ao nível do posicionamento, fruto de uma etapa formativa onde deambulou por todas as zonas de ataque, foram pólvora na definição do bode expiatório responsável pela segunda volta catastrófica.

Afirmava-se que Gonçalo Ramos poderia ter sido o João Félix da temporada, criando efeito semelhante no rendimento geral da equipa se introduzido oportunamente no lugar de Chiquinho, a solução encontrada por Bruno Lage depois de gritar desesperadamente por Luca Waldschmidt. Era com grandes expectativas, portanto, que se olhava para a época 2020-21 e para Jorge Jesus como potenciais fatores capitais no desenvolvimento sénior do prodígio. No entanto, foram esperanças em vão.

Esquecendo as naturais apetências do técnico português para ignorar a formação (há poucas exceções como Gelson Martins ou Reinier), a aposta em Gonçalo ficou sempre para segundo plano em detrimento de Seferovic ou Darwin.

Gonçalo Ramos reclama por mais oportunidades na equipa principal.
Gonçalo Ramos reclama por mais oportunidades na equipa principal.
Fonte: Diogo Cardoso/ Bola na Rede

As dispensas de Jota, Florentino ou Tomás Tavares – companheiro da geração de 2001, onde se incluem os nomes de Tiago Araújo, Úmaro Embaló, João Ferreira ou Gonçalo Inácio, do Sporting CP – já o previam, sinais significativos do futuro a curto prazo quanto ao aproveitamento dos talentos do Benfica Campus.

Em março, os minutos de utilização são escassos e as notícias de um possível descontentamento acumulam-se. Afirma-se sobretudo uma intenção do jogador em consolidar tempo de jogo, em qualquer que seja a equipa – Gonçalo quer é jogar, acumular minutos nas pernas e dar continuidade à sua evolução.

Ao serviço da equipa B, conta com oito golos em seis jogos – por hoje, o lote de melhores marcadores (Abubakari do Casa Pia AC, Cassiano do FC Vizela e Bouldini da Académica OAF) contam dez com um mínimo de 20 jogos. Cedo se percebeu a urgência de outro contexto competitivo, oportunidade que surge em janeiro com a iminente e apetecível troca com Rodrigo Pinho (curiosamente, um empréstimo ao CS Marítimo foi também equacionado para João Félix), situação onde sairiam todos a ganhar.

O SL Benfica, que veria chegar aos seus quadros um real concorrente às duas únicas soluções viáveis aos olhos de Jesus; e para Gonçalo, que teria a primeira chance de real crescimento longe do Seixal, ajudando um CS Marítimo periclitante na Primeira Liga a alcançar resultados mais satisfatórios.

Com a permanência no plantel, nada mudou e foram-se sucedendo as chamadas à equipa principal que, na maioria das vezes, significariam contributo zero. O mal de uns é a sorte de outros – Rafael Leão, elemento importante na época positiva do AC Milan, lesiona-se e abre espaço a Gonçalo, que verá o Europeu como oportunidade de justificar outra importância e desafiar a avaliação de Jesus.

As circunstâncias de uma hipotética titularidade são difíceis dado o lote de concorrentes. Francisco Trincão, Francisco Conceição, Tiago Tomás ou Danny Mota formam o leque disponível na enxaqueca de Rui Jorge. Sabemos todos que, escolhendo Gonçalo como um dos dois da frente e, considerado o hipotético sucesso deste, um atestado de incompetência será passado a Jorge Jesus e ao modelo de gestão de ativos encarnados.

CD Cova da Piedade 2-3 GD Estoril Praia: Vitória no último segundo

A CRÓNICA: TRÊS GOLOS NOS ÚLTIMOS DEZ MINUTOS DÃO VITÓRIA AO GD ESTORIL PRAIA

Num encontro entre duas equipas em lados opostos da tabela classificativa, o GD Estoril Praia conseguiu uma vitória moralizadora, em cima do apito final, frente ao CD Cova da Piedade, na 25.ª jornada da Segunda Liga.

O conjunto lisboeta entrou para este encontro como claro favorito: primeiro classificado e com uma série de cinco vitórias consecutivas para o campeonato, o Estoril procurava aumentar para dez a diferença pontual para o segundo lugar. No entanto, a equipa da margem sul tinha outros planos.

Primeiro através de canto e depois por intermédio de Crespo, os “canarinhos” assustaram Adriano Facchini, mas o guardião conseguiu a defesa. Já Dani Figueira, guarda-redes estorilista, não conseguiu fazer o mesmo quando se encontrou frente a frente com Alex Freitas na marca dos onze metros. Após falta sobre João Vieira, o árbitro da partida assinalou grande penalidade e o médio do Cova da Piedade marcou a contar, inaugurando o marcador.

Nos minutos que se seguiram os visitantes mantiveram a pressão alta, mas não se conseguiam aproximar da baliza adversária. Quem o fez foi João Vieira, que após passe de Alex Freitas, rematou de primeira e fez o segundo golo do jogo no segundo remate da equipa da casa.

No regresso do intervalo o marcador assinalava 2-0, mas Gamboa teve oportunidade de relançar a incerteza no encontro quando o árbitro voltou a apontar para a marca de grande penalidade, desta feita a favor do Estoril. O médio português fez uma corrida muito lenta, mas não conseguiu enganar Adriano, que defendeu o remate inicial e a recarga de Hugo Gomes.

O técnico Bruno Pinheiro optou por fazer uma tripla substituição, e os canarinhos começaram a aproximar-se cada vez mais da baliza da equipa da casa, que abdicava quase totalmente do jogo ofensivo. E demorou algum tempo, mas as substituições surtiram efeito.

À passagem do minuto 83, Rosier marcou, de cabeça, o 2-1, e sete minutos depois foi a vez de André Clóvis fazer o empate em cima do minuto 90. Após um cruzamento de João Diogo, o avançado apareceu sozinho e encostou de cabeça para o 2-2. Os visitantes estavam por cima do encontro e continuavam a aproximar-se da baliza do Cova da Piedade.

No último lance do encontro, e após muita confusão dentro da área, Clóvis rematou e bisou na partida, fazendo o 3-2 e levando à loucura a equipa estorilista. O Estoril venceu a partida com três golos marcados depois do minuto 80!

 

A FIGURA

André Clóvis – O avançado da equipa da Linha foi uma aposta ganha por parte de Bruno Pinheiro. Com dois golos nos últimos minutos foi decisivo, sendo a chave para desbloquear o jogo e chegar à vitória.

 

O FORA DE JOGO

CD Cova da Piedade – O conjunto da margem sul abdicou de atacar durante praticamente todo o segundo tempo – o primeiro remate após o intervalo apenas apareceu aos 90 minutos – e mostrou muita intranquilidade após o primeiro golo do Estoril.

 

ANÁLISE TÁTICA – CD COVA DA PIEDADE

Defensivamente, o Cova da Piedade apresentou-se num 4-1-4-1, com Shimabuku no papel de médio mais recuado, e João Oliveira a assumir o lugar mais à esquerda na linha de quatro médios. Com uma linha defensiva muito coesa, o ataque estorilista nunca conseguiu explorar a profundidade no primeiro tempo, e isso permitiu que a baliza almadense se mantivesse inviolada.

Ofensivamente, e como tem sido regra até agora, o Cova da Piedade abdicou quase na totalidade do seu ataque organizado, optando antes por lançar contra-ataques. No entanto, e apesar dessa estratégia ter funcionado no primeiro tempo, na segunda parte acabou por uma das razões para o seu desaire. Sem a capacidade de ter bola, a equipa da margem sul “ofereceu” o esférico ao seu adversário que foi criando cada vez mais perigo e conseguiu o triunfo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Adriano Facchini (8)

Cristiano Gomes (6)

Bruno Bernardo (7)

João Meira (7)

Filipe Maio (6)

Bruno Alves (6)

Cele (6)

Shimabuku (7)

Alex Freitas (8)

João Vieira (6)

João Oliveira (6)

SUBS UTILIZADOS

Arnold (6)

Firmino (6)

Patrão (6)

Simão Jr. (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – GD ESTORIL PRAIA

Como favorito à entrada para este encontro, o Estoril procurou ativamente o golo, tanto no processo ofensivo como defensivo, pressionando de forma muito alta e condicionando a saída de bola da equipa da casa e obrigando-os a jogar um futebol mais direto. Apesar dos dois golos sofridos, a equipa estorilista foi quase sempre coesa e não permitiu que o Cova da Piedade criasse lances perigosos em ataque organizado.

Ofensivamente, e apesar dos três golos, os comandados de Bruno Pinheiro nem sempre foram criteriosos e mostraram alguma previsibilidade. A entrada de Vidigal, Clóvis e Rosier colocaram os canarinhos mais perto da baliza adversária, mas a equipa apostou – talvez em demasia – em cruzamentos para a área que, na maior parte dos casos, não causavam perigo. Ainda assim, os golos acabaram mesmo por surgir pelo ar, devido à intranquilidade mostrada pela defesa do Cova da Piedade.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Dani Figueira (6)

João Diogo (7)

Hugo Basto (6)

Hugo Gomes (7)

Joãozinho (6)

André Franco (6)

Gamboa (6)

Crespo (6)

Bruno Lourenço (6)

Yakubu Aziz (6)

Murilo (6)

SUBS UTILIZADOS

Rosier (7)

Lazare (6)

Vidigal (7)

André Clóvis (8)

Chiquinho (6)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CD Cova da Piedade

BnR: Na primeira parte a defesa do Cova da Piedade conseguiu controlar muito bem o ataque do Estoril, que procurava constantemente a profundidade. O que mudou, no Estoril e no Cova da Piedade, que explique as dificuldades defensivas apresentadas no segundo tempo?

Mário Nunes: O Estoril mudou a sua forma de iniciar o seu processo ofensivo, deixou de procurar uma ligação que eles procuram do central do lado esquerdo, depois começou também com a situação da bola entrar no lateral do lado direito e procurar logo as costas do nosso lateral, mas essa situação foi muito bem anulada na primeira parte. Na segunda parte mudaram completamente, forçaram mais uma saída pelo corredor, nomeadamente pelo seu corredor direito, nosso corredor esquerdo, e nós aí tivemos bastantes dificuldades em conseguir controlar ou anular esta dinâmica, e fruto dessas dificuldades e do momento da equipa que não é positivo, começamos a sentir que estávamos a perder algum controlo do jogo e começou a ficar num estado de ansiedade muito grande.

 

GD Estoril Praia

Não foram colocadas questões ao técnico do GD Estoril Praia, Bruno Pinheiro.

Estrelinha de Amorim na batalha contra Henriques: Sporting CP x Vitória SC

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Primeira Liga, Jornada 24: sábado, 20h30, 20 de março de 2021
ANTEVISÃO: ANTES DAS SELEÇÕES, JOGA A SELEÇÃO DO CAMPEONATO

O Sporting CP recebe neste sábado o Vitória SC em jogo da vigésima quarta jornada do campeonato. No último encontro antes da paragem das seleções, que contará com os estreantes Nuno Mendes, João Palhinha e Pedro Porro, os Leões procurarão consumar mais uma vitória, de modo a manter a vantagem de dez pontos em relação ao segundo colocado.

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Por sua vez, os vimaranenses pretendem reagir depois do desaire frente ao rival SC Braga e da inesperada derrota frente ao Gil Vicente FC no Estádio D. Afonso Henriques. O treinador João Henriques já garantiu que o objetivo do clube é terminar no quinto lugar, neste momento ocupado pelo surpreendente Paços de Ferreira, assegurando a qualificação para a Liga Europa.

Na turma verde e branca, destaque para as ausências de Sebastián Coates e João Pereira por castigo. O uruguaio viu o 5.º cartão amarelo e o lateral português conseguiu a façanha de ser expulso sem entrar em campo. Para além destas duas baixas, Matheus Nunes e Antunes estão infetados com COVID-19. Nuno Santos também não deverá ir a jogo devido a problemas físicos.

Do lado vitoriano, Abdul Mamin e Suliman estão suspensos e não poderão dar o seu contributo à equipa no jogo de sábado. O central ganês foi expulso e o seu colega de posição viu o cartão amarelo pouco depois de entrar, o que o tornou indisponível para o encontro em Alvalade.

No que toca às particularidades deste encontro, Ricardo Quaresma regressa à casa do clube que o viu crescer e tornar-se no jogador consagrado que é hoje. De leão ao peito, o Harry Potter entrou em campo 74 vezes e apontou 10 golos, conquistando o último campeonato vencido pelo Sporting CP, para além de uma Taça de Portugal e uma Supertaça. Miguel Luís, formado em Alcochete e com 21 jogos disputados pelo clube leonino, também poderá jogar pela primeira vez em Alvalade com uma camisola que não seja a dos Leões. Um jogo de reencontros.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O Sporting CP marcou em todos os jogos disputados em casa esta época.
  2. O Vitória SC só ganhou uma vez nos últimos oito jogos que disputou.
  3. O último triunfo do Vitória SC em Alvalade foi na época 2010/11. O clube minhoto saiu para o intervalo a perder por 2-0, mas conseguiu dar a volta nos últimos 15 minutos (2-3).
  4. A vitória leonina na primeira volta sobre o Vitória SC (0-4) foi a última vez em que o Sporting CP marcou mais de dois golos num só jogo desta Primeira Liga.
  5. No campeonato nacional, Sporting CP e Vitória SC enfrentaram-se em 151 ocasiões, com 94 vitórias dos Leões, 35 empates e 22 triunfos dos vimaranenses.
  6. A última vez que o Sporting CP ficou em branco a jogar em casa frente ao Vitória SC foi na temporada 1991/92, ainda no antigo José Alvalade (derrota por 0-1).
  7. Fernando Peyroteo é o melhor marcador do confronto entre as equipas, com 24 golos em apenas 14 partidas. O segundo maior artilheiro tem metade dos golos (Jesus Correia, com 12).
  8. Na atual edição do campeonato, o Sporting CP marcou 40 vezes dentro da área e cinco fora da área. Já o Vitória SC apontou 24 golos dentro da área e outros quatro fora.
  9. Os Leões têm uma média de 57,6% de posse de bola na Liga e o Vitória SC tem 49,2%.
  10. O Sporting CP tem uma média de 80,7% de eficácia de passe por jogo no campeonato, contra 80,5% do Vitória SC.

JOGADORES A TER EM CONTA


Paulinho – Depois de ter falhado os últimos quatro jogos do Sporting CP devido a lesão, o avançado contratado ao SC Braga no último defeso deverá entrar diretamente no onze frente ao Vitória SC. Apesar do golo salvador de Tiago Tomás em Tondela, tem sido notória a necessidade de um avançado com maior presença na área. O ex-jogador do SC Braga já marcou três vezes ao Vitória SC ao serviço dos arsenalistas. Seria um bom presságio?

Rochinha – Tem sido dos jogadores mais inconformados do Vitória SC. Apesar da irregularidade da equipa de João Henriques, o extremo dos minhotos tem se destacado pela positiva com dois golos e três assistências nos últimos cinco jogos. Na semana passada, frente ao Gil Vicente, apontou um belo golo numa jogada individual quando a equipa já jogava reduzida a dez unidades. É um dos jogadores com mais dribles eficazes e faltas sofridas nesta edição da Primeira Liga.

XI’S PROVÁVEIS 

Sporting CP: Adán, Inácio, Neto, Feddal, Nuno Mendes, João Palhinha, João Mário, Porro, Pedro Gonçalves, Tiago Tomás e Paulinho.

Treinador: Rúben Amorim

“É uma equipa muito boa, não passa por um bom momento, mas estes são jogos especiais. O nosso foco foi na qualidade do plantel, tem baixas na defesa, mas na frente tem jogadores de qualidade do melhor que há em Portugal”.

 

Vitória SC: Varela, Sacko, Mikel Agu, Jorge Fernandes, Mensah, Pepelu, André André, André Almeida, Rochinha, Edwards e Estupiñán.

Treinador: João Henriques

“Não é nenhum troféu sermos os únicos a vencer o primeiro classificado. Não estamos focados nisso, estamos focados nos três pontos que nós queremos e estamos focados em melhorar aquilo que temos feito menos bem”.

 

Previsão de Resultado: Sporting CP 2-0 Vitória SC

 

 

Portimonense SC x FC Porto: Dragão na corrida pelos milhões

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Primeira Liga, 24.ª jornada: sábado, 18:00, 20 de março de 2021
ANTEVISÃO: AMIGO, AMIGOS, FUTEBOL À PARTE

O campeonato prepara-se para entrar no último terço de competição, sendo que o Sporting CP parece ter a conquista da liga portuguesa bem controlada. No entanto, a corrida aos lugares de Liga dos Campeões está ao rubro, onde se insere o FC Porto, que neste momento parte em vantagem face aos demais concorrentes. Os portistas querem tentar aproveitar da melhor maneira o embate que vai ocorrer na cidade de Braga, derrotando o Portimonense SC, uma vez que pode aumentar ainda mais a sua curta vantagem face ao SC Braga e ao SL Benfica e assim criar um fosso mais seguro.

OS DRAGÕES VISITAM O ALGARVE NA ESPERANÇA DE TRAZEREM MAIS TRÊS PONTOS PARA A INVICTA. SERÁ QUE IREMOS TER SURPRESA EM PORTIMÃO? APOSTA COM A BET.PT!

Para isso, terá primeiro de derrotar a formação algarvia, que, após um começo de época mais negativo, parece ter conseguido fugir aos últimos lugares. Porém, todos os pontos são bem vindos à turma de Paulo Sérgio, que tem como principal tarefa garantir a manutenção no principal escalão do futebol português. Apesar do aparente lugar confortável que ocupa na tabela classificativa, apenas 2 pontos separam o Portimonense SC dos lugares de descida com rumo à Segunda Liga.

O histórico de confrontos entre os dois emblemas é completamente desequilibrado para o lado dos azuis e brancos, que nos últimos 5 desafios, têm o mesmo número de vitórias, o que diz bem da dificuldade que o Portimonense SC tem sentido quando enfrenta o atual campeão nacional. Contudo, estatísticas não passam disso mesmo e como já se viu muitas vezes no futebol, a história não garante vitórias, e o elenco de Sérgio Conceição terá de demonstrar isso mesmo no próximo sábado, no Estádio Municipal de Portimão.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Em 38 partidas, o FC Porto já conseguiu faturar por 100 vezes frente ao Portimonense SC, consentido apenas 23 golos, na sua baliza;
  2. A maior vitória que os algarvios conseguiram contra os azuis e brancos foi um resultado de uma bola a zero;
  3. Os portistas, a contar para a Taça de Portugal, já conseguiram uma vitória expressiva por uns 13-1, sendo até agora o resultado mais desequilibrado entre os dois emblemas
  4. O Portimonense SC perde há 12 partidas seguidas contra o seu próximo adversário no campeonato;
  5. Fernando Gomes, mais conhecido por bi-bota, é o jogador com mais golos, entre desafios que opõe os dois conjuntos, já tendo festejado por 14 vezes;
  6. O melhor marcador do clube algarvio frente ao FC Porto é Rúben Fernandes, que já conseguiu por duas ocasiões ultrapassar a linha de golo;
  7. Taremi, ponta de lança do FC Porto, já não marca um golo há seis desafios;
  8. Marchesín pode somar a melhor série da época sem sofrer qualquer golo, estando à procura do 4º jogo seguido para o efeito
  9. Beto, avançado do Portimonense SC, marcou o seu primeiro golo na liga contra o FC Porto;
  10. Será uma partida de reencontros, dado que Manafá já atuou pelos algarvios, sendo que em sentido contrário Ewerton também já vestiu a camisola portista;

JOGADORES A TER EM CONTA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pepe (FC Porto) – Um reconhecimento mais do que justo, já que, aos 38 anos, o internacional português está num momento de forma invejável. Titular absoluto na defesa portista, pode-se dizer que Pepe é a extensão do treinador em campo e o verdadeiro líder da equipa, quer pela sua qualidade, quer pela sua experiência. Além disso, o jogador também representa o verdadeiro protótipo de “jogador à Porto”, algo que é muito apreciado pela estrutura diretiva e pelos adeptos. No entanto, não é só a vontade de Pepe que o faz estar num patamar acima dos demais, também a sua qualidade com e sem bola faz a diferença e quem o vê jogar diz que ele tem tudo menos 38 anos de idade. Definitivamente, um verdadeiro exemplo para todos os atletas de alta competição.

Beto (Portimonense SC) – É uma das sensações do campeonato e principalmente da formação orientada por Paulo Sérgio, que parece ter encontrado em Beto o seu homem golo. O avançado brasileiro leva, atualmente, seis golos pela equipa do sul de Portugal, sendo que o seu rendimento desportivo já começa a despertar cobiça europeia. Deste modo, em Espanha, já o denominaram de “Haaland do futebol português”, pelo estilo e forma de atuar em campo, mas com as devidas diferenças, como o próprio fez questão de referir. Assim, Beto promete ser uma dor de cabeça para a defesa azul e branca.

XI PROVÁVEIS

FC PORTO: Marchesín, Manafá, Mbemba, Pepe, Zaidu, Uribe, Sérgio Oliveira, Otávio, Corona, Marega e Taremi

Treinador: Sérgio Conceição

Vamos seguramente ter dos jogos mais difíceis a jogar fora. Temos trabalhado muito para melhorar a consistência defensiva, não só no campo mas com visualização de imagens da equipa. Tem havido um trabalho muito interessante de toda a gente”

Portimonense SC: Samuel Portugal, Moufi, Willyan, Maurício, Anzai, Anderson, Dener, Ewerton, Poha, Boa Morte e Beto

Treinador: Paulo Sérgio

Espero um jogo difícil, claro, conhecemos valor do adversário, a nossa obrigação é disputar o jogo e criar argumentos para o fazer. Nos dois jogos que dirigi contra o FC Porto competimos bem com eles, tornámos as coisas difíceis, mas não conseguimos pontos. Esperamos que amanhã seja o dia em que possamos tirar algo positivo do encontro”

Tudo na mesma após o grande dérbi | Futsal

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O campeonato nacional conheceu esta semana mais uma edição do dérbi lisboeta, concluído com um empate a um golo, num jogo nem sempre bem disputado mas com a intensidade de sempre e onde a emoção e incerteza no marcador se manteve até aos segundos finais.

O resultado prático do encontro foi a manutenção do atual estado na tabela classificativa, onde o Sporting CP mantém a sua vantagem de dois pontos sobre o eterno rival. Já só faltam quatro partidas para terminar a fase regular e não é expectável que o Sporting CP e o SL Benfica percam mais pontos, ou pelo menos o atual líder, pelo que provavelmente a tabela irá manter-se inalterada no que diz respeito aos dois primeiros lugares.

Atenção que o Sporting ainda tem alguns jogos de nível de dificuldade elevado, com especial destaque para o encontro de 30.ª jornada, em Ponte de Sôr perante o Elétrico FC logo, apesar de pouco provável, o caminho leonino ainda tem algumas possíveis armadilhas às quais os comandados de Nuno Dias terão de estar atentos.

A grande vantagem de acabar esta fase na liderança prende-se com a final do play-off, um eventual quinto jogo para a final de apuramento de campeão será disputado em casa do primeiro classificado, algo que com casa cheia de público e efusivo no apoio à sua equipa criaria um ambiente bastante hostil ao clube visitante. Mas nem sempre esse fator se revela decisivo, pois os executantes de ambos os lados estão entre os melhores do mundo e a sua larga experiência em jogos com esta exigência permite que eles se sintam imunes a essa pressão.

Ainda custa ver um jogo de futsal sem um dos seus principais elementos: o público
Fonte: SL Benfica Modalidades

Ainda ninguém consegue prever o que irá suceder no próximo mês, quanto mais na altura dos jogos decisivos, pelo que ainda é uma incógnita se o público irá estar no pavilhão, mas mesmo que esse cenário se concretize, o número de espetadores permitido será inferior à capacidade máxima dos Pavilhões, pelo que o ambiente não será igual a outros anos, mas os jogadores que apenas esta época chegaram aos dois principais clubes portugueses nunca puderam sentir o ambiente fervoroso de um dérbi, com um pavilhão João Rocha ou um pavilhão da Luz lotados.

Evidentemente que o público faz falta em todos os pavilhões, este exemplo serviu apenas para descrever o dérbi da segunda circular, considerado um dos melhores encontros de futsal em todo o mundo. A empolgante luta pelos lugares de acesso ao play-off e para evitar a despromoção ao segundo escalão ficarão para um futuro artigo, onde será dado o merecido destaque às equipas envolvidas.

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede

SL Benfica 75-87 Sporting CP: Liderança leonina reforçada

A CRÓNICA: DÉRBI ETERNO PENDEU PARA O SPORTING CP

De volta ao Pavilhão Fidelidade, o SL Benfica recebeu o Sporting CP para mais um duelo a contar para o campeonato nacional de basquetebol. O dérbi eterno voltou a realizar-se e com duas equipas na quadra com vontade de arrecadar a vitória naquela que era a 23ª jornada da Liga.

Foram os leões a entrar melhor na partida, com uma elevada percentagem de acerto nos lançamentos e com um ritmo muito maior contrastando com as águias. Este início de jogo ficou marcado por bastantes faltas parte a parte e com vários lançamentos falhados, principalmente da parte do SL Benfica. No final, foi um lançamento exterior de Shakir Smith que aumentou a vantagem do Sporting CP para sete pontos, colocando o resultado num 21-14.

No segundo quarto, o SL Benfica continuou a fazer aquilo que demonstrou nos primeiros dez minutos: aproveitar erros dos leões. Um segundo período marcado por jogadas rápidas de ambas as equipas, o que, consequentemente, demonstrou alguma ineficácia por parte dos momentos defensivos de ambas as equipas. No último ataque antes de recolher aos balneários, Rafael Lisboa acabou por tentar imitar Smith e também tentou fechar o período com chave de ouro. O tiro da linha de três pontos do jogador das águias igualaria o marcador, mas quando soou a buzina a bola ainda não tinha saído das mãos de Rafael Lisboa. Ao intervalo, vencia o Sporting CP por 37-34.

De volta ao encontro, viu-se o SL Benfica na frente do marcador pela primeira vez desde o apito inicial, mas os leões rapidamente deram a volta. Com uma pressão bastante alta sobre Arnette Hallman, para este não conseguir concretizar lançamentos, o Sporting CP entrou aguerrido no terceiro período. Com bastante fluidez nos momentos ofensivos, a equipa de Luís Magalhães levou uma vantagem de três pontos para o último quarto.

Nos dez minutos finais, as águias transpareceram um jogo muito mais temporizado e previsível, o que facilitou a vida ao Sporting CP, mesmo acabando por concretizar. Do lado contrário, os leões continuavam a apostar nos ataques rápidos e em transições ofensivas “à velocidade da luz”. Quem salvava o SL Benfica e o estava a meter na luta pelo resultado era Cameron Jackson, que estava a fazer um jogo exemplar.

Os encarnados acabaram por empatar a três minutos do final, mas o Sporting CP não olhou a meios e ligou o turbo em direção à vitória. Com um parcial de 14-2 até ao final, os leões levaram a vitória de rajada, ao derrotar as águias por 75-87.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva/Bola Na Rede

Micah Downs – Foi fundamental no dérbi frente à sua antiga equipa. Micah Downs, a par de Travante Williams, foi dos mais influentes no jogo dos leões, mostrando uma capacidade ofensiva tremenda.

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva/Bola Na Rede

Nic Moore – O jogador do SL Benfica mostrou-se totalmente à parte do jogo. Não mostrou qualquer tipo de influência positiva no jogo das águias, tendo passado praticamente despercebido no encontro.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Depois de entrar na quadra com o melhor cinco inicial disponível, a equipa de Carlos Lisboa aproveitou os erros do Sporting CP, tanto a nível ofensivo como defensivo, para elevar o seu jogo. A diferença de aturas entre jogadores potenciou o número de ressaltos das águias e a defesa cerrada homem a homem facilitou mais a tarefa. A nível ofensivo, a alternância entre o tiro exterior e as jogadas interiores foi fundamental na construção de jogo e de resultado.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Quincy Miller (6)

Eric Coleman (5)

João “Betinho” Gomes (7)

Bryce Alford (6)

Rafael Lisboa (5)

SUBS UTILIZADOS

Fábio Lima (6)

Nic Moore (4)

Tomás Barroso (6)

Arnette Hallman (7)

Cameron Jackson (8)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Existem sempre dois fatores fundamentais no jogo do Sporting CP: Travante Williams e bloqueios. O primeiro dispensa qualquer tipo de apresentações, dada a sua qualidade ofensiva. Os leões recorriam bastantes vezes aos bloqueios diretos, abrindo espaço suficiente para um atirador “tentar a sorte” ou, a partir daí, construir outro tipo de jogada. A nível defensivo, recorriam a uma marcação individual sobre os jogadores do SL Benfica.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Travante Williams (8)

John Fields (7)

Diogo Ventura (7)

Micah Downs (8)

James Ellisor (7)

SUBS UTILIZADOS

Shakir Smith (6)

João Fernandes (5)

Claúdio Fonseca (5)

Pedro Catarino (6)

Foto de Capa: Carlos Silva/Bola Na Rede

Marcano à procura da estreia na época | FC Porto

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Iván Marcano regressou aos relvados depois de nove meses de calvário devido a uma rotura dos ligamentos cruzados do joelho direito, contraída em maio do ano passado. A 27 de fevereiro, voltou à competição, integrando o lote de jogadores de António Folha, no Vilafranquense x FC Porto B e a oito de março, fez mais 90 minutos no FC Porto B x Casa Pia.

Marcano terá a vida complicada para regressar às contas de Sérgio Conceição, uma vez que Pepe e Mbemba estão num momento de forma muito bom e são a dupla de centrais mais utilizada pelo treinador. A verdade é que nem para terceira e quarta opção será fácil a luta na sua posição, isto porque Diogo Leite tem cumprido sempre que foi chamado ao onze e ainda temos o francês Malang Sarr que tem alternado entre a posição de lateral esquerdo e central.

A atual plantel, as lesões que tem sofrido e o facto de este ano completar 34 anos são fatores que levam a ponderar se o espanhol tem mais alguma coisa a acrescentar e se deve continuar no FC Porto para a próxima época.

Marcano
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

O seu regresso a época passada, a troco de três milhões, depois de ter saído a custo zero em 2018, foi uma decisão algo precipitada por parte dos dirigentes portistas. O plantel tinha jogadores perfeitamente capazes e competentes de desempenhar o mesmo papel de Ivan Marcano. Para além de que o FC Porto nunca devia ter pago pelo regresso de um jogador que envergou a braçadeira de capitão e não quis renovar pelo clube, preferindo a saída para a AS Roma. Apesar de ser uma situação que não se prevê e não se controla, o jogador acabou por estar, devido a uma lesão, quase um ano parado, tornando-se agora muito difícil ter qualquer retorno financeiro com o seu passe.

Atualmente a melhor hipótese para o defesa central, até ao final da época, parece ser mesmo a de rodar na equipa B, até voltar à sua habitual forma.  Contudo, Marcano, recentemente voltou a contrair uma lesão muscular, o que nos faz levantar a questão. será que vai somar algum minuto, na presente época, pela equipa principal dos azuis e brancos?